sexta-feira, 14 de abril de 2017

Que País é esse? 2017



A minha indignação, o meu protesto; e a que ponto permitimos chegar!
Se nada for feito; dias piores virão!

Nova Versão e arranjos por mim adaptados à famosa Música da Banda Legião Urbana. Expressivo momento Nacional onde o Brasil e mais precisamente o Rio de Janeiro foi saqueado, deixando o povo à míngua jogado à própria sorte como se numa Guerra fosse!

© 2017 Crazy Sound Studios Maricá RJ Brazil
Tulio Fuzato usou nesta produção:
Pro-Tools 8 L.E.
M-AUDIO
Behringer console & microphones
Fender Squier
Remo Master Edge Drum Kit
Paiste 602
yamaha E-423
Roland gaia SH-1
Strinberg Bass
Meteoro amplification
CSR monitors

ROCK COVER BAND **Copyright Notice** We do not claim ownership of this song. All material is the copyrighted property of its respected owner(s). Copyright Disclaimer Under Section 107 of the Copyright Act 1976, allowance is made for "fair use" for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship, and research. Fair use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing. Non-profit, educational or personal use tips the balance in favor of fair use.
























































quarta-feira, 5 de abril de 2017

O SOFRIMENTO





















Estou lendo um Livro de Budha sobre o sofrimento Humano.

É um pouco pesado o texto; muita nomenclatura en Sânscrito mas acho que vai te elucidar em algumas coisas como elucidou à mim sobre a dimensão do Tempo, a ilusão e o sofrimento.


É, em primeiro lugar, o sofrimento que faz com que nos questionemos sobre a nossa existência. 
O sofrimento nos arranca de nossa vaidade, nos sacode, e desperta ao mesmo tempo, a compaixão para com o sofrimento dos outros.
Após haver atingido o estado de Buda – o despertar espiritual sob a árvore Bodhi – 
Gautama, em uma noite na qual velava, anunciou a seus discípulos o ensinamento das quatro nobresverdades:
Esta, ó monges, é a nobre verdade do sofrimento. 
O nascimento é sofrimento, a velhice é sofrimento, a doença é sofrimento, a morte é sofrimento.
A tristeza, a miséria, a fadiga, o desgosto e o desespero são sofrimento. 

Estar ligado à algo ou a alguém, sem o desejar é sofrimento, estar separado de algo ou alguém, sem o desejar, é sofrimento; desejar algo que não se pode ter é sofrimento.
Enfim, as cinco categorias de coisas de que se deseja apropriar são sofrimento.

Prisioneiro do mundo dos sentidos, o homem agarra-se a tudo que gera o sofrimento e pode-se dizer: ele mesmo é a causa de todo esse sofrimento!
Buda não colocou a questão da culpa. 
Para ele, o sofrimento decorre das leis deste mundo de aparências.
Explicou a origem do homem no mundo, mediante a causa que precede e segue essa criação: da ignorância nasceram as formas, das formas nasceu a consciência, da consciência nasceram mentalidade e materialidade, e delas nasceram os cinco sentidos: visão, paladar, audição, olfato, tato e o sentir com a consciência, que é o sexto sentido.
Graças ao desaparecimento da ignorância, a forma resultante da vontade cessa; pelo desaparecimento da forma resultante da vontade, a consciência cessa, e assim por diante. Logo, toda a cadeia do sofrimento é interrompida.
Esta é a nobre verdade do desaparecimento do sofrimento.
Nossa própria realidade é constituída de impressões que nossos órgãos sensoriais elaboram e transmitem à consciência. 
Toda consciência faz do mundo uma imagem que lhe é particular.
Desde a mais remota antigüidade, os mestres da sabedoria ensinaram que este mundo dimensiomal nada mais é que uma ilusão. 
Um sonho vivo, no qual o homem cria as suas próprias dores!
Sobre a base dos seis sentidos, o contato torna-se possível; e através do contato, o sentimento; o sentimento cria os desejos; os desejos engendram o apego; do apego surge a geração; a geração engendra o nascimento, a velhice e a morte, a dor, as lamentações, a tristeza, o desgosto, o desespero. 
Este é o estado do mundo do sofrimento.
Soltar as amarras!!!
Sabeis que cada homem nascido desta natureza deixa vestígios no eu aural, como resultado de seu ímpio curso de vida. 
Esses vestígios, esse carma, se acumulam. Cada nascido da natureza que trilha a grandiosa senda de libertação coloca-se, também, infelizmente, diante de uma dupla tarefa, pois, antes que ele possa trilhar a senda da transfiguração, deve
primeiro dissolver esse carma, esse eu cármico. E isso só é possivel através do infinito cilco de nascimentos e mortes (REENCARNAÇÃO).

Angústia e a inquietude o impedem de levantar as âncoras que o prendem ao mundo das aparências e de se confiar à DIVINDADE.
Freqüentemente desejamos tirar vantagem das duas possibilidades: encontrar a salvação, sem todavia, abandonar os pequenos hábitos. 
O primeiro passo na via da libertação consiste em desligar-se de tudo aquilo que não pertence à eternidade.
Segue-se a aprendizagem da equanimidade do autodomínio e da paciência.
Depois, vem o abandono de todos os comportamentos instigados pelos desejos pessoais e egoístas.
A jóia do discernimento é a fonte espiritual no coração do homem.
A intenção é que o homem tente atingir esse ideal, e que ele oriente a sua vida de modo que nada possa obstaculizar seu caminho. 
Isso exige muita paciência, porque as forças que ele deseja anular são antagônicas e o aprisionam novamente. CICLO!
O homem também deve se despojar de todo egoísmo, aprender a arrancar lhe a máscara e a lhe opor a força impetuosa da sua fonte interior. 
Esta força o impele à retidão, estritamente orientada para a exigência libertadora que exclui todo desejo grosseiro. 

FONTE: 
http://www.pentagrama.org.br/pentagramas/revista-ano-25-numero-2.pdf

sexta-feira, 31 de março de 2017

Estrada de Ferro MARICÁ RJ


31-03-2017 - Maricá-RJ: Secretário de turismo quer a volta do antigo trem "Maria Fumaça"

Em breve, um vagão do antigo trem "Maria Fumaça", personagem importante na história da cidade, será instalado no lugar da réplica da antiga estação de Maricá, construída na praça Conselheiro Macedo Soares, onde atualmente funciona a secretaria de turismo, segundo informações da prefeitura.

De acordo com as informações, o atual secretário da pasta, Robson Dutra, está à procura de locais onde algumas dessas relíquias ainda podem ser encontradas. Sua intenção é instalar a "Maria Fumaça" ainda este ano.

Ainda segundo informações, a secretaria de turismo, no mesmo local, passará a funcionar diariamente, inclusive aos domingos e feriados, com funcionários poliglotas, para orientar os turistas.

Outros pontos do município também terão atendimento especializado aos visitantes; inicialmente, em Ponta Negra, na praça Nossa Senhora das Graças, e no distrito de Itaipuaçu, no terminal rodoviário da rua 1. 

História

Em 1894 foi inaugurada a estação do Centro (foto) e, logo depois, a estacão de Manoel Ribeiro - na época um grande centro econômico na região. Em 1889 foi inaugurado o trecho entre Rio do Ouro e Itapeba, três quilômetros da antiga Vila de Maricá. A ferrovia era utilizada para transporte de pessoas e mercadorias (como bananas, laranjas, limão, galinhas, etc.) e, inicialmente, foi inteiramente construída com capital particular dos seus sócios.

Em 1932 a estrada de ferro recebeu auxílio do governo federal, sendo anexada a Estrada de Ferro Leopoldina e depois incorporada à Central do Brasil. Havia integração com o antigo sistema hidroviário Rio-Niterói da época, que ainda mostrava sinais de fragilidade (barcas). Na década de 1950 ocorreu uma diminuição de investimentos do governo federal. Em 1963 os diretores da estrada de ferro e o governo federal decretaram o fim dos serviços da ferrovia.

Ainda neste ano, um episódio conhecido como o "sequestro simbólico" marcou o fim da estrada de ferro no município. Inconformados com o fechamento da estrada de ferro, moradores locais colocaram em funcionamento um trem que estava paralisado na estação de Neves (SG) e viajaram até o Centro de Maricá, trazendo vários passageiros pelo caminho. Na chegada, o grupo que liderou este episódio fez um comício em praça pública, com a participação da população maricaense.

A Estrada de Ferro de Maricá chegou a possuir 157 quilômetros de extensão e 16 estações. Ao contrário da antiga capital federal (Rio de Janeiro), infelizmente os governantes da época não investiram neste transporte como meio de locomoção em Maricá, nos restando apenas uma memória não vivida na atual contemporaneidade da cidade. A antiga estação de Maricá abriga atualmente o Ministério do Turismo da Prefeitura Municipal de Maricá, na Praça Conselheiro Macedo Soares, no Centro.
O mesmo progresso que veio nos trilhos foi embora por eles para não mais voltar. 



FONTE: itaipuaçú site / Marcelo Bessa: http://www.itaipuacusite.com.br/2017/03/marica-secretario-de-turismo-quer-volta.html



segunda-feira, 27 de março de 2017

DANÇAR de ROSTO COLADO?



Rosto colado é coisa que os jovens de hoje não conhecem como preliminares de um ato de sedução.

Nesses bailes de antigamente (uma palavra dolorosa!), os jovens rastreavam o salão em busca da garota ideal para iniciar um romance.

Caso ela fosse localizada na mesa com, os pais, nossas pernas tremiam.

Um cuba libre (rum com coca-cola)  talvez fosse o combustível para encorajar o ato de atravessar o salão e chegar na mesa com o convite, formalíssimo, “vamos dançar?”. 

O “sim” dela poderia significar que também queria dançar, pois os olhos já tinham se cruzado num momento do baile, mas poderia ser apenas o sim formal para não dar um “cano” no rapaz audacioso.

Neste último caso a regra que a jovem aprendeu em casa com a mãe casamenteira, era dançar no máximo três músicas para não significar que havia outro interresse a não ser o da boa educação.

No entanto, se “pintasse um clima” ai, Jesus! – as danças se prolongariam por todo o baile e, na hora exata, os “rostos se colavam” e a sedução começava com uma conversa de ouvido, beijinhos ou sussurros super discretos.

O ato de seduzir transformava-se numa enciclopédia romântica que valia até mentiras ingênuas.

Corta para Hoje: Não há mais rosto colado, não há mais bailes, os conjuntos melódicos são apenas boas Lembranças e os clubes estão fechando seus salões que tinham a sua boate para os jovens.

O beijo roubado, quando as luzes diminuíam de intensidade, era, talvez, o único da noite.

Hoje, as garotas ficam apostando quem beija mais garotos numa noite e vulgarizou-se o ato mais sublime de um início de conquista.

O baile FUNK, mais que uma reunião dos jovens de hoje, é uma convenção de traficantes em busca de novos babacas para o início de uma vida de vícios.

Vale o mesmo para a festa RAVE e os incidentes estão aí na imprensa para que o colunista não passe por um “velho recalcado”.

A sedução transformou-se em agressão sexual, para ambos os lados.

Sem crack, sem pó, sem baseado, não há sequer uma aproximação de pessoas de sexo diferente.

Rosto colado nem mesmo quando o DJ aposta em algo lento para descansar os dedos.

Não se dança mais, os requebros e os pulos substituíram os passos cadenciados.

O barulho do bate-estaca acabou com o diálogo.

Sem diálogo não há sedução.

Fim de papo. 

Está bem, somos velhos --- quartentões, cinquentões ou mais??? e daí???

Quando falamos em “rosto colado”; ninguém pode roubar de nossa memória um tempo mágico onde o cavalheirismo de uma dança fazia-nos flutuar por salões com pessoas especiais que tempos depois se tornariam namoradas, amantes, esposas, mães de nossos filhos .......

E quem não dançou uma vez na vida de rosto colado não sabe o que perdeu.

texto de Rogério Mendellsk


quinta-feira, 23 de março de 2017

Vampiro ou esponja?


No mundo de hoje, mais do que nunca, vocês estão cercados de vampiros.  São os indivíduos comuns que vivem das energias alheias e delas se nutrem, lesando e roubando mesmo aqueles com quem convivem.

Não se vestem de preto, nem tampouco vagueiam pela noite em busca do pescoço de inocentes para saciar sua sede de sangue. Nada disso! 
Os vampiros modernos esgotam as reservas energéticas dos outros atacando pelo lado emocional e afetivo.

Fazem-se de vítima e querem despertar cuidados especiais da parte de quem está a seu redor, provocando-lhes o esgotamento nervoso e vital. 
Vivem num mar de lágrimas e justificam sua atitude afirmando que a infelicidade ou a insatisfação que experimentam é culpa do outro, do obsessor ou de alguma coisa que foi arquitetada contra si. 

Deve-se que ter cautela contra esse tipo de gente.

Por outro lado, há aqueles que embora não sejam vampiros, sugam todo tipo de emoção – ou forma energética de conteúdo emocional – que esteja dispersa em ambientes os mais diversos.

Caso deparem com alguém atravessando um problema emocional, fazem verdadeira sucção dessa energia discordantes; rapidamente, passam a sofres os impactos vibratórios decorrentes das atitudes e da vida do outro, que logo começa a se sentir bem, pois recebeu certa cota de vitalidade com a simples proximidade do indivíduo esponja Simultaneamente, as energias negativas e indesejáveis que este absorveu provocam-lhe grande mal-estar. 
É um mecanismo infeliz, cujo efeito é bem diferente do que se verifica na doação. Esse é o drama dos seres de personalidade esponja.

Você se enquadra em alguma dessas modalidades de personalidade?
Como se proteger?

Na Realização de suas atividades cotidianas, o terapeuta do espírito, o espiritualista e o estudioso das ciências psíquicas devem necessariamente familiarizar-se com certos princípios fundamentais para entender o mecanismo de funcionamento da criação mental.

O conhecimento evita que o sujeito se coloque como vítima e promove sua ascensão a agente de sua própria vida, aprendendo a coibir perdas fluídicas desnecessárias.
Quando encarnados todos os pensamentos ou idéias, uma vez abrigados de modo mais ou menos permanente, causarão reação física.

Embora se percebam eventuais consequências, somente após algum tempo em que são cultivados e irradiados, torna-se inevitável considerar que as pessoas precisam ficar atentas à qualidade do produto da mente, que pode afetar as diversas funções do corpo de maneira intensa.
O mais sensato contra isso, diz o Espírito João Cobú, é reorganizar os matrizes do pensar e fazer uma faxina mental, selecionando a qualidade das idéias, dos conceitos e das imagens que se acolhem na intimidade, visando deixar o lixo tóxico dos pensamentos de baixa vibração do lado de fora.

Eis por que muita gente vai atrás dos Espíritos pedindo que os livre deste ou daquele problema, com efeito nada pode ser feito, pois a fonte do problema está no psiquismo de quem se sente incomodado; é a própria pessoa que necessita reciclar sua vida mental e seus habitos ou vícios com urgência.
Muita gente se queixa de problemas físicos cujas causas os médicos da Terra não conseguem descobrir. 
Ocorre que certas patologias, principalmente aquelas sem diagnósticos, na maior parte das vezes são causadas por uma vida mental e emocional complexa e desarmônica. 
Certas preocupações constantes, induzem inúmeras mudanças no corpo físico, causando muitas doenças.

Não há como culpar a vida, os espíritos do mal ou supostos feitiços e artifícios de magia negra por eventuais, ou constantes, desequilíbrios orgânicos.
Na verdade, requer-se muita coragem e disposição para realizar uma cirurgia na própria alma, abrindo-se para uma análise ou uma autocrítica pormenorizada. Sómente assim se verá que a maioria dos males que imputamos aos outros é resultado do estilo de vida mental e emocional que o próprio ser desenvolveu ao londo do tempo.

fonte: LIVRO: CORPO FECHADO de ROBSOM PINHEIRO.







  

domingo, 12 de março de 2017

A "VELHICE"






A "VELHICE" do SÉCULO XXI Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica, parecida com a que em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se. Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória. São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho X $$$$$. Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida. Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5º andar ...... Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contactar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências. Fazem parte das Redes Sociais, Escrevem Blogs, etc .... De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra .... Os homens não invejam a aparência das jovens ou dos que ostentam um traje Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo. Em vêz disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência. Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Algo muito novo digo: recente. Antes seriam taxados de velhos e agora já não o são. Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas. Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI Artigo de Miriam Goldenberg



domingo, 26 de fevereiro de 2017

há 11 anos Tulio e Lia


Há exatamente 11 anos (26-02-2006) uma mulher de muita atitude e coragem pegou em minha Mão e partimos pra Rua; eu ainda muito inseguro com a vida, caminhos com as próteses, muletas e o Futuro! Um pequeno fato da visita de uma pessoa amiga de minha Mãe me trouxe Lia que de um jeito meio desapercebido percebeu quem eu era e até onde poderia ser capaz de ir. Mas sózinho nunca!!! e sim com a grandiosa Companheira de Jornada que Deus permitiu se aproximar!  Meu grande Bjo. carinhoso, AMOR, grandioso respeito e admiração por você ter encarardo "namorar" um Homem Def. Físico pois tudo e todos foram contra e vc provou mais uma vêz que por detrás de um grande Homem há uma grande Mulher. Obrigado por estar comigo remando nas conquistas e em tudo de que hoje desfrutamos fruto de nosso Amor, fidelidade, companheirismo e empenho! O meu humilde agradecimento Lia!         


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

a viagem curta


"A VIAGEM É TÃO CURTA"

Uma jovem estava sentada num transporte público.
Uma senhora mal-humorada veio e sentou-se ao lado dela batendo lhe com os seus sacos numerosos. 

A pessoa sentada do outro lado ficou chateada e perguntou à moça por que ela não falou e disse algo.
A moça respondeu com um sorriso: - Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, a jornada juntos é tão curta... Desço na próxima parada.

A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte: Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta.

Se cada um de nós pudesse perceber que a nossa passagem para cá tem uma duração tão curta; porque escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, não perdoando os outros, ingratidão e atitudes ruins?!

Isso seria um desperdício de tempo e energia.

Alguém quebrou seu coração? Fique calmo, a viagem é tão curta ...

Alguém traiu, intimidou, enganou ou humilhou você? Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta ...

Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que a nossa jornada juntos é tão curta.

Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura. A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter mau ou covardia, mas melhor comparada à grandeza. 

Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida ...

Ninguém sabe a duração de sua jornada. Ninguém sabe se terá que descer na próxima parada.

Vamos, portanto, acalentar e manter os amigos e familiares! Vamos ser calmos, respeitosos, gentis, gratos e perdoar uns aos outros.

Se eu te machuquei, peço perdão. Mas lembre-se: A viagem aqui é tão curta ...

Chico Xavier


eu errei ........


"Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo.

Só você pode impedir que vá em declínio. Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o amam. Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções. Ser feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia. Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos. Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo. Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida. Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem de ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam. 

Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade para poder dizer: "errei". É ter a coragem de dizer:"perdão". É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de você". É ter a capacidade de dizer: "te amo". Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz... Que nas suas primaveras seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando errar, recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida. Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar o prazer. Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência.  

Nunca desista .... Nunca renuncie às pessoas que lhes ama. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível".

Papa Francisco.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

10 Conselhos


10 CONSELHOS QUE RECEBEMOS ANTES DE VIR PARA ESSE PLANETA

1. Você receberá um corpo. Poderá amá-lo ou odiá-lo, mas ele será seu todo o tempo.

2. Você aprenderá lições. Você está matriculado numa escola informal de tempo integral chamada Vida. A cada dia, terá oportunidade de aprender lições. Você poderá amá-las ou considerá-las idiotas e irrelevantes.

3. Não há erros, apenas lições. O crescimento é um processo de ensaio e erro, de experimentação. Os experimentos ‘mal sucedidos’ são parte do processo, assim como experimentos que, em última análise, funcionam.

4. Cada lição é repetida até ser aprendida. Ela será apresentada a você sob várias formas. Quando você a tiver aprendido, passará para a próxima.

5. Aprender lições é uma tarefa sem fim. Não há nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas e ensinadas.

6. VIDA ESPIRITUAL: ‘Lá’ só será melhor que ‘aqui’ quando o seu ‘lá’ se tornar um ‘aqui’. Você simplesmente terá um outro ‘lá’ que novamente parecerá melhor que ‘aqui’.

7. Os outros são apenas espelhos de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa em outra pessoa, a menos que ela reflita algo que você ame ou deteste em você mesmo.

8. O que você faz da sua vida é problema seu. Você tem todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que você faz com eles não é da conta de ninguém. A escolha é sua.

9. As respostas para as questões da vida estão dentro de você. Você só precisa olhar, ouvir e confiar.

10. Você se esquecerá de tudo isso.. e ainda assim, você se lembrará.

FONTE / LINK: http://www.consciencia.in/2016/10/10-conselhos-que-recebemos-antes-de-vir.html?m=1