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quinta-feira, 3 de março de 2016

Maricá chuvas 03-2016


Fonte: Marcelo Bessa - itaipuaçú site - 

TERÇA-FEIRA, 1 DE MARÇO DE 2016


Maricá RJ: "Minha Casa, Minha, Vida", uma tragédia anunciada - obra Eleitoreira!


"São as águas de março" - Ellis Regina


MARCELO BESSA :: ITAIPUAÇU SITE - Devido à ganância de políticos ambiciosos, má gestão e expansão imobiliária desordenada em mandatos de vários prefeitos, hoje em dia, em Maricá, município situado na região metropolitana do Rio de Janeiro, há diversas construções em áreas que, em outras épocas, eram lagos ou lagoas. Entre essas obras, o condomínio Carlos Marighella do programa "Minha Casa, Minha Vida".

Ao longo dos últimos 30 anos, 4 enchentes deixaram centenas de desabrigados em Maricá (1983, 1988, 2005 e 2010). Na enchente de 2010, de maior gravidade, no local conhecido como "Reserva Verde", em Itaipuaçu, todas as casas ficaram submersas. No dia 6 de abril daquele ano a Prefeitura de Maricá decretou estado de emergência em todo o município.

Mesmo assim, em 2013, apenas três anos depois, no exato local, a prefeitura, em parceria com o governo federal, sugeriu e autorizou a construção de 1472 apartamentos divididos em 184 prédios, do programa "Minha Casa, Minha Vida", para famílias de baixa renda.

Em 3 de agosto de 2015, a presidente Dilma Rousseff, ao lado do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, inaugurou o condomínio Carlos Marighella, no que parecia ser um grande palanque eleitoral.

Oportunista, Quaquá, que também era e ainda é presidente regional do PT, e que, assim como Dilma estava num "mato sem cachorro" enfrentando vários problemas com a Justiça e com a própria insatisfação popular, tendo até sido agredido na rua por um cidadão, tratou de armar um "circo" com toda sua militância.

Porém, assim que as unidades foram entregues, em poucas horas surgiram os primeiros problemas. Os moradores, ainda em plena mudança, ficaram sem água por falta de fornecimento. Quando a água chegou, os encanamentos estouraram. Foram semanas de reparos mas não adiantou muito, pois os vazamentos continuaram.

Nos primeiros dias de chuva, surgiram goteiras e rachaduras nos apartamentos até que, no início deste ano, no dia 23 de janeiro, choveu ininterruptamente durante 24 horas. O rio Bambu, que passa ao lado do condomínio, transbordou e causou uma grande inundação. A água invadiu alguns apartamentos.

Mas, nesta segunda-feira (29/2), bastaram apenas poucas horas de chuva para que o rio Bambu transbordasse novamente. Desta vez, a água encheu todo o condomínio e invadiu todos os apartamentos térreos causando pânico e prejuízos aos moradores. Muitos abandonaram seus apartamentos e foram se abrigar em casas de amigos e parentes.

Baixada de Itaipuaçu

Historicamente, tal localidade sempre foi alagadiça. Alguns relatos dão conta de que toda aquela área já foi uma enseada; depois virou lagoa. Aterrada, acabou se transformando num brejo. Nos tempos dos Beneditinos, o local era conhecido como "chavascal".

FOTOS =====================

























sexta-feira, 18 de setembro de 2015

planos econômicos do Brasil













LEIAM pois é muito importante saber!

Nenhum desses "Homens" melhoraram a vida do "Brazileiro"!!!
Agora (2015) DILMA quer aumentar impostos na CANETADA ignorando o Congresso que deseja a cabeça dela numa bandeja de prata!

Desde tempos imemoráveis Governantes Brasileiros gastam mais do que arrecadam - RESUMO: uma máquina estatal inchada, ineficiente, improdutiva, arrastando e escravizando um povo bom alegre trabalhador inteligente amigo!

Saiba quais foram os principais planos econômicos Brasileiros desde 1986:

Plano Cruzado –Fevereiro de 1986

Criado pelo governo José Sarney no final de fevereiro de 1986, o Plano Cruzado foi idealizado por Dilson Funaro, então ministro da Fazenda. Entre as principais medidas estavam:

- Congelamento de preços de bens e serviços;
- Reforma monetária, alterando a moeda que passou a se chamar cruzado;
- Congelamento dos salários pela média de seu valor dos últimos seis meses e do salário mínimo em Cz$ 804,00; 
- Criação de uma tabela de conversão para transformar as dívidas contraídas em uma inflação  muito alta em dívidas contraídas em uma economia de inflação praticamente nula;
- Criação de um tipo de seguro-desemprego para quer fosse dispensado sem justa causa ou em virtude do fechamento de empresas;
- Salários passam a ser reajustados pelo chamado gatilho salarial, que estabelecia o reajuste automático dos salários sempre que a inflação alcançasse 20%. Em um primeiro momento, o Plano Cruzado teve amplo apoio popular e até mesmo seus opositores passaram a apoiá-lo. No entanto as coisas começaram a não dar certo, pois os preços relativos da economia estavam desequilibrados. Com isso, muitos produtores não puderam reajustar seus preços (que eram corrigidos no início de cada mês) e acabaram perdendo rentabilidade no negócio ou, em alguns casos, ficando com preços mais baixos que os custos. Isso levou à queda na qualidade de diversos produtos.
Além disso, o congelamento não permitiu que os preços que variam de acordo com a época do ano se ajustassem, o que levou ao desabastecimento de alguns bens e o surgimento do ágio para a compra de produtos como carne, leite e automóveis. Para piorar a situação, o governo concedeu um abono de 16% ao salário mínimo e de 8% aos funcionários públicos, o que estimulou o consumo e aumentou a demanda, que não pode ser ajustada por um aumento de preço.
O governo seguia com elevados gastos público e manteve o congelamento da taxa de câmbio, o que levou o país a perder uma parcela considerável das reservas internacionais e os juros da economia estavam negativos o que desestimulava a poupança e pressionava o consumo.
A proximidade das eleições para os governos estaduais impediu a adoção de medidas para salvar o Plano Cruzado. Após a base governista vencer em 22 dos 26 estados, as coisas começaram a mudar. O primeiro passo foi descongelar os preços, mas com isso a inflação voltou com força e naufragou o plano.

Plano Bresser –Julho 1987

Luiz Carlos Bresser Pereira assumiu o Ministério da Fazenda do Governo José Sarney em abril de 1987 após fracasso do Plano Cruzado. Pouco depois de sua posse, a inflação no Brasil atingiu a marca de 23,21%.
Na época, o principal problema do país era o déficit público, com o governo gastando mais do arrecadava. Em apenas quatro meses, essa diferença já atingia 7,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para tentar solucionar esse cenário, foi criado o chamado Plano Bresser, no qual se instituiu o congelamento dos preços, dos aluguéis, dos salários. Também foi criada a UPR, que serviu como referência monetária para o reajuste de preços e salários.
Para conter o déficit público, foi decidido desativar o gatilho salarial (reajuste dos salários pela inflação), além do aumento de impostos, corte de subsídios do trigo e o adiamento de obras de grande porte já planejadas. O país passou também a negociar com o FMI e suspendeu a moratória.
No entanto, os esforços de Bresser não deram certo e a inflação atingiu 366% em dezembro de 1987. Com isso, o ministro pediu demissão em janeiro de 1988 e foi substituído por Maílson da Nóbrega.

Plano Verão –Janeiro de 1989

Substituto de Bresser na Fazenda, Maílson da Nóbrega lançou no dia 16 de janeiro de 1989 um plano econômico que ficou conhecido como Verão. A crise inflacionária nos anos 80 levou à edição de uma lei que modificou o índice de rendimento da caderneta, promovendo ainda o congelamento dos preços e salários, a criação de uma nova moeda, o cruzado novo, que inicialmente era atrelada em paridade ao dólar, e a extinção da OTN, importante fator de correção monetária.
Mais uma vez as intenções do governo não deram certo e o Plano Verão gerou uma série de desajustes às cadernetas de poupança, em que as perdas chegaram a 20,37%. Esses prejuízos puderam ser reavidos na Justiça até dezembro do ano passado.

Plano Collor –Março de 1990

Anunciado no dia 16 de março de 1990, um dia após a posse do presidente Fernando Collor, o plano foi um conjunto de reformas econômicas que visavam controlar a inflação crescente nos anos anteriores. Oficialmente, o nome do plano era Brasil Novo, mas ficou conhecido popularmente como Plano Collor.
A proposta era combinar a liberação fiscal com a financeira. Para isso, foram adotadas medidas radicais para estabilizar os preços, que foram acompanhadas de programas de reforma da política industrial e do comércio exterior. O governo decidiu também dar início a um programa intitulado Programa Nacional de Desestatização,mais conhecido como PND.
O plano foi efetivamente implementado pela equipe de economistas de Collor, composta por Zélia Cardoso de Mello, Antônio Kandir, Ibrahim Eris, Venilton Tadini, Luís Otávio da Motta Veiga, Eduardo Teixeira e João Maia. Entre as medidas adotadas estavam:
- Substituição do Cruzado Novo pelo Cruzeiro; 
- Congelamento de 80% dos bens privados por 18 meses;
- Taxas elevadas em todas as transações financeiras; 
- Indexação das taxas; 
- Fim da maior parte dos incentivos fiscais;
- Preços reajustados por entidades públicas; 
- Câmbio flutuante;
- Abertura da economia para o comércio exterior; 
- Congelamento temporário dos salários e preços;
- Extinção de agências do governo para a redução de gastos públicos; 
- Estímulo à privatização e início da remoção da regulamentação da economia.
Antes da posse de Collor, o Brasil vivia um processo de hiperinflação, com o índice chegando a uma média mensal de 28,94%. Para conter os preços, a proposta era restringir o fluxo de dinheiro para conter a inflação inercial. No entanto, a queda no comércio gerou uma grande redução da atividade industrial. Em junho de 1990, a inflação estava 9%, contra 81% de março.
No entanto, esse congelamento de ativos, que na prática foi um confisco do dinheiro que a população tinha em conta corrente, começou a gerar outros problemas para a economia. Com um cenário recessivo, as empresas passaram a demitir, muitas fecharam as portas.
No fim de 1990, a inflação já tinha voltado a crescer e fechou o ano com 1.198%. Para tentar reverter a situação, foi lançado o Plano Collor II, que teve uma série de medidas no mercado financeiro que representaram uma política de elevadas taxas de juros. Com um novo congelamento de preços e salários, a inflação fecha 1991 em 481%.
O processo de abertura da economia brasileira obrigou a indústria nacional a investir para se modernizar. No entanto, a inflação seguia um pouco elevada e um escândalo político levou ao impeachment de Collor.

Plano Real – junho de 1993

O Plano Real foi implantado em três etapas e iniciado em 14 de junho de 1993 quando Fernando Henrique Cardoso era Ministro da Fazenda do governo de Itamar Franco. No ano seguinte foi criada a Unidade Real de Valor (URV) que passaria a ser a nova moeda brasileira posteriormente e que se chamaria Real.
Seu objetivo principal do Plano Real era controlar a hiperinflação, um problema brasileiro estava impedindo o desenvolvimento do país. O momento combinou condições políticas, históricas e econômicas para permitir que o governo brasileiro lançasse o plano que colocou fim a quase três décadas de inflação.
Apesar do sucesso, o Plano Real enfrentou duras dificuldades, principalmente com a crise dos Tigres Asiáticos (1997) e da Rússia (1998). Com isso, o governo precisou elevar a taxa básica de juros, que chegou a 50% ao ano em setembro. No final de 1998, assinou um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que impunha duras obrigações a serem cumpridas.
Com dificuldades de aprovas medidas importantes no Congresso, como a taxação dos servidores inativos, o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso se viu obrigado a abandonar o sistema de bandas cambiais e deixa a taxa de câmbio flutuante (livre). Em apenas dois meses, a moeda brasileira perdeu 40% de seu valor.

Nos anos seguintes a situação ficou sob controle (enrustido), com o Real voltando a ser alvo de especulação em 2002, quando a eleição de Lula à presidência era quase certa. No entanto, em um documento chamado Carta ao Povo Brasileiro, o então candidato se comprometeu a manter os parâmetros da economia brasileira e a situação se acalmou temporariamente!

Hoje, (2015-16) este mesmo partido (PT) comanda o maior esquema de roubo e corrupção aos cofres públicos desestabilizando o País e trazendo índices estarrecedores à combalida e fraca Economia Brasileira com o povo como sempre pagando caro por dívidas e desmandos que não cometeu.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CLEPTOCRACIA



Cleptocracia, 
é um termo de origem grega, que significa, literalmente, “Estado governado por ladrões” , 
cujo objectivo é o do roubo de capital financeiro dum país e do seu bem-comum.

A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transformar esse poder político em valor econômico, por diversos modos .


A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política, institucionalizando a corrupção e seus derivados como o nepotismo, o peculato, de forma que estas ações delitivas ficam impunes, devido a que todos os setores do poder estão corruptos, desde a Justiça, os funcionários da lei e todo o sistema político e economico.

É UM CÂNCER A SER EXTIRPADO.

domingo, 1 de dezembro de 2013

BRAZIL VARONIL .....



E mais um ano Lá se vai!!! -----

é como dizia Zé Ramalho: É DURO TER QUE DAR MAIS DO QUE RECEBER!!! POVO MARCADO, VIDA DE GADO, POVO FELIZ!!!!

Chegamos à um ponto dos acontecimentos em que pelo menos aqui no Brazil VARONIL P.Q.o.P.RIL ----  NADA FUNCIONA ------ o cidadão paga caro!!! é lesado!!! roubado!!! sacaneado!!! feito de bôbo!!!

Os serviços de estrutura básica tais: SAÚDE, ESCOLA, SEGURANÇA, água, luz, esgoto, telefonia, internet, SIMPLESMENTE ESTÃO MUITO LONGE de um padrão descente. Não preciso narrar o que se sucede em nosso país. Uma grandiosa CRISE de VALORES em que a hosnetidade passa longe.

Os governantes estão preocupados com os seus proventos: Leia-se um salário mínimo de R$ 26.000 reais por cabeça!!!

Dia destes morre um senhor idoso nas ruas se esvaindo em sangue com a ruptura de uma veia e o socorro SAMÚ - 192, apareceu 3 horas depois.

Alegaram que só havia uma ambulancia para atedimento de uma cidade como Niterói no Rio de Janeiro!!!

TUDO É MAL DIMENSIONADO!!! tacanho, feito pra durar pouco e gerar gastos públicos com super-faturamento. Dinheiro de impostos que pagamos e não são revertidos para o bem estar das pessoas que trabalham duro, honestamente, e pagam por isso!!!

Viadutos, Estradas, área Urbana estão entregues aos buracos, Lixo, animais nas Ruas, e principalmente VAGABUNDAGEM!!!

ok vc pode ser assaltado, mas tem que rezar pra não tomar um tiro porque nem plano de saúde adianta, pois não há como vc chegar vivo!!! e vão primeiro verificar teu CPF.

Mas CARNAVAL tem e COPA do MUNDO também. E vc tem que ir votar também bunitinho, mesmo depois de tanto GAS de PIMENTA na cara, e a mídia enrrustindo a verdade!!!

SINCERAMENTE!!! este ano de 2014 eu vou fazer o meu protesto "entrincheirado" nas barricadas da Guerra do eu mesmo contra esse sistema "IMBECILIZANTE" que está ae pra te "FORMATAR".