quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Moto Club Show



15-11-2015 - domingo - Mais um evento bem sucedido pela passagem do 7° ano de existência do Grupo de Motociclistas NEW ATTITUDE de Teresópolis, Rio de Janeiro RJ - Brazil.
O POWER-TRIO, Eu, Rafa Castilhos e Igor Dantas saímos de Maricá com destino à Serra. Yuri Cortes já estava com a SONOR drum-kit no carro e seguimos.
Maysa de Albuquerque, Laurinha, Osi Wilhelm, Rodrigo Carvalho, Clarissa, Andrea Valente, Lia C. Fuzato, Suely Leão, Luiz Alberto Dantas e muitos outros amigos(migas) estavam presentes e prestigiaram com entusiasmo o Show da GRAN CLASSIC ROCK BAND em sua fase 3 que teve altos momentos com o MEDDLEY the wall do pink floyd + staying alive do bee gees + sex machine e "é proibido fumar" e todo um set-List recheado de Medalhões do mais puro Classic Rock setentista! a banda foi ovacionada no hino "born to be wild" stephenwolf fechando o show depois de uns 4 ou 5 Biss!!!




























































terça-feira, 10 de novembro de 2015

Musica de merda!


A burrice reinante na música brasileira realmente popular é mais perigosa do que você imagina


Infelizmente, a constatação é óbvia: nunca vivemos em uma época em que a música popular brasileira realmente popular apresentasse um grau de burrice tão grande como nos dias atuais. 

A impressão generalizada é que há algum tipo de pacto de estupidez entre gente que se diz “artista” e uma imensa manada de pessoas que transformaram a palavra “plateia” em sinônimo de agrupamento de retardados.

A falta de capacidade cognitiva da grande maioria de brasileiros que consome música no Brasil gera uma total incompreensão sobre o significado poético de canções que ainda insistem em trazer letras que necessitem de uma capacidade cerebral superior a de um peixe para que possam ser apreciadas. Para esta geração, as canções de caras como Lenine, Ney Matogrosso e Gilberto Gil soam como tratados de Física Quântica musicados.

Hoje, é cada vez maior a dificuldade de prender a atenção destes milhões de verdadeiros “bagres”. 

Isso explica porque o sertanejo chamado de “universitário” e o funk imbecilizante se tornaram as novas coqueluches dentro do mercado nacional. 

E quando escrevo “mercado”, nem me passa pela cabeça algo que se relacione com venda de discos, já que hoje também vivemos em tempos em que tudo pode ser pego “de grátis” na internet. 

Estes dois estilos musicais encontraram um público perfeito, desprovido de qualquer sinal de sensibilidade poética, para quem o importante é “beijar muito na balada”. Para quem achava que a “axé music” era o fundo do poço, trataram de cavar mais um pouco para checar a uma camada de “pré-sal da estupidez”. Hoje somos o país do “tche tche rerê tetê barabará bereberê”, do “vem novinha sentar no meu colo” e de outras merdas do gênero.

A total falta de capacidade cerebral deste público foi tornada explícita recentemente com a tal polêmica a respeito do que o Zeca Camargo disse e, principalmente, no apoio que a iniciativa dos pais do falecido Cristiano Araújo – que, sabe-se lá por quê, resolveram processar o apresentador da Globo – vem recebendo por parte deste mesmo público retardado que citei anteriormente. Quase ninguém realmente entendeu o que o Zeca falou.

Neste exato momento, você deve se perguntar “Regis, por que você está escrevendo isto?” e a minha resposta é simples: porque estou cada vez mais preocupado em ver que um imenso rebanho de gente descerebrada está cerceando o direito de pensar de maneira diferente do senso comum imbecilizado. Porque já saquei que fãs deixaram de ser apenas idiotas comuns para se tornarem censores imbecis. Porque já percebi que programas de TV se tornaram um imenso painel de cretinice para buscar a audiência desta imensa turma de bucéfalos, com a cumplicidade medrosa de atores, atrizes, cantores, cantoras e músicos em geral, que se escondem atrás de discursos e elogios mentirosos para não desagradar a verdadeira horda de mentecaptos que os assistem e consomem seus produtos.

Sim, este é um texto de um sujeito velho, ranheta e cada vez mais intolerante com o estado de coisas no Brasil, que ainda não se cansou de tentar elevar a voz para condenar o emburrecimento coletivo que assola o nosso País. Faço isso porque sei que uma Nação repleta de ignorantes é o prato cheio para a desgraça. Foi assim que surgiu o nazismo e o tal Estado Islâmico: repita uma mentira dez milhões de vezes para um ignorante e ela se tornará uma verdade para ele.
Pense nisto .…


Tulio (eu) - eu me sinto um MARCIANO de anteninhas VERDES escutando Jazz, Blues, prog-Europeu, Classic Rock. Hoje vc não tem opção porque a mídia engessou mumificou e nivelou por baixo o gosto pela musica do Brasileiro! EXISTEM UM TRILHÃO DE BANDAS de Jazz, Musicos mesmo de MPB, BOSSA-NOVA, bandas de Blues e Rock que estão no completo anonimato por causa de um sistema que te bota pra baixo pra vc ouvir e gostar de coisas medianas pra não dizer merda enlatada ------- AFF ------

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

84 anos sem mudanças?




Uma Mulher de 84 anos de lucidez expressou o que todos os brasileiros decentes estão sentindo.

Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder.

Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais.

Pensar no bem do País é ser trouxa.

Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás, Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a serviço de uma causa só: o poder.

Vergonha de juízes vendidos.

Vergonha de mensalões, mensalinhos, mensaleiros.

Vergonha de termos quase 40 Ministros e outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto os brasileiros morrem em enchentes, perdendo casa e familiares, por desídia de políticos, se não desonestos, então, incompetentes para o cargo.

Vergonha de ver a Presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos (onde está a guerrilheira? era tudo fantasia?).

Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante seis horas por delinquentes fichados e à solta, fazendo barbaridades, envergonhando-nos perante o mundo.

Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país?

Vergonha por pagarmos tantos impostos e nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a população que forçosamente tem de ir à luta.

Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação.

Onde está a Maçonaria? a OAB? a CNBB? o LYONS? o ROTARY? 
As entidades de classe?
Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? 
Por que tantos estão calados?
ONDE ESTÃO NOSSOS MAGISTRADOS?
ONDE ESTÁ A PROCURADORIA?
E OS NOSSOS MILITARES?
Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza.
Até quando isso vai continuar? 
SERÁ QUE TODOS TEMOS QUE SER SUBMISSOS?!
Até quando veremos essas nulidades que aí estão, sendo eleitas e reeleitas?
Estou com muita vergonha do Brasil.
Ruth Moreira (84 anos) de Brazil. Nov.2015.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

pratos de bateria (SOM)


Na presente data (nov. 2015), alguns dos SONS dos meus pratos de bateria que podem servir como referência de audição e escolha de timbre na hora da compra. São eles Avedis Zildjian, Paiste, Wuhan, Istanbul, sendo alguns VINTAGE e outros nem tanto!

OBS: pratos da mesma marca, modelo e ano de fabricação podem variar de um pra outro, mas a denominação Ride, Crash-Ride, Thin-Crash, Medium-Thin ou Power fica como base para que você amigo baterista conheça o peso, o arco, a cupula e a afinação do prato pretendido! sendo também B-8 ou Liga B-20, sendo "Cast" (fundido) ou "non-Cast" (não fundido), sendo simples, híbrido, ou raiado! se martelado à mão, digo: artesanalmente ou martelamento industrial.

Enfim, há uma enorme gama de escolhas e variantes de pratos que também sofrem influência no toque, espessura, peso, madeira e ponta da baqueta escolhida.

No youTube hoje você encontra milhares de "cymbal Test" das marcas tradicionais conhecidas e todo o tipo de materiais, variantes e modelos!

aqui, logo abaixo eu descrevo o som dos meus!

Sinta-se à vontade para perguntar, inquirir, saber mais.
por favor pelo e-mail: tulio.fuzato@gmail.com

Terei prazer em orientá-lo!

PAZ & LUZ

Tulio



THE CYMBAL SOUNDS ============================




























domingo, 18 de outubro de 2015

Banda Bandida


Mais um show bem sucedido SWING TOTAL, BOSSA, SAMBA, MPB, BALANÇO e muita ginga com a MUSA Jack Rocha e Banda Bandida no Terraço Blues Pepe Maneiro itaipuaçú RJ - 17-10-2015 
BANDA BANDIDA - STAFF:
Marcelo Bessa VIOLÃO.
Edmilson Pereira SAX.
Mackio Gabriel PERCUSSÃO.
Tulio Fuzato BATERIA.
som direto: Lello Rocker
Camera: Laura Linhares
Realização: pepe maneiro TERRAÇO BLUES ponta do Francês. itaipuaçú - RJ. 
© 2015 Terraço Entertainment Crazy Sound Records Brazil.
ACCESS: TULIO FUZATO The Amputee Drummer. 
A history of overcoming challenges through Music

OS VIDEO-CLIPS ========




AS FOTOS ============




























terça-feira, 13 de outubro de 2015

drum play along

© 2015 Tulio Fuzato - Crazy Sound Records Brazil

Kakaca Groove

jap tíram baby 
jap tíram go
jap tíram baby 
jap jap tíram go

TULIO FUZATO - the amputee drummer. A history of overcoming challenges through Music - http://youtu.be/xwOsLCpAnwI

images and Loopings **Copyright Notice** We do not claim ownership of this song. All material is the copyrighted property of its respected owner(s). Copyright Disclaimer Under Section 107 of the Copyright Act 1976, allowance is made for "fair use" for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship, and research. Fair use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing. Non-profit, educational or personal use tips the balance in favor of fair use.

YOUTUBE LINK: 

SOUNDCLOUD: 
































segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Caixas com cascos de METAL


O mais importante nesse assunto é resumir as principais diferenças num geral entre os diversos tipos de cascos de metal.

Em geral os cascos de metal tem muito mais volume que cascos de madeira, são mais ricos em harmônicos, e tendem a ter um som mais focado, com muita definição e cortante na nota fundamental do tambor.

Eu acredito que essas características levaram o uso do metal se restringir quase que exclusivamente a caixas de bateria. 
Sim, existem baterias feitas em metal, porém acredito que o fator peso e preço também contribuam para o não crescimento e investimento em baterias de metal.

Dado esse resumo vamos destrinchar um pouco mais desse assunto. Nas caixas metálicas além dos diferentes tipos de metal: (aço/steel, alumínio, latão/brass, bronze, cobre/copper e titânio, temos dois diferentes tipos de construção de casco, e os diferentes acabamentos físicos do casco, e tudo isso que influencia muito no som final do tambor.

Tipos de construção de casco.

Casco Cast: O metal é fundido em uma forma e depois é torneado, torneamento similar ao método usado em caixas de madeira de bloco sólido. Os cascos cast geralmente são mais espessos facilitando os diferentes acabamentos físicos do casco martelado, frisado e etc.

Cascos Rolled: Feitos a partir de uma chapa de metal soldada em uma forma, método similar ao dos cascos de madeira que usam folhas de madeira e são colados. São cascos em sua grande maioria lisos e mais finos.

Tipos de acabamento físico do casco.

Casco liso: Tendem a ter harmônicos mais ricos, um som extremamente cortante e aberto, e muito volume.

Casco frisado: Tendem a ter harmônicos mais controlados em relação ao casco liso, o som se torna mais focado, e cortante, e são cascos com muito volume.

Casco martelado: Tendem a ter o som ainda mais focado que os frisados e lisos, contam um ganho expressivo na resposta do tambor, os harmônicos ficam bem mais controlados chegando a serem parecidos com o dos cascos de madeira, e isso sem perder o volume característico do metal, e é claro que tudo isso dentro das características de cada tipo de metal.

Além de tudo isso, ainda temos a espessura do casco, tal como profundidade e diâmetro, que também são fatores importantes e mudam muito o som de um tambor. Sem contar a escolha de esteira, aros e peles, são responsáveis por pelo menos 50% da qualidade do som do tambor.

E por último mas não menos importante temos os tipos de metais utilizados na construção de tambores e caixas de bateria, e os principais são:

Aço (Steel): Um dos metais mais comuns na construção de caixas, por ser um metal mais barato, é comum vermos caixas de bateria iniciantes com esse material. Porém não se engane, é um metal MUITO sonoro, e é comum vermos caixas signatures TOPs feitas com esse metal, possui sonoridade brilhante, harmônicos muito presentes e possui um som extremamente focado, com certeza um dos metais com mais volume dentre os que são usados na bateria. Em geral a tonalidade de caixas de metal é média, o que permite diversas afinações e mesmo nas mais altas esse metal mantém uma resposta muito rápida e som refinado.

Latão (Brass): Outro metal tradicional na construção de caixas, tem som menos brilhante se comparado ao aço, porém o timbre do brass é mais refinado quente, tal como seus harmônicos, mesmo os harmônicos que sobram são lindos e musicais, e o apelo visual desse metal é maravilhoso. Em geral o timbre do brass é médio, grave, e o volume é muito bom também, não tem tanto volume quanto o aço, mas com certeza tem mais volume do que os vários tipos de madeira.

Bronze: Tem características sonoras bem semelhantes ao brass, porém acho ele ainda mais refinado e sonoro, o casco proporciona o som estalado, com belos harmônicos e muito foco na nota fundamental do tambor lembrando um tiro. É o metal que mais me lembra o som, características e calor do som dos cascos madeira, porém com mais volume e menos corpo.

Alumínio: É o metal meio termo. Tem o melhor de cada um dos metais que falei acima, é com certeza o meu favorito, tem o grave e foco do Brass, harmônicos refinados como o bronze e conta com o volume mais próximo de uma caixa de aço. Não é atoa que as caixas mais amadas são as de Alumínio são extremamente versáteis, tem tonalidade média pendendo um pouquinho pro grave, porém toda essa versatilidade do alumínio, tornam muito fácil a utilização das afinações mais agudas sem perder o som do casco.

Cobre (Copper): Menos abrasivo que o de latão, e relativamente similar ao bronze em sonoridade. Pra mim é o metal com sonoridade levemente mais grave que os demais e com menos sobra também, com certeza é que tem volume mais próximo das caixas de madeira, porém não perde os harmônicos metálicos o que diferencia bastante o som desse material, dos diversos tipos de madeira.

Titânio: É um metal dificilmente usado na construção de cascos, porém já tive a oportunidade de tocar algumas caixas nesse metal, e o que percebi é que ele está entre o alumínio e o aço, sendo ainda mais parecido com o aço do que com o alumínio, tem muito volume, sua tonalidade é médio aguda, e seus harmônicos e timbre são parecidos com o do alumínio, é um metal com características sonoras que me agrada muito, porém difícil de encontrar.

Para finalizar além de todos esses fatores que diferenciam as caixas de metal entre elas, e das de madeira, temos ainda o acabamento artístico e externo das caixas: cromo, pintura, niqueladas, vernizes, lixamentos e escovações. Tudo isso também interfere no som final da caixa, uma caixa sem pintura, vai vibrar mais do que um caixa pintada ou cromada.  Um bom exemplo são caixas de latão com acabamento cromado, costuma ter todas as características sonoras de uma caixa de latão, porém essas características são mais controladas e as vezes até melhor balanceadas, o mesmo ocorre em casco de alumínio cromados ou escovados.

Então como tudo no nosso maravilhoso mundo percussivo, não adianta só ler e ir no que você acha que vai ser melhor pra você, ou na descrição que combina mais com seu gosto. Tem que testar (testar mesmo, subir e descer afinação, com e sem esteira), comparar as que gostou e ir na que te agradou mais, indiferente da marca e descrição.




domingo, 4 de outubro de 2015

Plano Terra


Celebrem o fato de que estão vivos.

Vocês não tinham que estar aqui na Terra.

Vocês não tinham que ficar.

Vocês escolheram a vida e esta escola, chamada Plano Terra: (planeta escola - plano de provas e expiações).

Vocês escolheram embarcar corajosamente em uma jornada milagrosa para aprender sobre a intensidade e a amplitude do Amor do qual vocês são feitos.

Aqui na Terra vocês podem aprender a Amar mais profundamente do que em qualquer outro lugar do cosmos porque, na verdade, aqui é mais desafiador.


Celebrate the fact that you are alive.
You did not have to be here on Earth.
You did not have to stay.
You chose life and this school, called Terra Plan: (planet school - proof plan and atonement).

You have chosen to boarding bravely on a miraculous journey to learn about the intensity and magnitude of the love which you are made.

Here on earth you can learn to love more deeply than anywhere else in the cosmos because, in fact, this is more challenging.