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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Mantra 2018




A harmonia das notas é sublime! eu canto e toco esse mantra no teclado e violão embora seja baterista. As palavras ficam gravadas no subconsciente! Ele penetra e fica de algum modo Lá dentro executando sublimes mudanças no pensar, respiração, trazendo algum tipo de Paz ou calma neste mundo tão Louco! OM GAM GANAPATAYE NAMAHA SHARANAM GANESHA.

OM é a invocação primordial, estabelecendo contato entre o praticante e a divindade. GAM é um verbo sânscrito, que significa ir, mover-se, afastar-se, vir, aproximar-se, unir-se; No Ganesha Maha Mantra significa a sílaba sagrada que representa o próprio Senhor Ganesha. 
GANAPATI é um dos nomes que Ganesha recebe.

“Om e saudações àquele que remove obstáculos do qual Gam é o som seminal.” ou “Eu te saúdo, Senhor das tropas”.

O mantra é uma saudação invocando Ganapati, um dos nomes do Deus Ganesha, para remover todo tipo de obstáculo, seja emocional, material ou espiritual.

OM é a invocação primordial, estabelecendo contato entre o praticante e a divindade. 

GAM é um verbo sânscrito, que significa ir, mover-se, afastar-se, vir, aproximar-se, unir-se; No Ganesha Maha Mantra significa a sílaba sagrada que representa o próprio Senhor Ganesha.

GANAPATI é um dos nomes que Ganesha recebe. 
A palavra pode ser dividida em duas: GANA+PATI e assim, GANA significa TROPA e PATI significa SENHOR.
NAMAS é adoração. No mantra aparece como NAMAH.

Além disso, o mantra é dedicado a Ganesh, Ganesha ou Ganapati,  uma divindade muito querida pelo povo indiano, pois ama os seres humanos e destrói os obstáculos que impedem o desenvolvimento material e espiritual. Seu corpo é humano, sendo a cabeça em forma de elefante.

Ganesh traz aos seus devotos a conquista de objetivos, metas e novos empreendimentos, por isso é associado às situações de prosperidade. 

Na Índia, as pessoas têm o costume de entregar nas mãos deste Deus tudo o que é novo, tudo aquilo que está por começar, pois ele é o senhor do “Bom Princípio”. 
É um dos mantras mais conhecidos no hinduísmo e é fácil de pronunciar.

Todo ritual védico inicia-se a partir de Ganesh, pois é ele quem remove os obstáculos da ignorância e assim faz com que o Conhecimento Divino seja assimilado e absorvido, é o Deva (Deus) do discernimento, sabedoria e inteligência universal.

LINK: https://youtu.be/eYuk0tcuN2Y



terça-feira, 15 de setembro de 2015

as 3 orações

Chico Xavier - Livro 095 - Ano 1969 - A Luz da Oração

AS TRÊS ORAÇÕES

Irmão X

Instado pela assembléia de amigos a falar sobre a resposta do Criador às preces das criaturas, respondeu o velho Simão Abileno, instrutor cristão, considerado no Plano Espiritual por mestre do apólogo e da síntese:
Repetirei para vocês, a nosso modo, antiga lenda que corre mundo nos contos populares de numerosos países.

Em grandes bosque da Ásia Menor, três árvores ainda jovens pediram a Deus lhes concedesse destinos gloriosos e diferentes. A primeira explicou que aspirava a ser empregada no trono do mais alto soberano da Terra; após ouvi-la, a segunda declarou que desejava ser utilizada na construção do carro que transportasse os tesouros desse rei poderoso, e a terceira, por último, disse então que almejava transformar-se numa torre, nos domínios desse potentado, para indicar o caminho do Céu. Depois das preces formuladas, um Mensageiro Angélico desceu à mata e avisou que o Todo-Misericordioso lhes recebera as rogativas e lhes atenderia às petições. Decorrido muito tempo, lenhadores invadiram o horto selvagem e as árvores, com grande pesar de todas as plantas circunvizinhas, foram reduzidas a troncos, despidos por mãos cruéis. Arrastadas para fora do ambiente familiar, ainda mesmo com os braços decepados, elas confiaram nas promessas do Supremo Senhor e se deixaram conduzir com paciência e humildade. Qual não lhes foi, porém, a aflitiva surpresa! Depois de muitas viagens, a primeira caiu sob o poder de um criador de animais que, de imediato, mandou convertê-la num grande cocho destinado à alimentação de carneiros; a segunda foi adquirida por um velho praiano que construía barcos por encomenda; e a terceira foi comprada e recolhida para servir, em momento oportuno, numa cela de malfeitores. As árvores amigas, conquanto separadas e sofredoras, não deixaram de acreditar na mensagem do Eterno e obedeceram sem queixas às ordens inesperadas que as leis da vida lhes impunham. No bosque, contudo, as outras plantas tinham perdido a fé no valor da oração, quando, transcorridos muitos anos, vieram a saber que as três árvores haviam obtido as concessões gloriosas solicitadas. A primeira, forrada de panos singelos, recebera Jesus das mãos de Maria de Nazaré, servindo de berço ao Dirigente Mais Alto do Mundo; a segunda, trabalhando com pescadores, na forma de uma barca valente e pobre, fora o veículo de que Jesus se utilizou para transmitir sobre as águas muitos dos seus mais belos ensinamentos; e a terceira, convertida apressadamente numa cruz em Jerusalém, seguira com Ele, o Senhor, para o monte e, ali, ereta e valorosa, guardara-lhe o coração torturado, mas repleto de amor no extremo sacrifício, indicando o verdadeiro caminho do Reino Celestial .
Simão silenciou, comovido. E, depois de longa pausa, terminou, a entremostrar os olhos marejados de pranto:
Em verdade, meus amigos, todos nós podemos endereçar a Deus, em qualquer parte e em qualquer tempo, as mais variadas preces; no entanto, nós todos precisamos cultivar paciência e humildade, para esperar e compreender as respostas de Deus.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Reencarnação?
























Texto de: Denis Lima Sant'Ana.

A reencarnação sempre foi proclamada pelas culturas religiosas orientais, mesmo antes do Cristianismo.

O próprio Cristo falava abertamente da reencarnação, consoante se vê, por exemplo, em Mateus 11:14. Infelizmente, de um modo geral, sempre a verdade, principalmente a religiosa, esteve submetida a caprichos e interesses humanos, muitos destes justificados pela vaidade ou pelo jogo político de poder.

Assim, Teodora, esposa do imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia que pudesse reencarnar como negra e escrava, por isso pressiona o papa Virgílio, que ascendera ao pontificado pela intervenção do general Belisário, a fim de que fosse excluído o princípio da reencarnação no Catolicismo.

Era, então, meado do século VI, no ano de 553, quando o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para agradar o Império Bizantino, resolveu abolir tal certeza, cientificamente justificada, substituindo-a pela palavra ressurreição, que ataca toda ordem natural do processo da vida neste planeta.

A Igreja de Roma rejeita todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores teólogos de todos os tempos, e execra nessa assembléia dos bispos o princípio da reencarnação.

A doutrina das vidas sucessivas, que foi também doutrina de Platão e da Escola de Alexandria, impregnava inteiramente o Cristianismo primitivo. 

Todas as correntes do pensamento oriental se reuniam para inocular em a religião que surgia uma vida nova e ardente. 

Nessas fontes bebiam os cristãos mais ilustres os elementos da sua ciência e do seu gênio. 

Orígenes, Clemente, a maior parte dos padres gregos ensinavam a pluralidade das existências da alma.

Ainda no século IV São Jerônimo, na sua controvérsia com Vigilantius, reconhecia que a crença nas vidas sucessivas era a da maioria dos cristãos do seu tempo. 

Origenes, sobre esse ponto de doutrina, não foi condenado pela Igreja, como o supõe o padre Coubé. 

O Concilio de Calcedônia e o quinto de Constantinopla rejeitaram, não a crença na pluralidade das vidas da alma, mas simplesmente a opinião de Origenes de que ... a união do espírito com o corpo é sempre uma punição (Ver: Expiação) e a de que a alma viveu primeiro no estado angélico.

Este ilustre pensador, que São Jerônimo considerava como «o maior dos cristãos depois dos Apóstolos», não levava muito em conta a lei de educação e de evolução dos seres.

Na realidade, a Igreja nunca se pronunciou sobre a questão das existências sucessivas, que continua aberta às possibilidades do futuro. 

Em todas as épocas, membros eminentes do clero católico adotaram essa crença e a afirmaram publicamente.

No século décimo quinto, o cardeal Nicolau de Ousa sustentou, em pleno Vaticano, a teoria da pluralidade das existências da alma e a dos mundos habitados, não só com o assentimento, mas com os aplausos sucessivos de dois papas: Eugénio IV e Nicolau V.

Eis aqui outros testemunhos mais recentes:

Em 1843, no seu mandamento, monsenhor de Montal, bispo de Chartres, falava nestes termos da preexistência e das reencarnações: «Pois que não é defeso crer na preexistência das almas, quem pode saber o que se terá passado, nas idades longínquas, entre Inteligências?»

G. Calderone, diretor da «Filosofia della Scienza», de Palermo, que abriu um largo inquérito sobre as ideias dos nossos contemporâneos acerca da reencarnação, publicou algumas cartas trocadas entre monsenhor L. Passavalli, arcebispo vigário da basílica de S. Pedro, em Roma, e o Sr. Tancredi Canonico, senador do Reino, Guarda dos Selos, presidente da Suprema Corte de Cassação da Itália e católico convencido.

citemos duas passagens de uma carta de monsenhor Passavalli:

«De meu espírito desapareceram para sempre as dificuldades que me perturbavam quando Estanislau, «de santa memória» (monsenhor Estanislau Fialokwsky, morto em Cracóvia a 18 de janeiro de 1885), a cujo espirito atribuo em grande parte esta nova luz que me ilumina, me anunciava pela primeira vez a doutrina da pluralidade das vidas do homem.

Sinto-me feliz por haver podido verificar o efeito salutar dessa verdade sobre a alma de meu irmão.»

«Parece-me que se fosse possível propagar a ideia da pluralidade das existéncias da alma, quer neste mundo, quer no outro, como meio de realizar a expiação e a purificação do homem, com o objetivo de torná-lo finalmente digno de si e da vida imortal dos céus, já se teria dado um grande passo, pois isso bastaria para resolver os problemas mais intrincados e mais árduos que atualmente agitam as inteligências humanas.

Quanto mais penso nessa verdade, mais ela se me mostra grande e fecunda de conseqüências práticas para a religião e para a sociedade.» (a) Luís, arcebispo.
Da correspondência inédita de T. Canonico, publicada ultimamente em Turim, resulta que ele próprio fora iniciado na crença da reencarnação por Towiansky, escritor católico muito conhecido.

Numa extensa carta, que traz a data de 30 de dezembro de 1884, ele expõe as razões pelas quais acha que essa crença nada tem de contrária à Religião Católica, apoiando-se em muitas citações das Santas Escrituras. (*)
(*) Ver Annales des Sciences Psychiques, setembro de 1912.

A Reencarnação nos Primeiros Séculos do Cristianismo:

A doutrina da reencarnação é uma constante em Orígines, como o fora anteriormente para Pitágoras, Sócrates, e toda a tradição órifca grega até Plotino.

Orígenes tinha consciência de indícios desta doutrina no próprio evangelho, como em: 
Lucas 1:13-17; 
Mateus 17:9-13 
e em João, 3:1-15.

Igualmente, com os mistérios gregos, admitia que nosso universo é constituído por uma série de habitados, onde a alma se aperfeiçoa (isto séculos antes de Giordano Bruno e de Kardec). 
Diz-nos Orígines: "Deus não começou a agir pela primeira vez quando criou este nosso mundo visível. 
Acreditamos que (...) antes deste houve muitos outros". 
Tal concepção nos lembra, e muito, a concepção de Pierre Teilhard Chardin.

Orígines, como Chardin, acredita que tudo no universo tende a voltar a Deus, o ponto ômega.

Todos os espíritos se purificarão em sua marcha progressiva pela eternidade em direção a Deus, uma marcha longa e gradual, de correção e expiação, passando, portanto, por inúmeras reencarnações neste e em outros mundos! (Reale & Antiseri, 1990).

Diz Orígines: "Devemos crer que (...) todas as coisas serão reintegradas em Deus (...).

Isso, porém, não acontecerá num momento, mas lenta e gradualmente, através de infinitos séculos, já que a correção e a purificação advirão pouco a pouco e singularmente: enquanto alguns com ritmo mais veloz se apressarão como primeiros na meta, outros os seguirão de perto e outros ainda ficarão muito para trás. E assim, através de inumeráveis ordens (...)"

Orígenes

domingo, 5 de abril de 2015

Páscoa










Os Simbolismos da Páscoa e o Espiritismo


A palavra Páscoa tem  origem em dois vocábulos hebraicos: um, derivado do verbo pasah, quer dizer “passar por cima” (Êxodo, 23: 14-17), outro, traz raiz etimológica de pessach (ou pasha, do grego) indica apenas “passagem”. Trata-se de uma festa religiosa tradicionalmente celebrada por judeus e por católicos das igrejas romana e ortodoxa, cujo significado é distinto entre esses dois grupos religiosos.
No judaísmo, a Páscoa comemora dois gloriosos eventos históricos, ambos executados sob a firme liderança de Moisés: no primeiro, os judeus são libertados da escravidão egípcia,  assinalada a partir da travessia no Mar Vermelho (Êxodo, 12, 13 e 14). O segundo evento  caracteriza a vida em liberdade do povo judeu, a formação da nação judaica e  a sua  organização religiosa,  culminada com o recebimento do Decálogo ou Os Dez Mandamentos da Lei de Deus (Êxodo 20: 1 a 21). As festividades da  Páscoa judaica duram sete dias, sendo proibida a  ingestão de alimentos e bebidas fermentadas durante o período. Os pães asmos (hag hammassôt), fabricados sem fermento, e a carne de cordeiro são os alimentos básicos.
A Páscoa católica, festejada pelas igrejas romana e ortodoxa, refere-se à ressurreição de Jesus, após a sua morte na cruz (Mateus, 28: 1-20; Marcos, 16: 1-20; Lucas, 24: 1-53; João, 20: 1-31 e 21: 1-25). A data da comemoração da Páscoa cristã, instituída a partir do século II da Era atual, foi motivo de muitos debates no passado. Assim, no primeiro concílio eclesiástico católico, o Concílio Nicéia, realizado em 325 d.C, foi estabelecido que a Páscoa católica não poderia coincidir com a judaica. A partir daí,a Igreja de Roma segue o calendário Juliano (instituído por Júlio César), para evitar a coincidência da Páscoa com o Pessach. Entretanto, as igrejas da Ásia Menor, permaneceram seguindo o calendário gregoriano, de forma que a comemoração da Páscoa dos católicos ortodoxos  coincide, vez ou outra, com a judaica.[1]
Os cristãos adeptos da igreja reformada, em especial a luterana, não seguem os ritos dos católicos romanos e ortodoxos, pois não fazem vinculações da Páscoa com a ressurreição do Cristo. Adotam a orientação mais ampla de que há, com efeito, apenas uma ceia pascoal, uma reunião familiar, instituída pelo próprio Jesus (Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13) no dia da Páscoa judaica.[2]Assim, entendem que não há porque celebrar a Páscoa no dia da ressurreição do Cristo.  Por outro, fundamentados em certas orientações do apóstolo Paulo (1 Coríntios,5:7), defendem a ideia de ser o Cristo, ele mesmo, a própria Páscoa, associando a este pensamento importante interpretação de outro ensinamento  de Paulo de Tarso (1Corintios, 5:8): o “cristão deve lançar fora o velho fermento, da maldade e da malícia, e colocar no lugar dele os asmos da sinceridade e da verdade.[3]
Algumas festividades politeístas relacionados à chegada da primavera e à fertilidade passaram à posteridade e foram incorporados à simbologia da Páscoa. Por exemplo, havia (e ainda há) entre países da Europa e Ásia Menor o hábito de pintar ovos cozidos com
cores diferentes e decorá-los com figuras abstratas, substituídos, hoje, por ovos de chocolate. A figura docoelho da páscoa, tão comum no Ocidente, tem origem no culto à deusa nórdica da fertilidade Gefjun, representada por uma lebre (não coelho). As sacerdotisas de Gefjun eram capazes de prever o futuro, observando as vísceras do animal sacrificado.[1]
É interessante observar que nos países de língua germânica, no passado, havia uma palavra que denotava a festa do equinócio do inverno. Subsequentemente, com a chegada do cristianismo, essa mesma palavra passou a ser empregada para denotar o aniversário da ressurreição de Cristo. Essa palavra, em inglês, “Easter”, parece ser reminiscência de “Astarte”,  a deusa-mãe da fertilidade, cujo culto era generalizado  por todo o mundo antigo oriental e ocidental, e que na Bíblia é chamada de Astarote. (…) Já no grego e nas línguas neolatinas, “Páscoa” é nome que se deriva do termo grego pascha.[2]
A Doutrina Espírita não comemora a Páscoa, ainda que acate os preceitos do Evangelho de Jesus, o guia e modelo que Deus nos concedeu: “(…) Jesus representa o tipo da perfeição moral que a Humanidade pode aspirar na Terra.”[3] Contudo, é importante destacar: o Espiritismo respeita a Páscoa comemorada pelos judeus e cristãos, e compartilha o valor do simbolismo  representado, ainda que apresente outras interpretações.  A liberdade conquistada pelo povo judeu, ou a de qualquer outro povo no Planeta, merece ser lembrada e celebrada. Os Dez Mandamentos, o clímax da missão de Moisés, é um código ”(…) de todos os tempos e de todos os países, e tem, por isso mesmo, caráter divino. (…).”[4] A ressurreição do Cristo representa  a vitória sobre a morte do corpo físico, e anuncia, sem sombra de dúvidas, a imortalidade e a sobrevivência do Espírito em outra dimensão da vida.
Os discípulos do Senhor conheciam a importância da certeza na sobrevivência para o triunfo da vida moral. Eles mesmos se viram radicalmente transformados, após a ressurreição do Amigo Celeste, ao reconhecerem que o amor e a justiça regem o ser além do túmulo. Por isso mesmo, atraiam companheiros novos, transmitindo-lhes a convicção de que o Mestre prosseguia vivo e operoso, para lá do sepulcro.[5]
Os espíritas, procuramos comemorar a Páscoa todos os dias da existência, a se traduzir no esforço perene de vivenciar a  mensagem de Jesus, estando cientes que, um dia, poderemos também testemunhar esta certeza do inesquecível apóstolo dos gentios: “Fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo vive em mim.  Minha vida presente na carne, vivo-a no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim”. (Gálatas 2.20)[6]

[1] //pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa Acesso: 27/03/2013.
[2] J.D. Douglas. O Novo Dicionário da Bíblia. Pág. 1002.
[3] Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Q. 625, pág.
[4] Idem. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap. I, it. 2, pág. 56.
[5] Francisco Cândido Xavier. Pão Nosso. Pelo Espírito Emmanuel. Cap. 176, pág. 365.
[6] Bíblia de Jerusalém. Pág. 2033.
Referências
BÍBLIA DE JERUSALÉM. Diversos tradutores. São Paulo: Paulus, 2002.
ELWELL, Walter A (editor). Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Trad. Gordon Chow. 1ªed. 3ª reimp. Vol. III.  São Paulo: Edições Vida Nova, 2003.
DOUGLAS, J.D. (organizador). O Novo Dicionário da Bíblia. Tradução de  João Bentes. 3ª ed. rev. São Paulo: Vida Nova, 2006.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2ªed. 1ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011.
O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1ªed. 1ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2008.
XAVIER, Francisco Cândido. Pão Nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 1ªed. 3ª reimp. Brasília: FEB Editora, 2012 (Coleção Fonte viva;2)


quarta-feira, 18 de março de 2015

VANGELIS 12' O Clock


Vou te contar uma coisa muito íntima, uma coisa que ocorre dentro de mim quando procuro DEUS.

Pois bem, estava eu à ouvir VANGELIS - um disco muito louco chamado "heaven and hell" céu e inferno! quando Lá no final me deparo com uma MELODIA "Superior" algo profundamente instigante. Uma Voz angelical ....

Um sino! Lá no final da Música anunciando que algo tinha acontecido!

Sem eu ver, ouvir ou conhecer o disco direito fui levado às Lágrimas transportado para os tempos Bíblicos!

Sim um tema bíblico como se fosse uma trilha daquelas de filmes sobre a vida de JESUS!

Hoje eu resolví pesquisar na internet e me deparo com a confirmação do que meu ouvido ouviu e minha mente imaginou. Um Tema desse disco do VANGELIS chamado  12' O Clock (meia noite ou meio dia?)

Deus me deu vários dons, mas certamente um dos mais sublimes é a Musica e a capacidade cognitiva que ela me dá! eu não preciso de DVD - eu ouço e imagino! por isso os Temas e o Prog. são o tipo de Musica que mais gosto!














































From the Heaven and Hell album. Heaven and Hell, released in 1975, is the fifth solo album by Greek electronic composer Vangelis. It got worldwide recognition through the use of "Movement 3" as the theme for the television documentary series Cosmos. Heaven and Hell was the first album Vangelis composed and recorded in his new Nemo Studios in London, the studio he used between 1975 and 1987.

The album has classical overtones, in contrast with the progressive rock on both the previous and the following albums, Earth (1973) and Albedo 0.39 (1976) respectively. Vangelis would return to classical style work ten years later, on Mask (1985).Vangelis dabbles with choral sections joined with his now typical electronic washes of sound, a concept he would return to in the nineties with his Conquest of Paradise and Mythodea. By now, Vangelis had left behind his electronic-progressive-rock forays. In fact, this album constitutes the first album where Vangelis establishes himself as one of the main figures in the growing musical genre of electronic instrumental and new age, creating a web of sound linking several simultaneous beats and melodic lines of different timbres on his synthesizers.

This album also marked the first collaboration between Vangelis and Jon Anderson, on "So Long Ago, So Clear", which would continue more fully a few years later. Heaven and Hell reached number 31 in the UK album charts in January 1976.

Evangelos Odysseas Papathanassiou (Greek: Ευάγγελος Οδυσσέας Παπαθανασίου]; born 29 March 1943), professionally known as Vangelis , is a Greek composer of electronic, progressive, ambient, jazz, pop rock, and orchestral music. He is best known for his Academy Award-winning score for the film Chariots of Fire, composing scores for the films Antarctica, Blade Runner, 1492: Conquest of Paradise and Alexander, and the use of his music in the PBS documentary Cosmos: A Personal Voyage by Carl Sagan.

Vangelis began his professional musical career working with several popular bands of the 1960s such as The Forminx and Aphrodite's Child, with the latter's album 666 going on to be recognized as a psychedelic "classic". Throughout the 1970s, Vangelis composed music scores for several animal documentaries, including L'Apocalypse Des Animaux, La Fête sauvage and Opéra sauvage; the success of these scores brought him into the film scoring mainstream. In the early 1980s, Vangelis formed a musical partnership with Jon Anderson, the lead singer of progressive rock band Yes, and the duo went on to release several albums together as Jon & Vangelis.

In 1981, he composed the score for the Oscar-winning film Chariots of Fire, which won him the Academy Award for Best Original Music Score. The soundtrack's single, "Titles", also reached the top of the American Billboard Hot 100 chart and was used as the background music at the London 2012 Olympics winners' medal presentation ceremonies.

In a career spanning over 50 years, writing and composing more than 52 albums, Vangelis is regarded as one of the greatest composers of electronic music of all time.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

aniversário di JESUS?

Péla môr di Deux, esse negócio de "ANIVERSÁRIO di JESUS" Natal - fala sério - Jesus é um Espírito Superior - encarnou num corpo humano e superou a barreira da vida e da morte - é eterno, já existia antes do plano terra - portanto vamos comemorar a vinda dele (NATAL) como um grandioso Missionário, Avatar, Salvador, deixando Leis de Amor ao próximo e boas maneiras que nem 1% da humanidade segue - só isso, NATAL É ISSO GENTEN -----

OBS: o Evangelismo está muito deteriorado em suas raízes básicas que são os mandamentos e o Amor ao próximo mais próximo que são os que estão bem à nossa volta: vizinhos, amigos, parentes, agregados e recém chegados - até os nossos animais --------- sem isso não existe NATAL, não existe EVANGELHO pois EVANGELHO PURO É AMOR - e Amor não é BENEFÍCIO, AMOR É SACRIFÍCIO se doar, se dar sem nada querer de volta!!!

Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele. 
Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 

João, 8:31,32.






domingo, 31 de agosto de 2014

O CÉU e o INFERNO









O CÉU e o INFERNO!!!

Em 01/08/1865 Allan Kardec lança a 1° edição do Livro "O Céu e o Inferno". Carinhosamente trazemos uma pequena reflexão:

“A lâmpada do corpo são os olhos. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” - (Mateus 6:22-23).

Eis aqui o início do nosso Céu ou nosso Inferno.
Nossos olhos são seletivos, focalizamos apenas o que queremos ver.

Escolher focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante, das coisas, das pessoas é certamente uma escolha mais favorável para nós. 

Tanto o céu quanto o inferno, são estados d´alma que nós próprios elegemos no nosso dia a dia a partir do que observamos e que irão tomar proporções maiores de acordo com nossas escolhas, determinando o princípio de nossa felicidade ou desgraça. 

No céu estaremos todas as vezes que estivermos em harmonia com as Leis Divinas.

Nosso empenhado no sentido de praticar todo o bem que esta ao nosso alcance mesmo que não sejamos reconhecidos ou retribuídos da mesma forma, de procurarmos sempre nosso aprimorarmos espiritual, nos dará consciência tranquila pelo dever cumprido.

A Justiça Divina nos possibilita, a qualquer momento, imprimir novo rumo à nossa vida. Nada é eterno, senão o Bem.

"Permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós." E mais, "O céu começará sempre em nós mesmos e o inferno tem o tamanho da rebeldia de cada um." - Emmanuel.

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse: - Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.

- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada.
Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido.

O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. 

Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel.

A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara.

Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.

O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.

O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:
"Aí começa o céu".

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

oração



Sentí a necessidade de orar.


Deus! Pai Eterno! 

Antes de tudo dai-nos ò Pai a tua Paz, a Paz que o Mundo não pode nos dar.

Guarda nosso coração perante todas as coisas deste Mundo material.

Que não se turbe o nosso coração.

Que não se engane a nossa mente.

Dilata Pai a nossa visão Espiritual, nossos sentimentos.

Tranquiliza-nos ó Pai perante as coisas que estão por vir, porque o passado passou e o hoje é o agora!

Que possamos tomar posse de nossas Bênçãos com prudência e propriedade, pois sabemos Pai que o que está reservado para nós não pode ser do outro.

Cada um tem o seu quinhão!

A cada um segundo suas obras!

A cada dia os seus problemas.

A cada nova etapa Pai, a tua mão compassiva e o nosso discernimento para que possamos triunfar nas empreitadas desta vida!

Aquilo que é teu virá ao teu encontro, mas devemos trilhar o caminho do Bem e da Verdade, afim de que nossa Bênção seja plena e duradoura.

Sejamos agentes e não reagentes quando algo não dér certo ou não se concretizar.

Porque os nossos caminhos não são os caminhos de Deus, e nossos impulsos somados ao Livre Arbítrio nem sempre nos levarão à algum lugar promissor.

Portanto necessário se faz estar no Vigiai e Orai pois nem tudo que reluz é ouro.

Sejamos Amor e bondade, alegria e expressão de vida, mesmo que na dor, doença ou provações porque após tudo isso virá uma nova vida.

Um novo dia nos espera no infinito .....

Sim somos eternos .....

obrigado Senhor, eu cheguei até aqui.

PAZ e LUZ, Tulio.