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domingo, 14 de junho de 2020

SOBRE AS MULHERES

Texto de João Gravina Luthier meu querido amigo super cientista da NASA profundo conhecedor da natureza Feminiliana Felina gatoza gostoza k k k k -----------
Mulheres, em sua grande maioria, são pessoas muito difíceis; é quase impossível manter com elas uma conversa que tenha princípio, meio e fim.
Quando você começa a desenvolver uma ideia, elas já querem adivinhar qual será o ponto aonde você pretende chegar e cortam a sua exposição com uma conclusão precipitada e quase sempre equivocada. No entanto, irritam-se profundamente se você fizer o mesmo com elas.

Quase todas são apologistas do monólogo. Quando você pede a palavra, te olham de cara feia e concedem apenas uns poucos segundos. Normalmente elas param de prestar atenção no discurso e te largam falando sozinho. Só te deixam desenvolver e concluir um raciocínio se estiverem apaixonadas por você, mesmo assim apenas na fase inicial do envolvimento amoroso. Tudo muda quando vem a intimidade maior.
Mulheres sabem ser dissimuladas e, via de regra, boas atrizes. Frequentemente põem na sua boca palavras que você jamais falou. Têm quase sempre uma memória invejável para as ofensas que receberam, mas esquecem-se rapidamente daquilo que possam ter dito a você.
Mesmo assim, com tudo isso, não conseguimos viver sem elas.
OBS: eu sou louco de ficar arrumando treta, logo com as mulheres ....

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O AMORRRRRRRR


Profundo! PARA MEDITAÇÃO - O amor, na sua essência, necessita de apenas três aditivos: correspondência, desejo físico e felicidade. Se alguém retribui seu sentimento, se o sexo é vigoroso e ambos se sentem felizes na companhia um do outro, nada mais deveria importar. Por nada entenda-se: não deveria importar se o outro sente atração por outras pessoas, se o outro gosta de às vezes ficar sozinho, se o outro tem preferências diferentes das suas, se o outro é mais moço ou mais velho, bonito ou feio, se vive em outro país ou no mesmo apartamento e quantas vezes telefona por dia. Tempo, pensamento, fantasia, libido e energia são solteiros e morrerão solteiros, mesmo contra nossa vontade. Não podemos lutar contra a independência das coisas. Alianças de ouro e demais rituais de matrimônio não nos casam. O amor é e sempre será autônomo. Fácil de escrever, bonito de imaginar, porém dificilmente realizável. Não é assim que estruturamos a sociedade. Amor se captura, se domestica e se guarda em casa. Quando o perdemos, sofremos. Nem paramos pra pensar na possibilidade de que poderíamos sofrer menos. Martha Medeiros.

domingo, 27 de março de 2016

O PERDÃO!


Durante nossa existencia causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos.

Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos.

Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos.

Não respeitamos o tempo do outro,
a história do outro.

Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe.

E, assim, vamos causando transtornos.

Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção.

Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.

O outro também está em construção e também causa transtornos.

E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca.
Outras vezes, é o cal ou o cimento que suja nosso rosto.
E quando não é um, é outro.
E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer.

Os erros dos outros,
os meus erros.
Os meus erros,
os erros dos outros.

Esta é uma conclusão essencial:
TODAS AS PESSOAS ERRAM!!!
A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão.

Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.
É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários.

Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que,
como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante.

Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado.
E será um desperdício. Sigamos à diante!

O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão.
É um banho na alma!
Deixa leve!

Se eu errei,
se eu o magoei,
se eu o julguei mal,
desculpe-me por todos
esses transtornos ….
Estou em construção!

TEXTO DE: PAPA FRANCISCO