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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

planos econômicos do Brasil













LEIAM pois é muito importante saber!

Nenhum desses "Homens" melhoraram a vida do "Brazileiro"!!!
Agora (2015) DILMA quer aumentar impostos na CANETADA ignorando o Congresso que deseja a cabeça dela numa bandeja de prata!

Desde tempos imemoráveis Governantes Brasileiros gastam mais do que arrecadam - RESUMO: uma máquina estatal inchada, ineficiente, improdutiva, arrastando e escravizando um povo bom alegre trabalhador inteligente amigo!

Saiba quais foram os principais planos econômicos Brasileiros desde 1986:

Plano Cruzado –Fevereiro de 1986

Criado pelo governo José Sarney no final de fevereiro de 1986, o Plano Cruzado foi idealizado por Dilson Funaro, então ministro da Fazenda. Entre as principais medidas estavam:

- Congelamento de preços de bens e serviços;
- Reforma monetária, alterando a moeda que passou a se chamar cruzado;
- Congelamento dos salários pela média de seu valor dos últimos seis meses e do salário mínimo em Cz$ 804,00; 
- Criação de uma tabela de conversão para transformar as dívidas contraídas em uma inflação  muito alta em dívidas contraídas em uma economia de inflação praticamente nula;
- Criação de um tipo de seguro-desemprego para quer fosse dispensado sem justa causa ou em virtude do fechamento de empresas;
- Salários passam a ser reajustados pelo chamado gatilho salarial, que estabelecia o reajuste automático dos salários sempre que a inflação alcançasse 20%. Em um primeiro momento, o Plano Cruzado teve amplo apoio popular e até mesmo seus opositores passaram a apoiá-lo. No entanto as coisas começaram a não dar certo, pois os preços relativos da economia estavam desequilibrados. Com isso, muitos produtores não puderam reajustar seus preços (que eram corrigidos no início de cada mês) e acabaram perdendo rentabilidade no negócio ou, em alguns casos, ficando com preços mais baixos que os custos. Isso levou à queda na qualidade de diversos produtos.
Além disso, o congelamento não permitiu que os preços que variam de acordo com a época do ano se ajustassem, o que levou ao desabastecimento de alguns bens e o surgimento do ágio para a compra de produtos como carne, leite e automóveis. Para piorar a situação, o governo concedeu um abono de 16% ao salário mínimo e de 8% aos funcionários públicos, o que estimulou o consumo e aumentou a demanda, que não pode ser ajustada por um aumento de preço.
O governo seguia com elevados gastos público e manteve o congelamento da taxa de câmbio, o que levou o país a perder uma parcela considerável das reservas internacionais e os juros da economia estavam negativos o que desestimulava a poupança e pressionava o consumo.
A proximidade das eleições para os governos estaduais impediu a adoção de medidas para salvar o Plano Cruzado. Após a base governista vencer em 22 dos 26 estados, as coisas começaram a mudar. O primeiro passo foi descongelar os preços, mas com isso a inflação voltou com força e naufragou o plano.

Plano Bresser –Julho 1987

Luiz Carlos Bresser Pereira assumiu o Ministério da Fazenda do Governo José Sarney em abril de 1987 após fracasso do Plano Cruzado. Pouco depois de sua posse, a inflação no Brasil atingiu a marca de 23,21%.
Na época, o principal problema do país era o déficit público, com o governo gastando mais do arrecadava. Em apenas quatro meses, essa diferença já atingia 7,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para tentar solucionar esse cenário, foi criado o chamado Plano Bresser, no qual se instituiu o congelamento dos preços, dos aluguéis, dos salários. Também foi criada a UPR, que serviu como referência monetária para o reajuste de preços e salários.
Para conter o déficit público, foi decidido desativar o gatilho salarial (reajuste dos salários pela inflação), além do aumento de impostos, corte de subsídios do trigo e o adiamento de obras de grande porte já planejadas. O país passou também a negociar com o FMI e suspendeu a moratória.
No entanto, os esforços de Bresser não deram certo e a inflação atingiu 366% em dezembro de 1987. Com isso, o ministro pediu demissão em janeiro de 1988 e foi substituído por Maílson da Nóbrega.

Plano Verão –Janeiro de 1989

Substituto de Bresser na Fazenda, Maílson da Nóbrega lançou no dia 16 de janeiro de 1989 um plano econômico que ficou conhecido como Verão. A crise inflacionária nos anos 80 levou à edição de uma lei que modificou o índice de rendimento da caderneta, promovendo ainda o congelamento dos preços e salários, a criação de uma nova moeda, o cruzado novo, que inicialmente era atrelada em paridade ao dólar, e a extinção da OTN, importante fator de correção monetária.
Mais uma vez as intenções do governo não deram certo e o Plano Verão gerou uma série de desajustes às cadernetas de poupança, em que as perdas chegaram a 20,37%. Esses prejuízos puderam ser reavidos na Justiça até dezembro do ano passado.

Plano Collor –Março de 1990

Anunciado no dia 16 de março de 1990, um dia após a posse do presidente Fernando Collor, o plano foi um conjunto de reformas econômicas que visavam controlar a inflação crescente nos anos anteriores. Oficialmente, o nome do plano era Brasil Novo, mas ficou conhecido popularmente como Plano Collor.
A proposta era combinar a liberação fiscal com a financeira. Para isso, foram adotadas medidas radicais para estabilizar os preços, que foram acompanhadas de programas de reforma da política industrial e do comércio exterior. O governo decidiu também dar início a um programa intitulado Programa Nacional de Desestatização,mais conhecido como PND.
O plano foi efetivamente implementado pela equipe de economistas de Collor, composta por Zélia Cardoso de Mello, Antônio Kandir, Ibrahim Eris, Venilton Tadini, Luís Otávio da Motta Veiga, Eduardo Teixeira e João Maia. Entre as medidas adotadas estavam:
- Substituição do Cruzado Novo pelo Cruzeiro; 
- Congelamento de 80% dos bens privados por 18 meses;
- Taxas elevadas em todas as transações financeiras; 
- Indexação das taxas; 
- Fim da maior parte dos incentivos fiscais;
- Preços reajustados por entidades públicas; 
- Câmbio flutuante;
- Abertura da economia para o comércio exterior; 
- Congelamento temporário dos salários e preços;
- Extinção de agências do governo para a redução de gastos públicos; 
- Estímulo à privatização e início da remoção da regulamentação da economia.
Antes da posse de Collor, o Brasil vivia um processo de hiperinflação, com o índice chegando a uma média mensal de 28,94%. Para conter os preços, a proposta era restringir o fluxo de dinheiro para conter a inflação inercial. No entanto, a queda no comércio gerou uma grande redução da atividade industrial. Em junho de 1990, a inflação estava 9%, contra 81% de março.
No entanto, esse congelamento de ativos, que na prática foi um confisco do dinheiro que a população tinha em conta corrente, começou a gerar outros problemas para a economia. Com um cenário recessivo, as empresas passaram a demitir, muitas fecharam as portas.
No fim de 1990, a inflação já tinha voltado a crescer e fechou o ano com 1.198%. Para tentar reverter a situação, foi lançado o Plano Collor II, que teve uma série de medidas no mercado financeiro que representaram uma política de elevadas taxas de juros. Com um novo congelamento de preços e salários, a inflação fecha 1991 em 481%.
O processo de abertura da economia brasileira obrigou a indústria nacional a investir para se modernizar. No entanto, a inflação seguia um pouco elevada e um escândalo político levou ao impeachment de Collor.

Plano Real – junho de 1993

O Plano Real foi implantado em três etapas e iniciado em 14 de junho de 1993 quando Fernando Henrique Cardoso era Ministro da Fazenda do governo de Itamar Franco. No ano seguinte foi criada a Unidade Real de Valor (URV) que passaria a ser a nova moeda brasileira posteriormente e que se chamaria Real.
Seu objetivo principal do Plano Real era controlar a hiperinflação, um problema brasileiro estava impedindo o desenvolvimento do país. O momento combinou condições políticas, históricas e econômicas para permitir que o governo brasileiro lançasse o plano que colocou fim a quase três décadas de inflação.
Apesar do sucesso, o Plano Real enfrentou duras dificuldades, principalmente com a crise dos Tigres Asiáticos (1997) e da Rússia (1998). Com isso, o governo precisou elevar a taxa básica de juros, que chegou a 50% ao ano em setembro. No final de 1998, assinou um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que impunha duras obrigações a serem cumpridas.
Com dificuldades de aprovas medidas importantes no Congresso, como a taxação dos servidores inativos, o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso se viu obrigado a abandonar o sistema de bandas cambiais e deixa a taxa de câmbio flutuante (livre). Em apenas dois meses, a moeda brasileira perdeu 40% de seu valor.

Nos anos seguintes a situação ficou sob controle (enrustido), com o Real voltando a ser alvo de especulação em 2002, quando a eleição de Lula à presidência era quase certa. No entanto, em um documento chamado Carta ao Povo Brasileiro, o então candidato se comprometeu a manter os parâmetros da economia brasileira e a situação se acalmou temporariamente!

Hoje, (2015-16) este mesmo partido (PT) comanda o maior esquema de roubo e corrupção aos cofres públicos desestabilizando o País e trazendo índices estarrecedores à combalida e fraca Economia Brasileira com o povo como sempre pagando caro por dívidas e desmandos que não cometeu.

terça-feira, 7 de abril de 2015

maioridade penal 16 anos




1- Hoje, uma pessoa com 16 ou 17 anos já é capaz de ter sua personalidade formada, tendo ciência acurada do certo e do errado. 
Logo, colocar esses marginais na prisão com penas equivalentes aos crimes por eles cometidos não pode ser configurado como um ato de maldade para com um inocente.

2- Ressocialização

Todos sabemos que essas instituições que acolhem menores infratores não conseguem ressocializar seus detentos, que muitas vezes saem de lá e são promovidos para as cadeias comuns depois de adultos.

3- Impunidade

O adolescente, em conflito com a lei, ao saber que não receberá as mesmas penas de um adulto, não se inibe ao cometer mais atos infracionais. 
Isso alimenta a sensação de impunidade e gera crimes que jamais poderiam acontecer. Um menor de idade sabe que, em função de sua idade, poderá cometer quantos delitos puder, sabendo que terá uma pena branda.

4- Mão-de-obra

Graças a essa impunidade, muitos criminosos recrutam menores de idade ( buchas ) para executar suas atividades criminosas. 
O menor é arrancado de sua infância com a promessa de uma vida de ostentação, cometendo crimes que muitas vezes adultos teriam receio de cometer por causa da altas penas. 
Devido a esse sistema cruel, a demanda por mão-de-obra menor de idade nunca é mitigada no mundo do crime.

5- Crime

A maioria das pessoas já estão cansadas de saber que são os delinquentes juvenis são os maiores causadores de roubos e pequenos furtos no nosso país, sendo eles presos e logo soltos para voltar para o crime. 
Como resultado desse sistema, pessoas passam a ter medo de andar na rua. Muitas são as pessoas que sofrem doenças psicológicas em função do pânico que já passaram na mão desses facínoras, sendo obrigadas a gastar fortunas em tratamentos médicos e psiquiátricos. 
Muitas são as lojas assaltadas por esses menores que se veem obrigadas a terem que contratarem seguranças e repassar esse investimento para seus consumidores. Logo, toda a nossa sociedade paga caro com a tolerância a esses delinquentes.

6- Estupro

Não é justo que uma pessoa que estupre, mate e roube, como foi o caso do criminoso Champinha, tenha uma pena tão pequena em troca de todo o mal e sofrimento que causou a família de suas vítimas, Liana Friedenbach e Felipe Caffé. 
Todos os dias, dezenas de menores infratores como Champinha cometem crimes bárbaros que acabam no esquecimento. 
Não é justo que bandidos perigosos voltem pouco tempo depois de seus crimes as ruas para cometer maldade contra outras pessoas. 
Liana e champinha tinham ambos 16 anos. 
Para nossa lei, Champinha era muito novo para ser responsabilizado por seus atos; mas, Liana, mesmo sendo também menor de idade, não foi privada de ser responsabilizada pelos atos de Champinha. 
Por mais leve que seja a pena, menos pena esses jovens bandidos terão de nós.

7- Ativistas dos defeitos humanos

Os ativistas de direitos humanos sempre fazem de tudo para que os direitos dos bandidos sejam preservados, mas se esquecem que os próprios alvos de seus esforços são os primeiros a desrespeitar os direitos humanos das pessoas inocentes.

Esses bandidos não respeitam o direito de propriedade, tampouco o direito a vida – se bem que os ativistas de direitos humanos também não. 
Quando um criminoso comete um crime bárbaro, os ativistas de direitos humanos lutam pelos direitos dos criminosos, ao invés de lutar pelo direito de suas vítimas, essas sim, mereciam ter seus direitos humanos defendidos.

Esses ativistas dizem que já faltam lugar na cadeia para tantos criminosos. 
Isso quer dizer que esses bandidos tenham que ficar soltos? Por que então eles, que dizem gostar tanto dos direitos dos menores, não levam esses menores infratores para casa deles?

Eles dizem que faltam lugar nas cadeias para os criminosos, mas a verdade é que o que falta mesmo é criminosos nas cadeias. 
O que a população pede é que se encha ainda mais essas cadeias. 
Nosso país tem tanta impunidade que a maioria dos criminosos estão fora da cadeia. Então que a lei se cumpra e que se construa as prisões.

Enquanto o brasileiro sofre, os bandidos ganha o famigerado bolsa bandido para alimentar a família deles. 
No Brasil, ser bandido é um bom negócio. 
Enquanto que o pobre luta para se alimentar, os bandidos nada produzem para se alimentar com o nosso dinheiro. 
Todo o conforto que eles têm é um luxo se compararmos com o que os pobres miseráveis do Brasil precisam fazer para alimentar suas famílias.

Em entrevista a revista Forum, o deputado Marcelo Freixo, defensor dos direitos dos presos, disse que culpabilização individual é um erro. 
O que viria a ser isso? Quer dizer que toda a sociedade honesta é culpada se um indivíduo comete um crime? Muito interessante. 
É muito fácil socializar a culpa dos criminosos pelos crimes hediondos que eles cometem.

Outra coisa. Esses ativistas adoram dizer que os presos são predominantemente negros para suscitar o censo de justiça racial das pessoas. 
Isso só denota uma coisa. 
A população nas periferias tem muitos negros e a justiça tem mais facilidade de prender as pessoas carentes, que não podem pagar advogados. 
Pouco importa se os presos são negros, brancos, magros, gordos, ateus, crentes, ricos, pobres, etc. 
O que importa é que quem comete crime tem que pagar, independentemente dos grupos dos quais ele faz parte.

8- Impostos

Pois quase 90% da população brasileira agoniza em favor da redução da maioridade penal. O brasileiro está cansado de pagar impostos para que a sua segurança seja cada dia mais mitigada. 
Vivemos numa democracia e a verdadeira vontade do povo é colocar esses criminosos atrás das grades. 
Todos estamos cansados de pagar impostos para o governo criar essas instituições que só aparecem na hora que ocorre uma grande rebelião. 
Se 90% dos brasileiros clama por isso é porque essa situação a muito já saiu do controle.

9- Coitadismo

Já que os outros 10% não conseguem ganhar no voto, apelam para o bom-mocismo e para o coitadismo, dizendo que o menor é uma vítima do sistema. Se esquecem que nem todos os menores de idade que moram em regiões dominadas pelo tráfico ingressam no crime. 
Aqueles que o fazem, fizeram uma decisão e se eles não são capazes de arcar com as consequências de seus atos, nós, brasileiros, que devemos pagar pelo prejuízo social causado pelos crimes cometidos por adolescentes.

10- Desigualdade

A verdadeira desigualdade social é ver que muitos jovens pobres, que optaram por uma vida digna, acabando sendo as vítimas daqueles que não souberam – ou quiseram – pagar o mesmo preço que eles. Se a desigualdade gerasse crime, todos os jovens pobres seriam criminosos e sabemos que isso não procede. 

É preciso entender que esse menor pode causar muito mais prejuízo para a sociedade do lado de fora do que do lado de dentro da cadeia. 

Nossas leis são por si só criminosas e só favorecem a quem decide optar pela criminalidade. De modo que a redução da maioridade penal é apenas o primeiro passo para que possamos criar um país menos acostumados com a imoralidade dos crimes. 
Não se trata de vingança, se trata de justiça. 
Não se trata apenas de reduzir a maioridade penal, temos que elevar a moralidade penal.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CLEPTOCRACIA



Cleptocracia, 
é um termo de origem grega, que significa, literalmente, “Estado governado por ladrões” , 
cujo objectivo é o do roubo de capital financeiro dum país e do seu bem-comum.

A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transformar esse poder político em valor econômico, por diversos modos .


A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política, institucionalizando a corrupção e seus derivados como o nepotismo, o peculato, de forma que estas ações delitivas ficam impunes, devido a que todos os setores do poder estão corruptos, desde a Justiça, os funcionários da lei e todo o sistema político e economico.

É UM CÂNCER A SER EXTIRPADO.

domingo, 1 de dezembro de 2013

BRAZIL VARONIL .....



E mais um ano Lá se vai!!! -----

é como dizia Zé Ramalho: É DURO TER QUE DAR MAIS DO QUE RECEBER!!! POVO MARCADO, VIDA DE GADO, POVO FELIZ!!!!

Chegamos à um ponto dos acontecimentos em que pelo menos aqui no Brazil VARONIL P.Q.o.P.RIL ----  NADA FUNCIONA ------ o cidadão paga caro!!! é lesado!!! roubado!!! sacaneado!!! feito de bôbo!!!

Os serviços de estrutura básica tais: SAÚDE, ESCOLA, SEGURANÇA, água, luz, esgoto, telefonia, internet, SIMPLESMENTE ESTÃO MUITO LONGE de um padrão descente. Não preciso narrar o que se sucede em nosso país. Uma grandiosa CRISE de VALORES em que a hosnetidade passa longe.

Os governantes estão preocupados com os seus proventos: Leia-se um salário mínimo de R$ 26.000 reais por cabeça!!!

Dia destes morre um senhor idoso nas ruas se esvaindo em sangue com a ruptura de uma veia e o socorro SAMÚ - 192, apareceu 3 horas depois.

Alegaram que só havia uma ambulancia para atedimento de uma cidade como Niterói no Rio de Janeiro!!!

TUDO É MAL DIMENSIONADO!!! tacanho, feito pra durar pouco e gerar gastos públicos com super-faturamento. Dinheiro de impostos que pagamos e não são revertidos para o bem estar das pessoas que trabalham duro, honestamente, e pagam por isso!!!

Viadutos, Estradas, área Urbana estão entregues aos buracos, Lixo, animais nas Ruas, e principalmente VAGABUNDAGEM!!!

ok vc pode ser assaltado, mas tem que rezar pra não tomar um tiro porque nem plano de saúde adianta, pois não há como vc chegar vivo!!! e vão primeiro verificar teu CPF.

Mas CARNAVAL tem e COPA do MUNDO também. E vc tem que ir votar também bunitinho, mesmo depois de tanto GAS de PIMENTA na cara, e a mídia enrrustindo a verdade!!!

SINCERAMENTE!!! este ano de 2014 eu vou fazer o meu protesto "entrincheirado" nas barricadas da Guerra do eu mesmo contra esse sistema "IMBECILIZANTE" que está ae pra te "FORMATAR".