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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Viver é sofrer?


Viver é sofrer disse Budha! 
Sim há um certo FUNDAMENTO mas ele deu as chaves para abrir esta caixa de PANDORA! e Fechar esse CICLO.

Já viu cachorro com coceira no "rabo" ???

É um CICLO - uma roda viva!

O Filme HELLRAISER retrata bem isso!
O cara tinha que MEXER naquela CAIXA!
A caixa estava Lá quieta há 1.000 anos!
O Burro foi Lá e abriu toda uma legião do INFERNO!

É mais ou menos isso que os incautos fazem, dando azo à certas correntes de pensamento! mexendo com coisas que estavam quietas!

JESUS, o nosso mestre mais contemporâneo que Budha avisa claramente que podemos contornar todas essas dores e infortúnios!

São nossos desejos incontidos, insatisfações, e hábitos que nos viciam fazendo com que vivamos uma vida fora do REAL uma vida de FICÇÃO! Vida FALSA!

As Escrituras recomendam que sejamos NATURAIS!!! Tenhamos uma vida Natural, salutar.
Um ex: de vida Natural são os animais! e todo o ciclo da natureza; e por não obedecermos essas Leis vamos se afundando xafurdando num MAR surreal,
muitas vêzes oceanos de angústias que causamos à nós mesmos e causamos ao nosso próximo e que por ordem natural das Leis de Ação e Reação X Causa e Efeito recebemos cobranças como se fosse um pesado empréstimo em moeda corrente que teremos da saldar! Não há para onde fugir ou se esconder!

Em qualquer aspecto da vida, uma vêz desfeito o véu da ilusão vem a desilusão que na verdade é algo benéfico é algo que vai te acordar e te trazer para uma nova realidade um novo ângulo que vc não viu ainda, não via, ou não percebia!

Portanto ao final de mais um dia elevemos o nosso pensamento ao altíssimo e façamos um rápido balanço do que fizemos de nós mesmos!
O resto Deus fará através de muitos mecanismos de compensação que a vida proporciona!

Estejamos atentos para entender que às vêzes doença é freio,
desencarne é prova de nova etapa! 
aflições e certas dores configuram passaporte para vôos maiores dilatado a compreensão em certo momento;
mesmo assim tem certas coisa que não iremos entender ou aceitar porque não temos a visão do todo! 
Não estamos aqui pra pra isso! 
Não nos cabe ver o todo em sua plenitude! 
Mas num átimo de tempo podemos sentir DEUS.
E isso nos basta!
PAZ e LUZ, 



quarta-feira, 5 de abril de 2017

O SOFRIMENTO





















Estou lendo um Livro de Budha sobre o sofrimento Humano.

É um pouco pesado o texto; muita nomenclatura en Sânscrito mas acho que vai te elucidar em algumas coisas como elucidou à mim sobre a dimensão do Tempo, a ilusão e o sofrimento.


É, em primeiro lugar, o sofrimento que faz com que nos questionemos sobre a nossa existência. 
O sofrimento nos arranca de nossa vaidade, nos sacode, e desperta ao mesmo tempo, a compaixão para com o sofrimento dos outros.
Após haver atingido o estado de Buda – o despertar espiritual sob a árvore Bodhi – 
Gautama, em uma noite na qual velava, anunciou a seus discípulos o ensinamento das quatro nobresverdades:
Esta, ó monges, é a nobre verdade do sofrimento. 
O nascimento é sofrimento, a velhice é sofrimento, a doença é sofrimento, a morte é sofrimento.
A tristeza, a miséria, a fadiga, o desgosto e o desespero são sofrimento. 

Estar ligado à algo ou a alguém, sem o desejar é sofrimento, estar separado de algo ou alguém, sem o desejar, é sofrimento; desejar algo que não se pode ter é sofrimento.
Enfim, as cinco categorias de coisas de que se deseja apropriar são sofrimento.

Prisioneiro do mundo dos sentidos, o homem agarra-se a tudo que gera o sofrimento e pode-se dizer: ele mesmo é a causa de todo esse sofrimento!
Buda não colocou a questão da culpa. 
Para ele, o sofrimento decorre das leis deste mundo de aparências.
Explicou a origem do homem no mundo, mediante a causa que precede e segue essa criação: da ignorância nasceram as formas, das formas nasceu a consciência, da consciência nasceram mentalidade e materialidade, e delas nasceram os cinco sentidos: visão, paladar, audição, olfato, tato e o sentir com a consciência, que é o sexto sentido.
Graças ao desaparecimento da ignorância, a forma resultante da vontade cessa; pelo desaparecimento da forma resultante da vontade, a consciência cessa, e assim por diante. Logo, toda a cadeia do sofrimento é interrompida.
Esta é a nobre verdade do desaparecimento do sofrimento.
Nossa própria realidade é constituída de impressões que nossos órgãos sensoriais elaboram e transmitem à consciência. 
Toda consciência faz do mundo uma imagem que lhe é particular.
Desde a mais remota antigüidade, os mestres da sabedoria ensinaram que este mundo dimensiomal nada mais é que uma ilusão. 
Um sonho vivo, no qual o homem cria as suas próprias dores!
Sobre a base dos seis sentidos, o contato torna-se possível; e através do contato, o sentimento; o sentimento cria os desejos; os desejos engendram o apego; do apego surge a geração; a geração engendra o nascimento, a velhice e a morte, a dor, as lamentações, a tristeza, o desgosto, o desespero. 
Este é o estado do mundo do sofrimento.
Soltar as amarras!!!
Sabeis que cada homem nascido desta natureza deixa vestígios no eu aural, como resultado de seu ímpio curso de vida. 
Esses vestígios, esse carma, se acumulam. Cada nascido da natureza que trilha a grandiosa senda de libertação coloca-se, também, infelizmente, diante de uma dupla tarefa, pois, antes que ele possa trilhar a senda da transfiguração, deve
primeiro dissolver esse carma, esse eu cármico. E isso só é possivel através do infinito cilco de nascimentos e mortes (REENCARNAÇÃO).

Angústia e a inquietude o impedem de levantar as âncoras que o prendem ao mundo das aparências e de se confiar à DIVINDADE.
Freqüentemente desejamos tirar vantagem das duas possibilidades: encontrar a salvação, sem todavia, abandonar os pequenos hábitos. 
O primeiro passo na via da libertação consiste em desligar-se de tudo aquilo que não pertence à eternidade.
Segue-se a aprendizagem da equanimidade do autodomínio e da paciência.
Depois, vem o abandono de todos os comportamentos instigados pelos desejos pessoais e egoístas.
A jóia do discernimento é a fonte espiritual no coração do homem.
A intenção é que o homem tente atingir esse ideal, e que ele oriente a sua vida de modo que nada possa obstaculizar seu caminho. 
Isso exige muita paciência, porque as forças que ele deseja anular são antagônicas e o aprisionam novamente. CICLO!
O homem também deve se despojar de todo egoísmo, aprender a arrancar lhe a máscara e a lhe opor a força impetuosa da sua fonte interior. 
Esta força o impele à retidão, estritamente orientada para a exigência libertadora que exclui todo desejo grosseiro. 

FONTE: 
http://www.pentagrama.org.br/pentagramas/revista-ano-25-numero-2.pdf