Mostrando postagens com marcador terroristas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador terroristas. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de julho de 2016

Islamismo: religião de paz?


Islamismo: religião de paz?

O Alcorão é um livro que incita a violência. É simples, basta ler o Alcorão para ver e testificar. Um fato é um fato, está lá, é o que é ensinado nas mesquitas, violência.

















por Luis A. R. Branco - http://www.genizahvirtual.com/

Diante de tantas atrocidades cometidas por muçulmanos radicais, incomoda-me a postura dos lideres islâmicos, assusta-me a forma como ocultam a verdade sobre o Alcorão e impressiona-me a forma como se contradizem entre a fala e a praxis religiosa.

Sempre que há um atentado como o que ocorreu nos Estados Unidos da América, que ceifou a vida de cinquenta pessoas, aparece um ou outro líder islâmico que insiste na retórica de que o islamismo é uma religião de paz. Sejamos honestos, sem medo de dizer a verdade e deixemos de lado a farsa da boa diplomacia:

O islamismo é uma religião opressora e intolerante. Não existe nenhum país islâmico ou de maioria islâmica onde haja liberdade. Mesmo nos mais desenvolvidos, como os Emirados, não há liberdade plena. O islamismo é intolerante com seus próprios filhos, que dirá daqueles que são de outras religiões. A palavra chave do islamismo é “submissão”, e, custe o que custar. Em seus países praticam atrocidades contra seu próprio povo, subjugando-os à práticas ou abstinências intoleráveis. E no ocidente tentam impor à trancos e barrancos suas leis (sharia) sobre todos. E vivem em guerra entre si.

O Alcorão é um livro que incita a violência. É simples, basta ler o Alcorão para ver a testificar. Um fato é um fato, está lá, é o que é ensinado nas mesquitas, violência. Alguns dizem que tais textos carecem de interpretação, mas como interpretar se apenas 5% dos muçulmanos falam árabe incluindo muitos imãs que nada sabem da língua árabe, se não o suficiente para recitar suas orações. Qual escola hermenêutica que forma os imãs destas mesquitas? O princípio majoritário da interpretação do Alcorão é o sentido literal do texto. Um dia estava numa mesquita participando de uma tertúlia, quando alguém perguntou ao imã o significado da palavra jihad e ele se esquivou de todas as maneiras sem dar o significado de uma das palavras mais citadas no Alcorão e que recebe grande ênfase.

O islamismo quer o direito de fazer o que bem quiser no ocidente enquanto que nos seus países os estrangeiros sofrem grandes discriminações e restrições, e, pior ainda, buscam um direito de liberdade que nem seus países praticam. Os muçulmanos acham que é um direito deles construírem quantas mesquitas quiserem nos países livres do ocidente, enquanto que em seus países a construção de igrejas ou templos de outras religiões são proibidos. Um exemplo, quando o Paquistão nasceu, 40% da sua população era hindu, hoje existe apenas 2% de hindus no país, que se torna cada vez mais intolerante.

Encontrar uma solução para lidar com estes temas não são fáceis, mas podemos considerar alguns pontos: 

1. Não permitir a entrada de imãs em nossos países que possuam antecedentes de violência, incitação a violência, que não seja conhecedor hábil da língua árabe e que não assuma um compromisso de respeitar a lei, a liberdade e a cultura local, sob a pena de expulsão do país. 

2. É urgente uma reforma hermenêutica dentro do islamismo, onde o ensino do Alcorão assuma novas vertentes como a simbólica e alegórica nos textos que incitam a violência, com uma aplicação prática para os dias atuais desta nova hermenêutica pelas comunidades islâmicas. 

3. É necessário que haja uma pressão internacional sobre os países islâmicos para que haja mais liberdade em seus países para a prática de outras religiões, e que aqueles países que resistirem a este princípio de reciprocidade sejam penalizados com exigências maiores para a concessão de vistos e parcerias culturais e econômicas.

Mesmo que estas moções fossem adotadas, ainda assim enfrentaríamos problemas por alguns anos. Uma coisa e certa, não podemos engolir as truculências de qualquer que seja a religião.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

PALESTINA 2014

por: Gerson Palazzo

Meu coração explode ... Gaza. Anne Frank ressuscita e chora lágrimas de sangue ... A menarca vem dentro do hospital da ONU. O sangue cobre o planeta. Aschiwitz e Gaza ... Primo Levi, prisioneiro de campo de concentração narra que enquanto corpos eram queimados vivos, Nazistas e colaboradores, alguns escolhidos a dedo, jogavam futebol. Brindavam assim a morte sádica. A fumaça saindo dos crematórios e jogadores gritando gol. O poder e seus cúmplices. Sim. Todos ajudaram a criar o Nazismo. Grandes corporações Européias, E.U.A. alguns empresários judeus ... assim como Gaza. Entre Israel e Hamas, muitos brindam aos lucros ... o aumento de patrimônio. No Brasil ... tudo se repete. O gasto da orgia política ... tudo pelo poder. Pagamos impostos para não termos segurança nem no banheiro. Lojas, bancos, hospitais ... transeuntes são assaltados a cada segundo. E fique de boca fechada ... aguenta firme. A arma entra na tua boca e atinge o céu. A boca dos políticos, cheias de whisky e caviar ... jogam futebol enquanto nossos corpos queimam. Aschiwitz ... fica na esquina. Quantas crianças morrem e matam. Gaza ... gases, gozos, corpo queimado. Vote em mim ... mim... "mintira". Os bajuladores adoram ... Jogam futebol em aschiwitz que fica dentro da nossa moradia. Democracia ? Demo ? Bombas atingem hospital em Gaza .... Gases... Gozos! Anne frank morre duas vezes ... enquanto o coringa bebe vinho com Jason ... Golllllll. Fumaça saindo do crematório. Queremos um lugar ao sol ... lambendo a sola do sapato dos cavaleiros do apocalipse. Servidão voluntária. Apenas falamos. Idiota Retórica. Enquanto jogamos olhando para cinzas humanas. War Pigs! Game over???