Mostrando postagens com marcador copa do mundo 2014. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador copa do mundo 2014. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de julho de 2014

Fim da Copa 2014 para o Brazil



É ridículo ver a cara de Brazilleiros chorando neste final de partida, um quarto Lugar bem merecido.

Certo mesmo será o nosso CHORO com os desdobramentos nefastos de tanto dinheiro publico jogado fora numa festa em que eu vc vamos pagar a conta: 
A TAXA é NOSSA !!!

E não precisa ir muito longe pra sentir isso: basta ir ao Supermercado comprar o pão nosso de cada dia. 

O que se espera da Classe Politica, são muitas promessas e nós como povo sequer temos um cadidato menos RUIM pra votar.

Esta é a realidade que nos espera!!! 
E PASMEM se ainda não implantarem o COMUNISMO TOTALITARISTA nessa bagaça!!!

God bless us!!!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Acessibilidade Rima com Prioridade???













































A despeito da rima, as palavras acessibilidade e prioridade não estão associadas nem mesmo nos discursos do poder executivo, particularmente no Rio de Janeiro, que continua lindo, mas sem acessibilidade. 

Na Copa e a dois anos dos Jogos Olímpicos, a cidade continua sendo a via crúcis das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e, mesmo assim, apenas das que não aceitam o confinamento nas suas próprias casas a que são condenadas pela incúria governamental.

O gasto de montanhas de dinheiro em obras de cartão postal revela que as prioridades dos governantes não passam pelas calçadas que precisam ser acessíveis, e não sinalizam para transportes coletivos que deveriam atender ao direito humano fundamental de ir e vir das pessoas com deficiência.

É até possível compreender, sem aceitar, que administradores públicos priorizem feitos que projetem suas imagens em caprichoso marketing eleitoral ou malfeitos que encham as burras de suas campanhas políticas, considerando a metástase moralmente degenerativa que acometeu a sociedade brasileira, mas não posso, como pessoa com deficiência, admitir outra prioridade que não seja o imediato atendimento aos meus direitos.

Eu tenho direito à vida em sua integralidade e não bato palmas para cartões postais ou realizações isoladas “para inglês ver”, como meia dúzia de rotas acessíveis ligando coisa nenhuma a coisa alguma, pois como chegarei a coisa nenhuma?

Da mesma forma, não posso aceitar que me peçam compreensão para a dificuldade de realização das obras necessárias. 

Afinal, os prazos do Decreto 5.296 para implementação da acessibilidade foram estabelecidos há dez anos e quase nada foi feito em termos de infraestrutura no país. 

De que vale um ônibus adaptado, entre muitos com elevadores quebrados, ou mesmo uma avenida inteira com rampas nas esquinas, se todas as transversais são intransitáveis para cadeiras de rodas, como em Copacabana?

Bolas! Se nem as obras do Maracanã, um dos nossos mais expressivos cartões postais, atendem adequadamente aos requisitos de acessibilidade, apesar de todos os aditivos contratuais, o que esperar de governos que, por incúria ou dolo, condenam as pessoas com deficiência das “suas” cidades à exclusão perpétua?

Fala sério! Ou a acessibilidade urbana é definitivamente incorporada aos Planos Diretores e de obras dos municípios, com as necessárias e adequadas dotações orçamentárias para os órgãos públicos competentes, ou será melhor tirar de vez a máscara de “bonzinhos” de governantes que não estão nem aí para cidadãos com deficiência.

Falo tudo isso de cadeira, de rodas, e se alguém quiser comprovar o que digo basta me acompanhar em outra cadeira, de rodas, pelas calçadas e ônibus da cidade dita maravilhosa. Não preciso nem recorrer a estatísticas e análises profundas e doutas diante do cotidiano nada poético das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro e de praticamente todas as cidades brasileiras, que lutam por mais do que uma rima, lutam por solução!

Andrei Bastos é jornalista com deficiência

www.assimetricos.com.br

sexta-feira, 13 de junho de 2014

VTNC 2014



60 mil vozes homenageiam Dilma Rousseff no Itaquerão, o estádio dado por Lula ao seu time, o Corinthians. 
20 mil fazem a mesma coisa na fun fest em Copacabana. 
E desde então, "nas redes" e na imprensa, fez-se o "escândalo". 
Escândalo? Por uma arquibancada de futebol dizer "vai tomar no cu"? Apenas dois tipos de pessoas se escandalizam. 
Quem nunca assistiu uma partida de futebol ou de qualquer outro esporte. E os PT-esquerdistas, seja fora ou dentro da imprensa de cá, das bandas de CorruPTópolis.

A roupa de vítima coitadinha que tentam vestir à força na Dilma não cabe nela. 
Lula a vendeu caríssimo como superpoderosa. 
Ela que arque, portanto, com as consequências de ser a gerentona - incompetente. 
A imprensa, claro, está exercendo seu sagrado direito ao bundamolismo, acochambrando as razões da "vaia" na Dilma: não temos uma presidente. E os genuflexos preferem ignorar os motivos que levaram o povo à tal manifestação, que residem no próprio modelo petista de desgovernar. 

Quem são os que estão escandalizados com a manifestação contra a Dilma? São os que não se escandalizam com menor estuprador, que queimam trabalhador vivo. Os que acham deselegante e desrespeitoso uma arquibancada dizer #DilmaVaiTomarNoCu são os que acham enfiar um crucifixo no mesmo ou costurar a vagina atos culturais verdadeiramente revolucionários. O Brasil do PT - fora e dentro da imprensa - que reclama de palavrão em estádio de futebol é o Brasil do PT que prega a matança de bebês no útero. 
"Vai tomar no cu" em arquibancada de estádio é horrível para as mesmas pessoas cuja morte de Celso Daniel é linda, o mensalão não existiu e advogado bêbado de mensaleiro pode desacatar o STF. 
Sem esquecer que xingar Dilma é "lamentável" para as mesmas pessoas que ameaçar o ministro Joaquim Barbosa de morte é desejável. 

Xingar e vaiar a Dilma é questão de escolha, assim como votar nela e defender Chavez, Fidel, a maconha, o aborto, ficar pelada para protestar contra a exploração sexual, fazer aliança com Maluf ou glamourizar o crack. 
A vaia ou o palavão são livres porque o povo, nestepaiz - apesar do PT- ainda é livre. Ah, sim. O choro também é.

Postado por Regina Brasilia às 12:42  


quinta-feira, 12 de junho de 2014

12 de junho COPA 2014







Eu visto a camisa do meu País, mas da Copa não!!! NÃO SOU MAMULENGO, BUNECO de MASSA de MANOBRA!!!

COPA du IMUNDO! Amanhã a fila de 8 horas do SUS te espera, o sorriso receptivo do médico, as faltas sucessivas do seu professor na Universidade, os funcionários do banco super bem-humorados em te atender. Parabéns Brasil.

Estou pensando como um evento pode causar um retrocesso mental de tamanhas proporções. Todo mundo com cornetinha, buzinas ... Idade mental de 3 anos! eu visto a camisa do meu País, mas da Copa não!!! NÃO SOU MAMULENGO, BUNECO de MASSA de MANOBRA!!!

é uma coisa muito TOSCA, dificil até de explicar: AS PESSOAS CONFUNDEM a Camisa da SELEÇÃO e o FUTEBOL com PATRIOTISMO ======== Ser PATRIOTA é ter orgulho de ter seus direitos de CIDADANIA CUMPRIDOS pelos impostos que vc paga. SER BRASILEIRO é ver seu Filho se formar numa FACULDADE, é vc ter Emprego, Transporte, Hospitais, estradas que integram o País =====










segunda-feira, 9 de junho de 2014

animação na COPA 2014?



PESSOAS SE ANIMAR???? COPA??? se animar com o quê??? o TEXTO está INTELIGENTEMENTE REDIGIDO!!! basta Ler!!!

Com a aproximação da abertura da Copa, paira no ar uma tensão surda.
Por Claudio Weber Abramo (diretor executivo da Transparência Brasil) 
(Blog Juca Kfouri)

Alguém observou outro dia que os carros que circulam nas ruas não carregam bandeirinhas como em outros anos, e que isso talvez se deva ao receio dos motoristas de terem seus veículos depredados por black blocs.

É impossível comprovar se o diagnóstico é acertado ou não. Seja por recear a ação de vândalos, seja porque boa parte das pessoas passou a enxergar a Copa no Brasil como um despropósito, seja por qualquer outra razão, a impressão é que alguma coisa de muito ruim está por vir.

Ao que se possa julgar pelas atitudes visiveis do poder público, nossos mandatários compartilham o receio de algum desastre iminente.

Há uma enorme preocupação com questões de segurança. Mobiliza-se o Exército. 
Ao mesmo tempo, policiais ameaçam greve, metroviários paralisam o transporte de massa em São Paulo no dia de um amistoso da Seleção.

Uns dias atrás, um fotógrafo morreu dentro de um ônibus, no Rio de Janeiro, cujo motorista havia se desviado de sua rota para levá-lo a um hospital.

Morreu porque, embora estivesse defronte ao hospital, seus médicos estavam em greve e não estavam presentes ou, pior ainda, não o atenderam.

Ao que saiba, ninguém foi preso. 
É improvável que alguém seja demitido e menos provável ainda que os grevistas de branco venham a ter seus registros profissionais cassados por sua corporação.

O Brasil é isso, e cada vez mais se sabe disso. “A pátria de chuteiras” não existe mais. E ainda bem por isso.

Conforme minha mulher me chamou a atenção, o presidente da FIFA, Joseph Blatter, repetidamente conclama “o povo brasileiro” a mobilizar-se em prol da Copa.

Lembra ela que a última vez que alguém tentou esse tipo de coisa foi quando Fernando Collor convocou a população a sair às ruas vestida de verde-amarelo para lhe prestar apoio.

O resultado foram passeatas por todo o Brasil com as pessoas vestidas de preto, exigindo a sua derrubada.

O cenário iraquiano dos entornos dos estádios (ou “arenas”, como bizarramente passaram a ser chamados), os aeroportos semi-acabados, obras de acesso inacabadas, infraestrutura de telecomunicações precária, o improviso patente em tudo o que cerca a Copa, confirmam o diagnóstico pessimista que se fazia quando se anunciou que o Brasil sediaria o torneio.

A incompetência, a irresponsabilidade e a certeza de roubalheiras de todo tipo praticadas por agentes de governos que vão do municipal ao estadual e ao federal garantiam que a ideia de fazer Copa do mundo no Brasil fracassaria miseravelmente.

A presidente da República empenha-se em promover a Copa às vésperas de sua ocorrência. Por quê? Só pode ser porque os marqueteiros do Planalto devem ter sentido a barra pesar.

Como a presidente assume o papel, os governadores e prefeitos que embarcaram na canoa furada da Copa, sentindo que o climão geral parece mais negro do que verde-amarelo, fingem que a coisa não é com eles.

Há um clima pesado no ar.
Torçamos para que fique só na atmosfera.