Mostrando postagens com marcador vintage drums. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vintage drums. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de março de 2021

Top ten do Tulio Fuzato com Victor Marcellus



#tuliofuzato TOP TEN COM VICTOR MARCELLUS
Baterista, Produtor Musical, Luthier e amante das baterias vintages!
Ele vai falar sobre essa paixão em achar e restaurar baterias nacionais e gringas!
Deixo aqui nosso contato por e-mail e você pode nos encontrar nas redes sociais.
tulio.fuzato@gmail.com
victor@estudio601.com.br
Facebook, instagram e em nossos canais de youTube
#victormarcellus
#tuliofuzato
ROTEIRO:
01) Marcellus! como e quando começou essa paixão???
02) As baterias Nacionais antigas eram uma porcarias ou tinha algo que se salvasse?
03) Essas marcas nacionais seguiam padrões ou algum "maluco" viu uma Ludwig 64 e resolveu imitar?
04) No passado 99,9% das baterias nacionais era usado o pinho! Que caracteristica de som essa madeira dava nos tambores?
05) Mas .... e de 1980 pra cá, o que ocorreu com o cenário das baterias fabricadas no Brasil hein???
06) As baterias antigas sempre usavam anel de reforço. Porque isso sumiu??? economia??? modernidade???
07) diz aew manu: caixa boa é a de madeira ou a de metal??? ou as duas; cada uma na sua esfera sonora!
08) Das baterias nacionais vintage conhecidas no passado qual a mais top? Saema, Gope, ou Pinguim?
09) É jogo restaurar aquela Vintage inestimável ou melhor comprar uma moderninha mediana???
10) E pra finalizar o Top Ten, fale sobre afinação, Limpeza, montagem e cuidado com os drum kits.
















segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

A História da Bateria (Síntese)

Dizem que a voz foi o primeiro instrumento musical que surgiu. Seguindo esse raciocínio podemos considerar os instrumentos de percussão, os primeiros instrumentos criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antiguidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio.

Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e eram percutidos com as mãos.

Os tambores mais antigos descobertos em escavações arqueológicas pertencem ao período Neolítico. Um tambor encontrado numa escavação da Morávia (Republica Tcheca) foi datado de 6000 A.C. 
Na Mesopotâmia foram encontrados pequenos tambores (tocados tanto verticalmente quanto horizontalmente) datados de 3000 anos antes de Cristo.

Tambores com peles esticadas foram descobertos dentre os artefatos Egípcios, de 4000 anos antes de Cristo. A diversidade de instrumentos percussivos é quase incontável: são bongôs, tímpanos, tamborins, pandeiros, congas, entre outros.

Agora vamos ao que interessa…

No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas com a invenção do pedal, foi possível a execução de tal feito por uma única pessoa.

O primeiro pedal prático foi inventado em 1910 por, Willian F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.

Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.

Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria – ou “trap-set” como foi chamada inicialmente.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

VINTAGE DRUM´S MAINTENANCE

 https://www.youtube.com/watch?v=B_7UO5a67eA&list=UUZ6GGz0tdIlSLgB1TN6w9Fw



Fuzato´s Drum maintenance - feb. 2015
contact: tulio.fuzato@gmail.com
the amputee drummer. A history of overcoming challenges through Music http://youtu.be/xwOsLCpAnwI

ACCESS: http://www.tuliofuzato.com.br/

Thanks to my wife Lia by the pictures

© 2013 instrumental theme (cut off) - sound track of Kazamatta inserta by Alan Scherer all rights reserved.
© 2005 Crazy Sound Records Planet Madness by T.Fuzato
all rights reserved.



















































quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

PINGUIM DRUMS BRAZIL


Em 1952 nascia a “Oficina Mecânica Florêncio Roncon”, com a fabricação inicial dos pedais de bumbo, clones perfeitos do modelo Speed King da Ludwig, famosa bateria americana. 
No mesmo ano foi confeccionada a mão e com peças em bronze e latão, a primeira bateria Pinguim, apelido de meu tio, adquirido nas orquestras onde tocava de fraque e por seu modo engraçado de andar. 
Esta bateria se encontra hoje em um museu da França, segundo músicos brasileiros que teriam visitado o país.
Mais dois tios entraram para oficina, Ivano, ferramenteiro, músico e Sergio, contador, músico. 
Todos trabalharam no desenvolvimento de peças, pedais, aros, acessórios e o instrumento ganhou forma com canoas conquilhadas em formato de gota, suporte bola para ton e prato, cascos feitos com madeira de qualidade, naquele tempo era possivel forrar o instrumento com celulóide, os acessórios e peças eram todos de fabricação própria. 
Outra curiosidade é o nome “FIRS” que nada mais é que as iniciais dos irmãos Roncon ou irmãos Pinguim como ficaram conhecidos. 
Com a explosão de Beatles e a jovem guarda com Roberto e Erasmo Carlos as baterias Pinguim foram cada vez mais solicitadas e em 1968 no auge do Rock and Roll vendia-se 100 baterias por semana.
Na década de setenta a bateria teve uma nova remodelação, suas canoas e peças injetadas em zamac com a mesma qualidade de uma bateria Ludwig, sempre com um grande numerário de vendas, chegou a ser conhecida em alguns lugares do mundo levadas por músicos e alguns exportadores para outros paises. 
A Pinguim foi elogiada pela Ludwig em artigo de uma revista americana que dizia ser a única bateria no mundo a ter uma qualidade comparável a deles. 
A Bateria foi sendo vendida cada vez mais e o nome Pinguim foi crescendo devido a sua qualidade. 
No mês de março de 1966 a “Oficina florêncio Roncon” passa se chamar “Metalurgica FIRS Roncon Ltda” saindo da rua Jorge Ferreira no Piqueri, para o prédio próprio na Rua Pedro Bonilha no mesmo bairro.
Hoje 2015 ele está nas mãos do Luthier Tibério Correa Neto - http://drumchannel.com.br/tiberio-correa-neto/















-------