sábado, 25 de junho de 2016

Led Zep 3


RESENHA de MARCIO ABBES

Engraçado saber que o Led III começou a ser gravado no início de 70.

Led Zeppelin é quase uma banda sessentista.

O disco é um dos objetos mais lindos fabricados no rock. Parece um exagero da minha parte, mas a capa é uma verdadeira obra de arte. Aliás, bem difícil escolher a melhor capa do Led Zeppelin.

Estou escutando o maravilhoso disco neste exato momento. Tenho o CD remasterizado.  Caso entrasse na onda do vinil, acho que seria o primeiro vinil a ser adquirido.
Bem, a bolachinha começa com a furiosa "Immigrant Song", que traz o ritmo incrivelmente sincronizado de batida e a voz cheia de lamentos do Plant. 
A pérola já começa com a força de abrir até a porta do Vaticano.

Em parte disco vem mostrar que está mais voltado para o folk em "Friends", que traz a música acústica numa multiplicidade de sons com o teclado viajante do John Paul Jones.

O que entra logo em seguida é a balançante "Celebration Day". 
Nada mais vibrante do que as notas esticadas do Page e a voz de Plant.

A próxima música é o blues mais bonito já realizado por uma banda na face da Terra. Com apenas 5 notas, começa a maior explosão vocal realizada por um branco no blues. Plant nos leva para a mesma viagem que Janis levou a plateia do Woodstock. Page faz um estupendo solo numa harmonia maravilhosa com a cozinha da banda. 

"Out on the Tiles" vem com uma urgência e num ritmo cortante e preciso. "Gallows Pole", que começa o lado dois do vinil, vem mostrar que o disco é um trabalho quase totalmente acústico, mas sem perder o maravilhoso peso da banda. 
O que aparece em seguida é uma das músicas mais lindas da banda, "Tangerine", que tem o ar de Stones e com uma linda melodia com a voz quase em súplica de Plant e o belíssimo solo de Page. 

Não pára por aí, toda a genialidade da banda vem ser sacramentada em "That's the Way", mais uma música acústica toda pontuada por belas notas de violão e a voz sublime de Plant. 

O disco se despede com "Bron-Y-Aur Stomp" e "Hats Off to (Roy) Harper", que demonstram o que é realizar música acústica para uma vibração sensorial viajante e prazerosa. 

Led Zeppelin é a melhor banda de rock pesado de todos os tempos! Disco obrigatório!














quarta-feira, 22 de junho de 2016

é hawkwind ....


Hawkwind a banda Ritual do Espaço SideraL - gosto muito daquele Synth que fica FLUTUANDO no fundo fazendo som de vento cósmico - uma das primeiras bandas de Lemmy naquele contrabaixo Rickenbaker tocado com palheta fazendo tríades e acordes como se fosse uma guitarra grave, ahahahaha ele nunca foi um baixista di verdade, mas aquela "pegada" deu uma onda LOKA ao já alucinado estilo do Hawkwind. 

É claro depois de Lemmy veio uma outra fase mais CULT do Hawkwind inclusive com uma passagem meteórica de Ginger Baker que nem sei como topou tocar numa banda de estilo totalmente diferente do que ele fazia com o Cream, ahahahaha -------------------------
ok mas GIG é GIG e vamus nessa! 
O grande referencial do Hawk foram aqueles shows com Stacia Blake nua no palco fazendo aqueles RITUAIS espaço-cósmico com uma mistura medieval, vicking e cultos CELTAS.
Um mix muito doido com Letras LOKAS e álbuns conceituais!
O Rockeiro mediano acostumado com Beatles ou Stones recebe um impacto sonoro logo de saída, então pra se acostumar eu sugiro começar ouvindo "Hurry on the Sundown" porque depois é só doideira! psicodelismo psico-cósmico estratosférico ahahahaha ---- https://www.youtube.com/watch?v=HCi4gUX4oJo





































sexta-feira, 17 de junho de 2016

O SIMBOLO de JIMMY PAGE


Azazel ou ZoSo (em hebraico: עזאזל) é o nome atribuído a um anjo, que seria encarregado da tarefa de levantar as faltas humanas e as enumerar perante o Tribunal Divino, durante o julgamento anual da humanidade.

É, por outro lado, uma figura misteriosa, que aparece por três vezes na Bíblia Hebraica, relacionado expressamente com o ritual do Yom Kipur, quando, na época do Templo de Jerusalém, um bode era sacrificado para o Criador e outro era ofertado a Azazel, sendo este último animal encaminhado ao deserto, pois a transliteração da palavra original é "az'el " e em hebraico "el" é Deus.

Azazel também é comumente conhecido como o responsável pelo pecado da ira entre os Sete Príncipes do Inferno (que correspondem os sete pecados). 
E a trazer os ANJOS para copular com as MULHERES HUMANAS!!!







ian Paice Hospitalizado


Paice acordou na terça-feira de manhã com dormência no lado direito de seu corpo. Depois de ser levado para o hospital em Estocolmo, Suécia, determinou-se que ele tinha sofrido um ataque isquêmico transitório, também referido como um mini-acidente vascular cerebral.

Meu baterista predileto! pela primeira vêz desde 1968, baterista original co-Fundador do Deep Purple cancela shows!


Após cancelar dois shows na Europa sem explicações no início da semana, o baterista do Deep Purple Ian Paice postou no Facebook oficial da banda a seguinte declaração:
“A todos que esperavam ver o Deep Purple na Suécia e Dinamarca esta semana eu gostaria que vocês soubessem o motivo pelo qual os shows não foram possíveis e acabar com as especulações e rumores.
Na manhã do dia 14 de Junho eu acordei sem sentir o lado direito do meu corpo e eu não conseguia controlar minha mão direita ou meus dedos.
Então eu fui ao hospital onde fui diagnosticado como tendo sofrido um pequeno acidente vascular encefálico, ou isquemia cerebral. A equipe do hospital em Estocolmo foi incrível e eu comecei o meu tratamento na hora. Depois da tomografia e da ressonância magnética, descobriram que não houve danos sérios ou permanentes. Neste momento eu estou apenas sentindo a minha face um pouco dormente e minha mão está formigando. Minha habilidade com a mão está retornando rapidamente e eu espero completamente estar de volta na turnê este mês.
E agora eu tenho um conjunto de remédios para tomar todos os dias para me assegurar que isso não acontecerá novamente!
Me deculpem por não poder tocar para vocês. E eu sinto muito por mim mesmo! Estes foram os primeiros shows que eu perdi do Deep Purple desde sua formação em 1968.
Obrigado a todos que se mostraram preocupados e enviaram suas bons votos.

-Ian Paice.








sábado, 11 de junho de 2016

Ele não toca mais ....


A Doença de Eric Clapton ...

O dia de hoje (11-06-2016) foi de tristeza e perplexidade! 

Eric Clapton, está com uma doença irreversível no sistema nervoso chamada "neuropatia periférica" e ele que luta para continuar tocando sua guitarra.

Segundo palavras do próprio Clapton: “é uma condição que afeta os nervos periféricos responsáveis por encaminhar informações do cérebro e da medula espinhal para o restante do corpo. A neuropatia periférica pode causar danos permanentes aos nervos, sendo muitas vezes um problema incapacitante e até mesmo fatal”. 

O momento é de perplexidade, fé e orações. Que Deus o Proteja !

OBS: Keith Emerson recentemente se suicidou pela incapacidade de tocar.

Phill Collins saiu do cenário internacional depois de uma carreira solo impecável devido à problemas de coluna, surdêz, e dos nervos das mãos! 

Clapton seria mais um???















RESENHA ================

O músico inglês Eric Clapton, de 71 anos, revelou em recente entrevista à revista "Classic Rock Magazine" que sofre de neuropatia periférica, doença que afeta o sistema nervoso, os movimentos de pés e mãos e provoca dificuldade para tocar tocar guitarra. A publicação divulgou em seu site trechos da conversa na qual Clapton também falou sobre seu disco mais recente, "I still do".
Sobre tocar seu instrumento, o guitarrista, considerado um dos maiores de todos os tempos, comentou: "Quer dizer, é um trabalho difícil às vezes, o lado físico disso – ficar velho, cara, é duro. [É] difícil tocar guitarra e tive de entrar em acordo com o fato de que não vou melhorar".
Clapton detalhou como ficou sabendo que tinha neuropatia periférica, doença que afeta especialmente extremidades, como mãos, pés e braços.
"Tive muita dor ao longo do último ano. Começou com uma pequena na parte inferior das costas, e depois evoluiu para o que chamam de neuropatia periférica, que é quando você sente como se estivesse levando choques descendo para a perna", afirmou.
"E tive de descobrir como lidar com isso e outras coisas que vêm com o envelhecimento."
Clapton também comparou sua situação atual a seus problemas com drogas do passado: "Eu não sei como sobrevivi – aos anos 1970, especialmente. Como estou recuperado do alcoolismo e do vício, acho uma coisa incrível estar vivo, afinal. Pela lógica, eu deveria ter batido as botas muito temo atrás. Por alguma razão, fui tirado nas garras do inferno e recebi uma nova chance".
Entre as causas possíveis da neuropatia periférica, está o consumo excessivo de álcool.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Funk, Favela ....


FUNK ...... a cultura do estupro ......
TXT de Gustavo P. Cysneiros

As coisas escritas nos posts da internet (redes Sociais), as letras dessas “músicas” FUNK (se é que isso pode ser chamado de música) mostram uma cultura absolutamente aterrorizadora da visão da mulher na favela. Estes posts sobre ESTRUPRO (maio 2016) mostram a distância entre o “asfalto” e a favela. Mostram que a cultura da favela vai muito mais fundo nas entranhas infernais da degradação do ser humano do que a cultura do estupro. 
Na cultura dessa gente, mulher que presta é mulher que dá prá 30 sem reclamar e gosta disso. 
As crianças crescem ouvindo isso e vivenciando isso. Na mente desse povo a errada foi a menina (na visão deles mulher) que segundo eles mesmos quis “dar” para trinta mas não aguentou “a pressão”.

Lendo esses textos escabrosos, a impressão que fica é que a favela é um mundo à parte, que se julga ou à margem da Lei ou acima dela. Um caos talvez criado pela ausência do Estado, ou de algo maior, pela ausência de ordem, padrões de boa educação, altruísmo, etc ....

A desordem está na origem da favela e a favela se retroalimenta da desordem. Desordem que cria e faz crescer desordenado.

O pior que a favela pode causar a alguém é fazer com que alguém não queira sair dela e nisso ela é bem sucedida na maioria dos casos.

Você pode até tirar algumas pessoas da favela, mas talvez não consiga tirar a favela de dentro de algumas delas.

Mais do que um local, a favela é um estado de espírito em que as pessoas aceitam como normal se comportar como animais irracionais, como os animais reprodutores que tem que ser porque o instinto mais básico que existe é o de perpetuação da espécie, portanto o sexo tem que ser escrachado, exagerado, o sexismo cultuado à exaustão, porque a vitória da favela sobre a cidade depende da reprodução, depende da capacidade de se fazer sexo, para reproduzir ou só para se mostrar que é capaz de reproduzir, entendendo que a reprodução é uma vitória. Botar mais e mais milicianos na cidade. 
Favela é um estado de espírito em que as pessoas tem uma aceitação serena de que não tem poder sobre suas vidas, sobre dizer sim ou dizer não, sobre perseguir um objetivo e tentar ser diferente. 
Um local que te obriga a ser igual, igual nessa tragédia cultural cotidiana, igual na pobreza e na riqueza do tráfico. 
E ensina desde cedo porque as criancinhas aprendem as primeiras lições de sexo antes mesmo de conseguirem segurar um lápis. 
Criança aprende observando e o que as crianças observam na favela leva ao sexo, somando isso à desordem que retroalimenta a própria desordem, o resultado é imprevisível, mas na maioria dos casos catastrófico. inumanos!

Deus é ordem no caos.

















segunda-feira, 30 de maio de 2016

Quando surgiu?


Quando surgiu o hi-hat??? Popularmente conhecido na linguagem nacional como: chimbaL com L, chimbau, contra-tempo, xipô, chapéu, etc .... Resume-se em um dos pratos mais usados no drum-kit (e para 99,9% dos bateristas: essenciais) e entre os principais modelos criados e apresentados ao mercado pela Zildjian (que os criou)!

Foi em 1927, quando Avedis Zildjian III que já vivia nos Estados Unidos, recebeu uma carta de seu tio Aram dizendo que era sua vez de assumir os negócios da família na Turquia.

Como Avedis era o próximo na linha direta de sucessão, ele disse que não queria retornar para a Turquia, mas que gostaria de mudar os negócios da família para a América.

Então, Aram concordou em ajudar Avedis e a primeira fábrica de pratos nos EUA é estabelecida na cidade de Quincy, Massachusetts em 1929.

Naquela mesma época acontecia a Grande Depressão, e com a baixa na demanda de pratos, Avedis rapidamente se tornou amigo de Ray Bauduc que tocava com Bob Crosby, Chick Webb, Papa Jo Jones (que ajudaram a remodelar o HiHat). Mas, foi com Gene Krupa que Avedis teve uma relação de trabalho mais próximo.

Em muitas de suas visitas a fábrica, teve grandes idéias sobre novos pratos e como posiciona-los na bateria. Gene pediu a Avedis para desenvolver um prato mais fino que logo se tornaria popular causando um grande impacto no desenvolvimento de novos modelos na fábrica da Zildjian.

Com a popularidade do HiHat aumentando entre os bateristas, Jo Jones adicionou-o em suas apresentações com sua banda (Count Basie). 
Mais tarde, Buddy Rich e Louie Bellson também contribuíram com Avedis dando sugestões no desenvolvimento dos tamanhos e sonoridade dos novos pratos.

O bumbo, a caixa e o HiHat (contra-tempo) compõem os elementos básicos em um kit de bateria.

Com esses três juntos um baterista de nível avançado já faz milagres sonoros. O HiHat é caracterizado por possuir 2 pratos (par), e ficam um em cima do outro, sendo o de baixo geralmente mais pesado que o de cima.

Há várias maneiras de tocar o HiHat, quanto mais próximo e firmes estiverem os 2 pratos, mais o som sairá algo como "chic-chic", obtendo uma sonoridade mais limpa. E quanto mais afastados um do outro mais proporcionará uma sonoridade mais suja, arrastada. Tudo isso é controlado pelo pedal da máquina de chimbal que foi outro assessório incorporado ao drum-kit.

Na década de 1960, a Zildjian lançou o "New Beat" HiHat, que foi inspirado por Louie Bellson. A combinação de um prato pesado embaixo e um médio em cima, resultou em agradável sonoridade e muita versatilidade. A partir daí, o prato New Beat tornou-se um item essencial em qualquer apresentação voltada aos bateristas.

No final da década de 70, a Zildjian introduziu no mercado os pratos de hi-hat Quick Beat de 14" e 15". O prato de baixo (Bottom) do chimbal vem com quatro furos feitos de maneira simétrica que permitem que o ar escape para fora quando esse é fechado, possibilitando uma sonoridade de "chick" muito mais consistente e oferecendo notas mais claras e rápidas.

Os pratos da série Quick Beat são um pouco mais pesados do que os modelos da linha New Beat. A inconfundível sonoridade deste chimbal na lendária música de Michael Jackson, "Rock With You" do álbum "Off The Wall", fora gravada com um Quick Beat de 15", entre 78'-79'. O Quick Beat é mais um dos modelos exclusivos e patenteados pela Zildjian, e sua tecnologia tem sido continuamente aplicada e popularizada, criando muitos outros de nossos aclamados modelos.

O prato K/Z foi apresentando durante o Zildjian Day, em sua primeira edição no ano de 1986. O prato superior (K) tem espessura e peso médio, já o inferior é extra-pesado modelo Z Dyno-Beat. 
A mistura da sonoridade dark do K com o brilho e super volume do Z Dyno formou um par com sonoridade tecnicamente perfeita e equilibrada. 
O som de pisada é definido de forma acentuada e claro. Aberto o som é encorpado e cheio, com ótimo volume.

texto © COPYRIGHT 2016 - Zildjian® Brasil - Todos os direitos reservados.







sexta-feira, 27 de maio de 2016

Therion by Fuzato

Olha na boa, eu acho que essa musica, tema, arranjos e letra dá um banho no irom maiden, ahahahahaha ....... (clip ao Final, mas Leiam porque é História do Egito e eu gosto muito).

de: Jonny A Magnis Maxima - https://youtu.be/T-TpT6miDJ8

Em meados dos anos de 1300 a.C., um faraó egípcio corajosamente desafiou mais de 1.500 anos de tradições religiosas ao adorar um só deus.

Akhenaton era filho do faraó Amenhotep III, um dos mais poderosos e populares governantes da décima-oitava dinastia egípcia. Quando o pai morreu, Akhenaton subiu ao trono como Amenhotep IV. Casou-se com Nefertiti e com ela teve seis filhas.

Por toda sua história, o povo Egípcio adorara muitos deuses, entre eles o deus-sol, Aton. Amenhotep declarou que acreditava ser Aton o único deus todo-poderoso do universo e que todas as pessoas deveriam adorar somente ele. O faraó adotou o nome Akhenaton (Aquele que é útil a Aton) e transferiu a capital do Egito de Tebas para Akhetaton ("Horizonte de Aton"), cidade que construiu à margem oriental do rio Nilo. Hoje, o lugar é conhecido como El-Amarna.

Akhenaton e Nefertiti governaram uma corte que idolatrava apenas Aton. Os nomes dos outros deuses foram excluídos das esculturas de pedra da residência imperial e Akhenaton exigiu que seus empregados e cortesãos seguissem suas crenças. Akhenaton e seus seguidores também construíram novos prédios e costumavam fazer cerimônias complexas em seus novos templos e palácios. A nova capital conquistou riquezas e esse foi o início do chamado período Amarna das artes egípcias. As esculturas se tornaram mais realistas e vívidas; as pinturas mostravam um faraó de aparência estranha com um pescoço muito longo e coxas enormes, ele e a família eram representados em cenas informais e até divertidas.

Sua mãe, que viveu durante os seis primeiros anos de seu reinado, foi responsável pela estruturação das tendências místicas, fazendo com que ele se aproximasse da parte do clero que estava ligada aos antigos cultos do Egito, onde Aton era o deus maior.

Assim, durante os quatro primeiros anos de seu reinado, vai lentamente, se afastando de Tebas e amadurecendo a idéia de um deus universal. Ao final deste período, ele inicia a grande revolução. Proclama sua intenção de realizar a cerimônia religiosa de regeneração denominada "festa-sed" na qual o faraó "se recarrega". [Além disto, o poder dos sacerdotes de Amon vinha crescendo e eles, pouco a pouco, ficavam mais influentes. Portanto, além da piedade do faraó, havia também motivações politicas.]

No entanto, muitos alto-sacerdotes egípcios se ofenderam e se sentiram ameaçados pela idolatria a um só deus que praticava o faraó. Quando os seguidores de Akhenaton começaram a destruir as estátuas e locais de adoração dos outros deuses egípcios, muitos egípcios também se enfureceram. Quando morreu, por volta de 1335 a.C., Akhenaton já tinha se tornado muito impopular.
O trono passou imediatamente a seu jovem genro, Tutankhaten, que recebeu o nome de Tutancâmon. Sob seu reinado, a capital voltou a Tebas; o deus-sol Aton foi retirado de muitos obeliscos do Egito e o povo voltou a ser politeísta, ou seja, a adorar diversos deuses. Por fim, os sucessores de Akhenaton destruíram praticamente tudo que ele havia construído em sua nova cidade, apagando quase todas as indicações de seu reinado.

O conhecimento desse período da história do Egito vem das escavações realizadas em El-Amarna entre 1887 e 1934. Um dos momentos mais importantes da arqueologia moderna aconteceu em 1922, quando o túmulo de Tutancâmon foi descoberto. Com isso, arqueólogos e historiadores de arte encontraram meios para entender o legado de Akhenaton e sua família

Na mitologia egípcia, Apep (ou Apophis, em grego. Também conhecida como Apófis), é uma criatura em forma de serpente que combatia o deus Rá ao cair de cada noite, sendo sempre morta, mas sempre ressuscitando. Também chamada de Apepi ou Aapep.

Apep é a personificação do caos no submundo e um inimigo jurado dos deuses (principalmente Rá). Ele é a personificação do próprio caos, destruição e do mal na mitologia Faraônica (Egípcia). Apep surge como uma serpente gigantesca, com 30m de comprimento. É servido por hordas de demônios, a maioria possuindo qualidades de serpente do fogo. Para os egípcios, quando havia um Eclipse, era o corpo gigantesco de Apep, cobrindo a luz do Sol,enquanto tentava destruir a barca de Rá e devorá-lo. Apep se encontrava no ultimo dos 12 portões do Submundo, onde era o maior desafio de Rá.