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domingo, 18 de outubro de 2015

Banda Bandida


Mais um show bem sucedido SWING TOTAL, BOSSA, SAMBA, MPB, BALANÇO e muita ginga com a MUSA Jack Rocha e Banda Bandida no Terraço Blues Pepe Maneiro itaipuaçú RJ - 17-10-2015 
BANDA BANDIDA - STAFF:
Marcelo Bessa VIOLÃO.
Edmilson Pereira SAX.
Mackio Gabriel PERCUSSÃO.
Tulio Fuzato BATERIA.
som direto: Lello Rocker
Camera: Laura Linhares
Realização: pepe maneiro TERRAÇO BLUES ponta do Francês. itaipuaçú - RJ. 
© 2015 Terraço Entertainment Crazy Sound Records Brazil.
ACCESS: TULIO FUZATO The Amputee Drummer. 
A history of overcoming challenges through Music

OS VIDEO-CLIPS ========




AS FOTOS ============




























segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Caixas com cascos de METAL


O mais importante nesse assunto é resumir as principais diferenças num geral entre os diversos tipos de cascos de metal.

Em geral os cascos de metal tem muito mais volume que cascos de madeira, são mais ricos em harmônicos, e tendem a ter um som mais focado, com muita definição e cortante na nota fundamental do tambor.

Eu acredito que essas características levaram o uso do metal se restringir quase que exclusivamente a caixas de bateria. 
Sim, existem baterias feitas em metal, porém acredito que o fator peso e preço também contribuam para o não crescimento e investimento em baterias de metal.

Dado esse resumo vamos destrinchar um pouco mais desse assunto. Nas caixas metálicas além dos diferentes tipos de metal: (aço/steel, alumínio, latão/brass, bronze, cobre/copper e titânio, temos dois diferentes tipos de construção de casco, e os diferentes acabamentos físicos do casco, e tudo isso que influencia muito no som final do tambor.

Tipos de construção de casco.

Casco Cast: O metal é fundido em uma forma e depois é torneado, torneamento similar ao método usado em caixas de madeira de bloco sólido. Os cascos cast geralmente são mais espessos facilitando os diferentes acabamentos físicos do casco martelado, frisado e etc.

Cascos Rolled: Feitos a partir de uma chapa de metal soldada em uma forma, método similar ao dos cascos de madeira que usam folhas de madeira e são colados. São cascos em sua grande maioria lisos e mais finos.

Tipos de acabamento físico do casco.

Casco liso: Tendem a ter harmônicos mais ricos, um som extremamente cortante e aberto, e muito volume.

Casco frisado: Tendem a ter harmônicos mais controlados em relação ao casco liso, o som se torna mais focado, e cortante, e são cascos com muito volume.

Casco martelado: Tendem a ter o som ainda mais focado que os frisados e lisos, contam um ganho expressivo na resposta do tambor, os harmônicos ficam bem mais controlados chegando a serem parecidos com o dos cascos de madeira, e isso sem perder o volume característico do metal, e é claro que tudo isso dentro das características de cada tipo de metal.

Além de tudo isso, ainda temos a espessura do casco, tal como profundidade e diâmetro, que também são fatores importantes e mudam muito o som de um tambor. Sem contar a escolha de esteira, aros e peles, são responsáveis por pelo menos 50% da qualidade do som do tambor.

E por último mas não menos importante temos os tipos de metais utilizados na construção de tambores e caixas de bateria, e os principais são:

Aço (Steel): Um dos metais mais comuns na construção de caixas, por ser um metal mais barato, é comum vermos caixas de bateria iniciantes com esse material. Porém não se engane, é um metal MUITO sonoro, e é comum vermos caixas signatures TOPs feitas com esse metal, possui sonoridade brilhante, harmônicos muito presentes e possui um som extremamente focado, com certeza um dos metais com mais volume dentre os que são usados na bateria. Em geral a tonalidade de caixas de metal é média, o que permite diversas afinações e mesmo nas mais altas esse metal mantém uma resposta muito rápida e som refinado.

Latão (Brass): Outro metal tradicional na construção de caixas, tem som menos brilhante se comparado ao aço, porém o timbre do brass é mais refinado quente, tal como seus harmônicos, mesmo os harmônicos que sobram são lindos e musicais, e o apelo visual desse metal é maravilhoso. Em geral o timbre do brass é médio, grave, e o volume é muito bom também, não tem tanto volume quanto o aço, mas com certeza tem mais volume do que os vários tipos de madeira.

Bronze: Tem características sonoras bem semelhantes ao brass, porém acho ele ainda mais refinado e sonoro, o casco proporciona o som estalado, com belos harmônicos e muito foco na nota fundamental do tambor lembrando um tiro. É o metal que mais me lembra o som, características e calor do som dos cascos madeira, porém com mais volume e menos corpo.

Alumínio: É o metal meio termo. Tem o melhor de cada um dos metais que falei acima, é com certeza o meu favorito, tem o grave e foco do Brass, harmônicos refinados como o bronze e conta com o volume mais próximo de uma caixa de aço. Não é atoa que as caixas mais amadas são as de Alumínio são extremamente versáteis, tem tonalidade média pendendo um pouquinho pro grave, porém toda essa versatilidade do alumínio, tornam muito fácil a utilização das afinações mais agudas sem perder o som do casco.

Cobre (Copper): Menos abrasivo que o de latão, e relativamente similar ao bronze em sonoridade. Pra mim é o metal com sonoridade levemente mais grave que os demais e com menos sobra também, com certeza é que tem volume mais próximo das caixas de madeira, porém não perde os harmônicos metálicos o que diferencia bastante o som desse material, dos diversos tipos de madeira.

Titânio: É um metal dificilmente usado na construção de cascos, porém já tive a oportunidade de tocar algumas caixas nesse metal, e o que percebi é que ele está entre o alumínio e o aço, sendo ainda mais parecido com o aço do que com o alumínio, tem muito volume, sua tonalidade é médio aguda, e seus harmônicos e timbre são parecidos com o do alumínio, é um metal com características sonoras que me agrada muito, porém difícil de encontrar.

Para finalizar além de todos esses fatores que diferenciam as caixas de metal entre elas, e das de madeira, temos ainda o acabamento artístico e externo das caixas: cromo, pintura, niqueladas, vernizes, lixamentos e escovações. Tudo isso também interfere no som final da caixa, uma caixa sem pintura, vai vibrar mais do que um caixa pintada ou cromada.  Um bom exemplo são caixas de latão com acabamento cromado, costuma ter todas as características sonoras de uma caixa de latão, porém essas características são mais controladas e as vezes até melhor balanceadas, o mesmo ocorre em casco de alumínio cromados ou escovados.

Então como tudo no nosso maravilhoso mundo percussivo, não adianta só ler e ir no que você acha que vai ser melhor pra você, ou na descrição que combina mais com seu gosto. Tem que testar (testar mesmo, subir e descer afinação, com e sem esteira), comparar as que gostou e ir na que te agradou mais, indiferente da marca e descrição.




quarta-feira, 5 de agosto de 2015

os erros dum Batera!

Não há nada tão desagradável como os erros ... 
Mas ao menos fica o aprendizado como experiência.

SÃO ELES:

1 - Não praticar o suficiente (PREGUIÇA)!!!

2 - Não ter tocado com metrônomo desde o início.

3 - Não ter começado a estudar bateria mais cedo.

4 - Não ter levado a sério quando eu era mais jovem.

5 - Não ter aprendido piano ou um outro instrumento de harmonia qualquer.

6 - Não estar pronto e preparado para uma grande oportunidade quando essa surgir. (ACOMODAÇÃO)!!!

7 - Escolher uma banda ao invés de outra apenas para os ganhos imediatos. Siga seu coração, o dinheiro será uma consequência.

8 - Quando eu pensava que eu estava pronto para ser um profissional ... Mais tarde eu aprendi que você nunca está pronto, até o próximo passo. E com muito mais ainda para aprender.

9 - Compor música mais cedo. Eu faço muito isso agora, mas eu levei um longo tempo para pegar o jeito disso.

10 - Você aprende com seus erros e 20 anos depois você está arriscado a repetir um monte deles. (REPETIÇÃO)!!!

11 - É um grande desperdício quando se aprende tanto quando se é jovem, e ao mesmo tempo não consegue absorver o aprendizado por que está empenhado em agarrar e alcançar o sucesso. (APARECER)!!!

12 - Em vez de apreciar e tirar proveito de um bom momento da banda, nós levamos as coisas para uma direção completamente diferente. (DISCIMULAÇÃO)!!!



quinta-feira, 9 de julho de 2015

TENDINITE de BATERISTA




















FONTE BLOG ODERY DRUMS - http://odery.com.br/o-calcanhar-de-aquiles-dos-bateristas-a-tendinite/

Assim como dores nas costas muitos músicos convivem com a temida tendinite, o problema é que muitos músicos tem o pensamento comum ao ser humano “Isso nunca vai acontecer comigo” ou por se achar jovens para ter qualquer tipo de problema físico negligenciam o próprio corpo praticando horas de estudo de bateria, shows sem o devido preparo.

Tocar bateria é comprovadamente equivalente a prática de exercício físico e assim como nessa prática é necessário que a pessoa esteja preparada, tocar bateria também e embora 99% saibam quais exercícios deveriam fazer com aquecimento e alongamentos, muitos não o fazem.

A tendinite é uma inflamação no tendão, nos bateristas geralmente acometem mais os membros superiores, principalmente os tendões dos músculos que movimentam os punhos, os cotovelos e ombros. É uma dor que pode se iniciar apenas no esforço físico porém, não tratando ela evolui chegando a irradiar para outras partes do braço, podendo inclusive causa inchaço, formigamento, dormência e consequentemente diminuição da resistência e força muscular.

Ninguém quer passar por isso não é mesmo? Até mesmo porque isso geralmente significa ficar de “molho” por um tempo, como conta o baterista Alexandre Cunha quando sofreu de tendinite:

“Quando eu tive tendinite precisei praticamente parar de tocar por um ano, não podia estudar e tocava o mínimo possível. Demorou cerca de dois anos pra voltar a minha rotina normal, pois a dor já estava marcada no meu psicológico não sentia vontade de tocar por medo de sentir aquela fraqueza e dor nos músculos novamente. Depois da tendinite comecei a fazer RPG, que melhorou muito a minha postura e fez diminuir o número de crises, pois uma vez com tendinite, sempre há possibilidades de novas crises.

A dica que dou para os bateristas é buscar um equilíbrio, mesmo tocando mais de sete horas por dia, tirar pelo menos trinta minutos por dia ou um dia da semana pra se dedicar a algum esporte e manter um bom condicionamento físico, pois o nosso corpo é a nossa ferramenta de trabalho.”

Para que o risco de ter um problema com tendinite seja diminuído, o músico (mesmo aquele que toca somente em casa) deve ter alguns cuidados como conta pra nós o profissional Danilo Romera de Oliveira, Especialista em Bioquímica do Exercício pelo UNICAMP:

O alongamento e o aquecimento são conceitos diferentes que devem ser executados em momentos distintos. Antes de tocar o mais adequado é o aquecimento, já que aumentará a temperatura do músculo, preparando os tendões para que não fiquem “frouxos”, ativa o sistema nervoso para que faça contrações mais assertivas sem dispender energia contraindo músculos desnecessários, evitando assim, a contração de músculos não preparados para a ação.

Já o alongamento deve ser empregado na fase final, após a prática do instrumento, deve-se então, relaxar a musculatura, acionar mecanismos de descontração, auxiliando assim na recuperação do tecido lesado.

Uma melhor recuperação pode ser acelerada com devido treinamento resistido e aeróbico. Logo, o treinamento resistido fortalecerá as fibras musculares possibilitando mais movimentos e estes, melhores coordenados, aumentando o seu nível de profissionalismo. No entanto, apenas exercícios de fortalecimento não são suficientes já que a prática do baterista é intensa se faz então necessário um bom condicionamento aeróbio para facilitar na recuperação pois necessita de maior oxigenação em seu organismo para eliminar enzimas (LACTATO) que provocam as dores, estas serão eliminadas pela respiração em forma de CO².

Tudo isso aliado a uma boa dieta contendo os principais insumos como carboidrato e proteínas.

Sabe-se que muitos músicos trabalham até altas horas e dessa forma não se permitem o devido descanso para si e para os músculos. Durante o sono, nosso organismo produz hormônios que tratarão exclusivamente na regeneração do tecido lesado e isso é de suma importância para a manutenção de dores e prevenção de lesões, no caso a tendinite uma delas.

Não estou sugerindo para se matricular imediatamente na academia, nem mesmo que tenha que realizar tudo todos os dias, mas o ideal é que seja de forma sistêmica evitando intervalos muito prolongados sem a realização dos mesmos.

Sugestões:

– Aquecimento antes dos Shows/Práticas;

– Alongamento após os Shows/Práticas;

– Shows/Práticas mais intensas devem ser acompanhadas no dia seguinte apenas um trabalho aeróbico aliado a alongamentos;

– Se passou mais de 18 horas sem Shows/Práticas está na hora de executar os exercícios resistidos, mais leves se houver um evento no dia ou mais pesado se houver evento só no dia seguinte;

– Alimente-se após os treinos;

– Durma bem!!! Mesmo que seja por algumas horas.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

TULIO JUNHO 2014 - BIO


junho 2014 - Tulio Fuzato 57 anos

BIOGRAFIA

Tulio Fuzato de origem italiana, é conhecido como: o baterista amputado.
Ele veio de uma família Musical e ao 10 anos de idade teve o seu primeiro contato com a bateria.

Em 2003 teve um mal súbito e caiu na linha do trem perdendo as duas pernas por esmagamento.

Foi muito duro e difícil a recuperação de Tulio. Ele não sabia como voltaria à tocar seu instrumento sem as pernas.

Tulio passou quase 3 anos em reabilitação num centro de amputados no Rio de Janeiro (ABBR) e com o uso de um par de próteses ele voltou à andar, dirigir e tocar bateria.

Foi um treino duro e intenso, mas depois de 6 meses Tulio dominava os pedais e voltou à tocar sendo fortemente motivado pela musica e por seus amigos.

Hoje Tulio é um palestrante motivacional, com a banda Supera Rock, um musico conhecido por superar seus desafios estando à frente da banda SUPERA ROCK e suas PALESTRAS MOTIVACIONAIS, além de outras "GIGS" com Bandas de vários amigos Músicos.

Hoje você encontra o trabalho de Tulio Fuzato em vários canais da internet:
FACEBOOK: superarock and "the double amputee drummer"

EQUIPAMENTO:

Tulio Fuzato usa exclusivamente baterias TAMA 
pratos Paiste 2002 ou Avedis Zildjian
peles REMO
baquetas Regal Tip sticks - by CALATO


BIOGRAPHY

Tulio Fuzato of Italian origin, is known as the amputee drummer
He came from a musical family and at the age of 10 y.o. had his first contact with the drums.

In 2003 had a sudden illness and fell on the train line losing both legs crush.
It was very hard and difficult recovery from Tulio. He did not know how to play your instrument back without your legs .

Tulio spent nearly three years in a rehabilitation center for amputees in Rio de Janeiro ( ABBR ) and with the use of a pair of prosthesis he returned to walk, drive and play drums.

It was a hard workout and intense, but after six months Tulio dominated the pedals and returned to play being strongly motivated by music and by his friends.

Today Tulio is a motivational speaker, with the band named OvercomesROCK (superaRock); a musician known to overcome his challenges and command a JAM-ROCK every Saturday in Rio de Janeiro - Brazil .

Today you will find the work of Tulio Fuzato in various channels 
of the internet :
FACEBOOK : superarock and "the double amputee drummer" PAGE

EQUIPMENT :

Tulio Fuzato exclusively uses TAMA drums
Cymbals: Avedis Zildjian or Paiste 2002
drum heads: REMO
drum sticks: Regal Tip - by calato


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

em frente à bateria

O modo como você senta e a POSTURA na BATERIA é TUDO!!! A ATITUDE frente à peças (pratos, caixa, tons) determina o que vc fará com elas. Não é a quantidade de peças ou de pratos!!! A Música AMPLIFICADA (Rock) pode fazer com que vc descarregue muita pressão nessas peças. Mas o estilo de música que está sendo executada é que vai determinar o nível e a dinâmica; coisa que alguns devem aprender ....... 
abçs, Tulio Fuzato - practise!!! practise!!! practise!!! http://www.tuliofuzato.com.br/

The way of you sitting on the drums and your POSTURE is all in a drum kit. ATTITUDE at front the pieces (cymbals, snare, tons) determines what do you do with them. Not the number of pieces or cymbals. Amplified music (Rock) can make you download a lot of pressure in these parts. But the style of music being performed will determine the level and dynamics; people should learn some thing about it ....... cheers, Tulio Fuzato - practise!!! practise!!! practise!!!


ACCESS: The amputee drummer. 
A history of overcoming challenges through Music.  http://youtu.be/xwOsLCpAnwI























sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Zildjian X Sabian



Zildjian vs Sabian. 

Conheça a historia das duas marcas e onde elas se cruzam 

Não sei qual a sua marca de pratos favorita, mas que Zildjian e Sabian estão entre as principais marcas do mundo, ninguém pode negar.

Se você não conhece a história de nenhuma das duas e quer saber onde elas se cruzam, este artigo vai te mostrar como uma briga de família fez nascer uma das marcas de pratos mais usadas nos dias de hoje.

As discussões sobre qual marca é a melhor, a que tem o melhor som, liga de metal ou timbre são praticamente infinitas. A escolha vai do gosto de cada um, com um timbre mais pesado, um som mais aberto, ou a série que mais se encaixa ao tipo de música que cada um toca. O importante é se sentir confortável e satisfeito com o kit escolhido.

Quando o assunto é sobre Zildjian vs Sabian, muitos dizem ser a mesma coisa, outros que uma é pior, por ser considerada “genérica” outros ainda pensam que a fórmula por ser teoricamente a mesma não oferece diferença.

O objetivo deste artigo é contar a história das duas marcas e não determinar qual seria a melhor. Dito isso, lá vamos nós.

Zildjian

A Zildjian ou Avedis Zildjian Company é uma marca americana que fabrica além de pratos, outros acessórios para bateria, inclusive baquetas. Avedis Zildjian, seu fundador, era um alquimista armênio, que ao tentar criar ouro, combinando metais comuns, descobriu uma liga de cobre, estanho e prata com qualidades sonoras únicas. Em 1618 , Avedis usou sua liga especial para criar pratos com um som espetacular, o som foi tão encantador que o sultão local o convidou para morar na corte e fazer os pratos de suas bandas de elite. Com a reputação de Avedis crescendo, o sultão deu-lhe o nome de “Zildjian” que em turco significa “filho do fabricante de prato”.

Em 1623, Avedis deixou o palácio, para então, iniciar seu próprio negócio no subúrbio de Constantinopla, dando assim origem a Avedis Zildjian Company.

Desde então esta “fórmula secreta da Zildjian” têm sido passada de geração em geração para os herdeiros da família. Em 1929, Avedis III, mudou-se para a América, transferindo assim a sede da empresa junto com ele.

A tradição da família era de se passar o segredo apenas para o filho mais velho, porém, Avedis III o passou para seus dois filhos, Armand e Robert.

Por décadas a Zildjian têm sido reconhecida pela qualidade de seus pratos e timbres, sendo usada pelos quatro cantos do mundo por bateristas dos mais diversos estilos.

A lista dos artistas que representam a marca Zildjian utilizando suas melhores séries é muito grande e com nomes mundialmente reconhecidos como: Travis Barker (Blink-182), Matt Brann (Avril Lavigne), Mike Bordin (Faith no More), Rob Bourdon (Linkin Park), Igor Cavalera (Cavalera Conspiracy) e muitos outros.

Sabian
Após brigas familiares e uma disputa judicial, Robert deixou a Zildjian e fazendo uso de todo conhecimento adquirido com a empresa de sua família, deu início a outra marca de fabricação de pratos, a Sabian, que foi fundada em 1981.

Após os processos judiciais Robert ficou com a fábrica canadense, que era responsável por cerca 40% da produção da Zildjian e conduzia toda a fabricação dos pratos da série “K”.

Para a criação do nome SABIAN, Robert usou as primeiras sílabas dos nomes de seus três filhos, Sally, Billy e Andy.

O crescimento da Sabian foi muito rápido, visto que a “fórmula” para a fabricação dos pratos já vinha de sua família e também por Robert carregar o sobrenome Zildjian, o que lhe assegurava certa credibilidade, conquistando assim um enorme mercado ao redor do mundo e grandes nomes de bateristas para representarem sua marca.

Os nomes que circulam na lista de artistas que representam a Sabian são grandes referências para a música, como Sean Kinney (Alice in Chains), Dave Weckl (Dave Weckl Band), Mike Portnoy (Ex-Dream Theater), Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers), Neil Peart (Rush), Terry Bozzio (Frank Zappa), Tony Royster Jr. (Jay-Z), e muitos outros grandes bateristas não citados aqui.


MINHA CONCLUSÃO!!!


há os IDÓLATRAS!!! ----- um prato é um disco de metal ressonante - uns B8, outros B20, nom cast, raiados ou lisos etc ..... o X da questão é a relação custo benefício, o gosto, e a característica de cada marca e modelo! ultimamente a Zild não está caprichando tanto e a produção industrial tem declinado a qualidade SONORA que ficou nivelada para o ouvido MEDIANO ------- mas depois que vc toca com os 2002 VINTAGES - K - e os HH antigos -------- mas nada basta!!! é na verdade uma escala: entry level cymbals - top mediun price - e os TOPS dos TOPS ------ mas eu já ví ouví china Wuhan com som melhor do que chinese da Sabian, etc .... etc.... etc .... O PRATO TEM FAZER A TUA CABEÇA ------- e caber dentro do teu ORÇAMENTO!!! e ponto FINAL -------

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PALESTRA MOTIVACIONAL



Trechos da Palestra Motivacional do baterista amputado Tulio Fuzato com a Banda SuperaRock em 29 de out. de 2013 na Festa de 4 anos do Espaço ideal Eventos.

Uma noite memorável na presença de RH´s e diretores importantes de Empresas do Mercado Corporativo.

O meu humilde agradecimento ao staff do evento.
Ao registro do video-clip a cargo dos amigos Gustavo Plácido e Luiz Olinto.
Aos Fótógrafos Henrique Barreto e Paulo Vanzilotta.
Aos Músicos da Banda SuperaRock:
Rick Lima Trucco - "all guitars" e vocais
Alfredo Bravo - contrabaixo e vocais
Meus parabéns aos Mentores do Espaço ideal Eventos: prof. Maurício Werner,
Fábio Guimarães e Nelson Antonio Ferreira.

PALESTRAS MOTIVACIONAIS + POCKET SHOW
Tulio Fuzato, é o único BBB (Baterista, Brasileiro, Biamputado).
Tulio sofreu um acidente no Metrô e foi reabilitado na ABBR.
O projeto Supera Rock nasceu desta superação aliada à maior paixão do Tulio, a música.
O grande diferencial do Projeto SUPERA ROCK é a mistura da PALESTRA com o Trio (contrabaixo, guitarra e Tulio na Bateria) que finaliza a apresentação com um pocket-show dos clássicos do Rock.

CONTRATE! - vc vai se surpreender:
e-mail: mauricio@espacoidealeventos.com.br
Maurício Werner - Espaço ideal eventos
tulio.fuzato@gmail.com
http://www.tuliofuzato.com.br/
http://youtu.be/B1Ly6eixz1g