Mostrando postagens com marcador genesis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador genesis. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 13 de outubro de 2022
sexta-feira, 16 de abril de 2021
Genesis Trespass
Espremido entre o obscuro "From Genesis to Revelation" e o clássico "Nursery Crime", Trespass dificilmente é a primeira lembrança quando o assunto é falar sobre Genesis.
O álbum é sintetizado por muitos como "embrionário", mas seu valor vai muito além disso e uma audição mais cuidadosa revela uma verdadeira viagem sensorial, sem contar que aqui já estão presentes praticamente todos os elementos que seriam explorados ao longo da fase considerada "progressiva" pela banda e que diferente do que acontece aqui, contaria com uma formação já consolidada.
Nota-se por exemplo a predominância dos temas desenvolvidos aos violões impulsionados pela dupla Anthony Phillips e Mike Rutherford, o que dá ao álbum uma alcunha quase etérea em sua primeira metade. Anthony é um mestre nos arranjos de 12 cordas, algo que é marcante em sua carreira pós Genesis.
Mas os destaques vão bem além. A voz de Peter Gabriel embora ainda transite por um timbre mais limpo já apresenta as características marcantes que conhecemos, proporcionando momentos que vão do suave ao agressivo, sendo Looking For Someone o maior exemplo dessa "transição" que se complementa ainda mais se considerarmos a sequencia em White Mountain, sem contar que as letras entram numa crescente de complexidade, incorporando temas fantásticos.
De forma geral há uma evolução absurda se comparando ao primeiro álbum, apresentando temas bem mais elaborados mas que certamente remeteriam àquele registro, como o caso de Visions of Angels e Dusk.
A épica Stagnation funciona quase que como um protótipo do que o Genesis viria a desenvolver a partir dali, criando uma verdadeira colcha sonora de elementos que vão se complementando em diferentes seções.
Com o som da banda evoluindo para uma cada vez mais crescente complexidade sonora, nota-se claramente a falta que fazia um trabalho de bateria mais presente. Não que John Mayhew comprometa, mas seu estilo quase discreto, limita a banda em termos de opções, e pode-se facilmente imaginar o que esse álbum teria ganho se tivesse sido gravado pelo próximo e verdadeiro titular das baquetas na banda, não preciso preciso dizer quem, né?
But "all change" e no final do álbum, esse lado "pastoral" que torna Trespass o álbum mais "folk" do Genesis, se quebra por completo quando as primeiras notas de hammond introduzem The Knife. Aqui estamos diante de algo especial, e testemunhamos o último elemento que faltava, que é o encontro sonoro com a "agressividade e obscuridade" como Gabriel bem definiu na época. Há espaço inclusive para uma seção dominada pela distorção na guitarra, algo que quase não acontecia até então.
Conta-se que The Knife foi a última música que a banda compôs para o álbum, e que soou tão surpreendente que consideraram que precisaria ser refletido na arte da capa que já estava finalizada. Em decorrência disso, foi sugerido a inclusão de um corte por um punhal real à tela. A fotografia desse momento passaria para a posteridade na versão final da arte criada por Paul Whitehead. The Knife se tornou obrigatória nos shows do Genesis desde então um legado para posteridade!
domingo, 10 de dezembro de 2017
Bill Brufford
de: Amyr Cantusio
Entre os melhores e mais bem conceituados bateristas do mundo do séc. 20 está com certeza William (Bill) Bruford.
Dono de uma técnica impecável, absoluta e personalizada, Bill tocou com 3 das maiores bandas do mundo “Progressive Rock” a saber: YES, GENESIS e KING CRIMSON.
Mas tanto na minha opinião (como na de Bill) o King Crimson é seu local ideal.
Abaixo algumas informações pelo próprio Mestre das baquetas!
1- Conte-nos um pouco sobre trabalhar com o Yes, King Crimson, Genesis:
Bem, eles eram os mais conhecidos das várias bandas pelas quais viajei nos meus anos formativos, então foi neles que comecei a forjar um vocabulário musical. Eu sabia desde cedo que queria diferenciar-me dos outros no instrumento, mas demorou um pouco mais a perceber que eu poderia diferenciar a música em que minha jogada era ouvida escrevendo uma parte ou a minha própria. King Crimson era um bom lugar para esse negócio de criatividade. Parecia estar em um estado permanente de evolução - exatamente como eu gosto!
2- Você pensou em ser um baterista de Jazz?
Eu cresci com o jazz, desenvolvendo um toque leve e uma inclinação para mexer com a música, para ver o que poderia fazer e para ver o que eu poderia fazer dentro dele. Eu sempre pensei que seria um baterista de jazz, mas eu caí no Rock, um gênero que no Reino Unido em 1968 abrangeu um conjunto de oportunidades muito mais vibrantes do que uma cena de Jazz, que é particularmente politizada e atonal. Não mudei muito o meu estilo, acabei por aprender a tocar um pouco mais alto. Claro, que por aí, irrita muita gente (RISOS).
Às vezes, os músicos terríveis eram uma forte influência negativa, e muitas vezes os não-bateristas eram uma forte influência positiva. Então, fui influenciado por Miles Davis para um determinado estilo, assim como David Bowie, porque eles sempre estavam em movimento e nunca deixariam sua audiência sentar ou ficar apática, muito inteligente - e os Rolling Stones, que simplesmente pareciam terríveis (RISOS).
Entre os bateristas, fiquei paralisado pelo jazz, principalmente dos U.S.A., na TV britânica dos anos sessenta. Então cresci no meio de todos os grandes músicos: especificamente, Max Roach pela economia, graça e melodia; Joe Morello por medidores ímpares; e Art Blakey para o som e o groove.
3- O que você acha da música hoje?
Tem tanta música rolando, estilos, e repetição nos últimos cinquenta anos que quase não consigo entender tudo, e, como um homem de frente para um prato cheio, meu apetite está saciado.
A fim de não provar nada, as três peças de música a que prestei mais atenção nos últimos dias foram:
1-) 'Squib Cakes' Tower of Power 1974;
2-) 'Wichita Lineman' Peter Erskine-Alan Pasqua Trio 2009;
3-) 'Blackstar' do David Bowie /2016.
Em geral, meu desejo de ouvir está diminuindo. Não sou uma boa companhia em um show . Se a música é boa, eu quero tocar!. Se não for, eu quero cair fóra!.
4- Por que você deixou o YES depois de tocar com eles em seus primeiros cinco álbuns?
Quatro razões principais, penso:
primeiro, não estava prestes a passar nem perto de um “Close to the Edge” novamente. Tinha demorado três meses para fazer aquela música, que não seria capaz de melhorar! Este esforço com esse grupo de pessoas (músicos do Yes) não me acrescentou nem evoluiu em nada.
Em segundo lugar, eu só tinha tocado com esses quatro músicos na maioria da minha curta carreira musical, quatro anos e meio nesse ponto, e estava me desesperando para me ouvir em algum outro contexto. Nunca compreendi que, depois de alguns sucessos, músicos de rock deveriam se atrofiar, se tornar um deboche público, e depois parar.
Em terceiro lugar, King Crimson apareceu (e foi minha salvação).
Em quarto lugar, não aguentei mais o Chris Squire. A forma mais grosseira de insultos que qualquer músico pode conferir a um colega é mantê-lo esperando. E isto já se passou a quase meio século atrás, prefiro esquecer.
5- Qual é a banda com a qual você gostava de trabalhar mais? Por quê?
No rock, sempre gostei do King Crimson; no jazz, o Earthwork. Posso colocar um potencial de criatividade em uma situação de "diversão" e "prazer" quando estou procurando um lugar para estacionar minhas baquetas por um tempo e fazer algumas baterias. King Crimson sempre foi muito inventivo, e gastei muito de meu tempo nele ! Não acho a música particularmente fácil, e tenho inveja daqueles músicos que tocam e criam simplesmente como você derruba um copo de água. Tantas opções, tantas possibilidades! Quando você está trabalhando com pessoas do calibre de Robert Fripp, ou Laurie Cottle, Gwilym Simcock e Tim Garland na minha banda Earthworks, a música simplesmente voa e eles fazem tudo parecer bom. Então, Earthworks e King Crimson e, quando eu era muito mais jovem, o “YES”, eram todas bandas emocionantes para mim. Mas o King Crimson sempre foi a minha banda.
domingo, 22 de outubro de 2017
The LAMB 1974
texto de: AMYR VON BATHEL CANTUSIO JR ALPHA III PROJECT
GENESIS - THE LAMB LIES DOWN ON BROADWAY (Album Duplo 1974).
OBRA MÁXIMA DO ROCK PROGRESSIVO anos 70.
Os problemas da BANDA em seus EGOS de não considerar o maravilhoso trabalho cênico e vocal + letras de PETER GABRIEL foi o motivo para a DISSOLUÇÂO da formação épica, central e mais maravilhosa da banda.
A FOTO abaixo é a última que tiraram JUNTOS.
Poderiam gravar mais um DISCO para a história, mas Peter se foi ...
Segue abaixo um comentario sobre 1974:
Os atritos começaram quando Peter recebeu um telefonema do diretor William Friedkin, responsável pelo filme O Exorcista. Friedkin tinha adorado a história que Peter havia escrito na contra-capa do disco Genesis Live e procurava alguém para escrever um roteiro de ficção científica, mas que não fosse do ramo. Resolveu então convidar Peter Gabriel, que logo aceitou o convite.
Peter perguntou se a banda se incomodava em parar por algum tempo a confecção do novo disco enquanto ele escrevia o roteiro; e a banda disse que sim, que não desejavam parar por nada. "Bem, eu quero fazer o filme, então deixarei o Genesis".
A primeira reação da banda foi "ok, temos bastante material instrumental, vá em frente", mas logo viram que era uma loucura.
Mike disse .... "Eu sempre gostei de trabalhar com Peter e senti que o grupo precisava de toda a energia que tivesse para terminar o projeto. Mas Peter continuava dizendo que se a oferta fosse realmente séria ele deixaria o grupo, o que considerei um absurdo. E ele realmente saiu um tempo para escrever o roteiro, mas não deu muito certo e ele acabou voltando e se comprometeu que acabaria o disco antes de fazer qualquer outra coisa. Porém, aquilo foi um sinal de que ele estava ficando cheio daquela vida."
Peter se sentiu muito contrariado e resolveu voltar para Bath (UK) até porque sua esposa estava grávida e deixou a parte de composição das melodias com o restante da banda. Ele já havia tido um pequeno atrito com Mike Rutherford que queria fazer o disco em cima do livro O Pequeno Príncipe, o que não aconteceu.
Mike: "Quanto mais você pressiona Peter, mais ele fica no canto. Nós o puxávamos para o grupo, ele ficava vago até que ele foi para Bath (UK) e nós ficamos com todo o trabalho por fazer.
Sabíamos que não iríamos durar muito tempo", conta o baixista.
O convite do cineasta causou uma briga da banda com a gravadora Charisma e pouco-a-pouco o projeto do filme foi ficando mais difícil e Peter aceitou retornar ao trabalho após um telefonema de Michael.
O vocalista disse que não queria ser pressionado e Michael pediu apenas para que ele adiasse por uns tempos seus projetos pessoais para se dedicar ao novo disco.
Acordo fechado.
Phil Collins acha que Peter voltou também porque Friedkin ficou muito assustado ao saber que poderia estar rachando o grupo e pediu desculpas pelo ocorrido.
Com o vocalista de volta, todo o conceito começou a ser montado.
O disco possui uma longa história introdutória contada por um narrador.
Rael faria uma viagem ao seu subconsciente e se confrontaria com a morte - caso de "The Supernatural Anaesthetist"; com o amor - "The Lamia" - e Peter povoaria tudo com seu grande conhecimento de mitologia.
Mas as gravações foram tensas e os músicos se revezavam em turnos no estúdio.
Phil Collins trabalhava de madrugada no Island Studios, em Notting Hill, enquanto o restante trabalhava pela manhã.
Para piorar, Gabriel ficava revisando as letras várias vezes, atrasando ainda mais o projeto.
Quando resolveu gravar seus vocais, os demais foram expulsos do local.
A tensão era tão grande que o guitarrista Steve Hackett acabou machucando um tendão e um nervo do seu dedo ao se cortar com um copo de vinho, o que adiou em três semanas a excursão britânica, sendo jogada para depois da parte norte-americana.
O disco ainda teve a colaboração de Brian Eno, que fez algumas ambientações.
O disco foi lançado em Novembro de 1974 e no mês seguinte iniciava-se a turnê pelos Estados Unidos.
Peter adotou o personagem Rael, usando em boa parte uma jaqueta de couro e calça jeans, o que era diferente para quem costumava usar máscaras e mais máscaras nos shows em anos anteriores.
Entretanto, ele logo começou a usar criações assustadores no palco e o show logo deixaria os demais integrantes irritados, pois Peter Gabriel parecia ser a grande estrela central e não o Genesis.
Claramente os demais membros ficavam escondidos ou em segundo plano.
The Lamb Lies Down on Broadway não foi um sucesso comercial, na verdade foi um tremendo fiasco. Alcançou apenas a 41ª posição na parada norte-americana, apesar de ser disco de ouro no Reino Unido em fevereiro de 1975, onde chegou ao 10º posto na parada, apesar de ter deixado talvez o maior clássico do grupo até hoje, "Carpet Crawlers".
Para se ter uma idéia o disco demorou 16 anos para conquistar o almejado Disco de Ouro, na América, ou seja, 500 mil cópias.
Quando a banda começou a turnê pelo Reino Unido, Gabriel já tinha resolvido deixar o Genesis, mas só anunciou o fato em agosto do mesmo ano, causando choque entre os fãs, embora seus companheiros soubessem que isso ocorreria logo.
O cantor mostrava todo seu abatimento ao sair chorando dos palcos a cada apresentação, misto de tristeza por deixar o Genesis e pelas letras. Sem ele, a história e continuidade do grupo seria outra e Gabriel partiria em carreira-solo fazendo discos excepcionais porém numa outra área musical.
GENESIS 1977 - 2017
há 40 anos!!!
1977 / 2017 Hoje uma data bastante significativa e especial. Eu ví GENESIS ao vivo na minha cara debaixo do meu nariz em 1977 no Maracanazinho Rio BraziL.
SECONDS OUT - que pena. Já sem P. Gabriel mas ....
EU NUNCA VÍ NADA IGUAL em termos de som tecnologia, performance, palco, Luz, produção, etc.
Esses caras assim como YES e PINK FLOYD, estavam 50 anos (meio século na frente).
Hoje eu vejo (Finjo que vejo Rock in Rio) dá vontade de RIR. GENESIS continua e continuará sendo o meu som de cabeceira! Músicas como Carpet Crawlers, The Lamia, Seven Stones, Watcher of the Skies são obras que Mr. Hackett e os Hermanos GENETICS estão tocando até hoje 2017 e PASME: fazendo sucesso pois o PROG. nunca entrou ou saiu desses modismos e certas correntes Musicais Banais que se vê hoje.
Então é GENESIS FOREVER ....
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
GENESIS no BraziL
Este ano (2016) completou 39 anos da primeira e única apresentação do Genesis no Brasil.
Tour do Disco Wind & Wuthering! 1977
Foram duas noites em Porto Alegre (10/05/77 e 11/05/77), duas noites no Rio De Janeiro (14/05/77 e 15/05/77) e quatro noites em São Paulo (18,19,21,22 Maio 1977).
Na época não era muito comum recebermos grandes nomes do rock internacional.
Que eu me lembre, tivemos Alice Cooper em 1974 e Rick Wakeman em 1975.
Os shows foram originados de uma parceria com o Projeto "Aquarius", que era o resultado de uma iniciativa do jornal O Globo e a Orquestra Sinfônica Brasileira, para promover concertos de música erudita em espaços públicos.
A proximidade da música erudita com o rock progressivo levou os organizadores da vinda do Genesis a terem a ideia viável e a criatividade de unir as duas vertentes musicais num único espetáculo.
A tecnologia envolvida no evento foi altamente avançada (Projeções de Laser e uma sonorização nunca vista antes).
Todos os integrantes da banda foram muito simpáticos e receptivos com os fãs e Phil Collins até arriscou algumas palavras em português !
Todas a fotos postadas são dos shows no Brasil ! Créditos Fotográficos: Luiz Antonio S. (Luizinho).
Meu grande abraço à Confraria do Prog-Rock
att: Tulio Fuzato



Marcadores:
genesis,
genesis 1977,
genesis e tulio,
genesis in rio,
genesis in sampa,
genesis in são paulo,
genesis no brasil,
genetics,
tulio e genetics,
tulio fuzato e genesis
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
R.I.P. GENETICS - Nachito
Nacho Rodriguez e sua paixão pelo Genesis ...
impressionado com a perfeição do "COVER" - excelente banda
Rael is a band from Argentina that used to play Genesis pieces between 1986 and 1992. The TV broadcast was cut at 6:26 and later edited with the audio of another live performance, with pictures of the group. They have two CDs with their own music at http://www.cdbaby.com/Artist/Rael1
Me lembro que tive um contato pessoal com Nacho Rodriguez Genta, desejava muito ver OS GENETICS in Rio - Passei ele para o contato com Claudio Fonzi que fechou os Shows deles no Brazil - Estávamos todos muito FELIZES de ver a "ENCARNAÇÃO" do GENESIS na Teatralidade da interpretação de RAEL e seus Musicos maravilhosos: (Rawsi, Leo, Horacio, Claudio) - Estive com eles no camarim, comemoramos junto com o hermano Jota - e agora Nacho se foi de repente soterrado numa avalanche de neve!!! - isso não sai da minha mente! e como um homem tão brilhante e talentoso morre assim de uma hora pra outra??? isso me faz lembrar o Queen quando perdeu Freddie! certamente será muito dificil pros hermanos GENETICS arranjar um substituto de um nível tão alto de intrepretação de Peter Gabriel. Não sei dizer - mas arrisco dizer que a Banda acabou! ficarão os magníficos vídeos dos Shows, registros de Áudio, ensaios, gravações , fotos ------- uma marca perfeita indelével no tempo e espaço - PAZ e LUZ nessa nova Jornada hermano RAEL (Nachito). PAZ e LUZ - Tulio.
Marcadores:
amigos,
argentina,
cover,
cover band,
daniel rawsi,
genesis,
genetics,
hermanos,
nachito,
nacho,
nacho rodriguez genta,
Rael,
rael band,
tulio fuzato
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
R.I.P. Nacho Rodrigues GENETICS BAND
19 jan 2015.
Triste ....
Consternado ....
Inconsolável ....
Da Argentina vem a notícia da morte do vocalista Nacho Rodriguez Genta, da banda Genetics (ex Rael).
Minha banda cover/tributo favorita do Genesis.
Falei com o meu batera Daniel Rawsi, ele me disse que foi devido à uma avalanche de gelo.
Tinha visto fotos recentes dele em Férias nos picos gelados!
Descanse em paz companheiro Nacho! mi hermano!
Emocionar cantando Genesis era algo que você fazia como ninguém.
Obrigado pelas emoções que proporcionou a mim e a muitos dos que gostam dessa maravilhosa banda ...
Rest in Peace!!!
Me lembro que tive um contato pessoal com Nacho Rodriguez Genta, desejava muito ver OS GENETICS in Rio - Passei ele para o contato com Claudio Fonzi que fechou os Shows deles no Brazil - Estávamos todos muito FELIZES de ver a "ENCARNAÇÃO" do GENESIS na Teatralidade da interpretação de RAEL e seus Musicos maravilhosos: (Rawsi, Leo, Horacio, Claudio) - Estive com eles no camarim, comemoramos junto com o hermano Jota - e agora Nacho se foi de repente soterrado numa avalanche de neve!!! - isso não sai da minha mente! e como um homem tão brilhante e talentoso morre assim de uma hora pra outra??? isso me faz lembrar o Queen quando perdeu Freddie! certamente será muito dificil pros hermanos GENETICS arranjar um substituto de um nível tão alto de intrepretação de Peter Gabriel. Não sei dizer - mas arrisco dizer que a Banda acabou! ficarão os magníficos vídeos dos Shows, registros de Áudio, ensaios, gravações , fotos ------- uma marca perfeita indelével no tempo e espaço - PAZ e LUZ nessa nova Jornada hermano RAEL (Nachito). PAZ e LUZ - Tulio.
domingo, 28 de setembro de 2014
GENETICS in RIO
Rio de Janeiro, Teatro Rival - 26-09-2014.
Uma banda de "hermanos" muy PERFECTA!!!
A alegria ter participado diretamente da vinda dos GENETICS ao Rio pelo contato com o meu amado batera Daniel Rawsi amigo Musico com quem sempre falo.
Eu apresentei Rael e todo o trabalho desta magnifica Banda ao produtor Claudio Fonzi. Ele fechou na hora!!!
Todos os amantes de GENESIS e soberba sonoridade desta banda Cover, lotaram o Teatro RIVAL naquela memorável noite de concerto!!!
sim aquilo não foi um show, foi um CONCERTO!!!
Musicos impecáveis na dificil tarefa de recriar detalhe por detalhe das texturas de teclado, passagens de guitarra, harmonias e toda a TEATRALIDADE da era Gabriel.
Os milhares de registros estão no youTube e fotos.
Tive a FELICIDADE de estar com eles, abraçá-los e conversar num mix de EnglishPORTUNHÓL, ahahahaha.
todo o meu karinho ao Mr. Rawsi e os demais da Banda!!!
Ladies and Gentlemen: GENETICS in RIOOOOO!!!
Hay Equipo — (RAEL) Nacho Rodriguez Genta, Claudio Lafalce BASS, Horacio Pozzo KEYBOARDS, Daniel Rawsi DRUMS, Leo Fernández GUITAR
STAFF: Gustavo Amann, Tano Di Luzio, Federico Tio Ariztegui, Jota Castanõ Kan (PEPE), Anibal Barrios.
Assinar:
Postagens (Atom)





































































