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terça-feira, 19 de abril de 2022

Ernesto Che Guevara

PASMEM: Há um Hospital com esse maldito nome na cidade de Maricá, região dos Lagos Rio de Janeiro.

O assassino Che Guevara: RETRATO DE UM COVARDE SANGUINÁRIO

por Rodrigo Constantino

Há aproximadamente 48 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio.  Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita.  O ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem essa situação.

“Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964.  “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  “E continuaremos executando enquanto for necessário!  Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”

Ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. José Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou.  Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.  Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período. O próprio Che admitiu ter ordenado “milhares” de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro.

Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que Che, em sua última conversação, admitiu “algumas milhares” de execuções. “Eu não preciso de provas para executar um homem”, gritou Che para um funcionário do judiciário cubano em 1959.  “Eu só preciso saber que é necessário executá-lo!

A mais popular versão da camiseta e do pôster de Che, por exemplo, ostenta o slogan “Lute Contra a Opressão” sob sua famosa face.  Essa é a face de um homem que fundou um regime que encarcerou mais de seu próprio povo do que Hitler e Stalin, e que declarou que “o individualismo deve desaparecer!”.

Nenhuma pessoa em seu perfeito juízo vestiria uma camiseta estampando o rosto de Che.  E nenhuma pessoa decente toleraria essa camisa em seus arredores.

Mas como um sujeito horrendo, vazio, estúpido, sádico e epicamente idiota conseguiu um status tão icônico? “Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”, escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957.  “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”, escreveu logo depois.   

O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate, o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.

Dentre suas perturbadas fantasias, a mais proeminente era a implementação de um reino continental stalinista.  Para atingir esse ideal, o jovem problemático almejava “milhões de vítimas atômicas”. O perturbado jovem argentino também era arredio e desprezava todos ao seu redor: “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”.

Ernesto “Che” Guevara era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato da KGB em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada.  A polícia desse regime, supervisionada pela KGB e empregando a tática da “visita da meia-noite” e do “ataque pela manhã”, capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões) em seus primeiros 6 anos.

O regime que Che Guevara ajudou a fundar confiscou a poupança e a propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e tornou refugiada 20% da população de uma nação até então inundada de imigrantes e cujos cidadãos haviam atingido um padrão de vida maior do que o padrão daqueles que residiam em metade da Europa.  O regime de Che Guevara também destroçou — por meio de execuções, encarceramentos, expropriação em massa e exílio — virtualmente cada família da ilha cubana.

Com apenas uma semana no poder, Che já havia abolido o habeas corpus.  Além de afirmar que evidências judiciais eram detalhes burgueses arcaicos, ele complementava garbosamente dizendo que “executamos por convicção revolucionária!”.

Apesar de seus fãs dizerem pomposamente que ele foi um médico formado, ninguém até hoje, após inúmeras tentativas, conseguiu localizar qualquer histórico sobre seu diploma de medicina.  Logo após ser capturado na Bolívia, Che admitiu para o comandante da operação, o Capitão Gary Prado, que ele não era médico, mas tinha “algum conhecimento de medicina”.

Mais do que sua crueldade, megalomania e estupidez épica, o que mais distinguia Ernesto “Che” Guevara de seus companheiros era sua manhosa covardia.  Suas tietes podem ficar zangadas o quanto quiserem, bater a porta do quarto, cair na cama, espernear e chorar abraçadinhas com o travesseiro, mas o fato é que Che se entregou voluntariamente ao exército boliviano e a uma distância segura.  Foi capturado em ótimas condições físicas e com sua arma completamente carregada.

Com seus homens fazendo exatamente o que ele ordenou (lutando e morrendo até a última bala), um Che ligeiramente ferido evadiu-se do tiroteio e se entregou com um pente cheio de balas em sua pistola, enquanto choramingava manhosamente para seus capturadores: “Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!”.

O prazer que Che Guevara tinha em matar cubanos só era possível porque esses cubanos estavam completamente indefesos no momento.  Amarrados e vendados, de preferência.  E dessa forma eles eram alinhados de frente para o pelotão de fuzilamento e executados.  Porém, quando o cenário se alterou e as armas de fogo estavam em posse de outros, o argentino tremeu de medo.

Covarde, incompetente e assassino: esses são alguns adjetivos adequados para definir o maior ídolo de nossas esquerdas tupiniquins. Lamentável.

Que sirva de alerta, até  bem pouco tempo a maioria  do povo brasileiro  achava que  a ONU era  uma instituição 'para o bem', observem  que ela  é comunista  desde a origem, porém  camuflada. Em 1964 Che Guevara discursou na entidade sob aplausos da platéia enaltecendo os fuzilamentos praticados  em Cuba na revolução  sangrenta. Uma instituição dessa não vai poupar ninguém  de ir para o fuzilamento. A carta da instituição de 1948, de direitos  humanos é uma farsa, direito só para um lá, como retórica  e prática  comunista. Vemos bem isso aqui no Brasil. 

Estamos  prestes  a perder nosso país pela  falta de patriotismo  de nossos políticos, risco de vida por uma  pandemia  fabricada, risco de insegurança alimentar e econômica pela inovação  estrangeira desenfreada. 

Que os brasileiros acordem em tempo de salvar nosso país.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Che Guevara bacaninha





“Não preciso de prova para executar um homem – apenas de prova acerca da necessidade de executá-lo.” Che Guevara (apud ORTEGA, 1970, p.179).

Aconteceu durante os últimos dias de dezembro de 1959; na escuridão da minúscula cela, dezesseis de nós dormiam no chão, enquanto outros dezesseis ficavam de pé, para que então pudessem descansar. Mas ninguém pensava nisso. Pensávamos somente no fato de estarmos vivos e que isso era o mais importante. Vivíamos hora por hora, minuto por minuto, sabendo que qualquer segundo poderia ser o último.

Certa manhã, quando o som o horripilante daquela porta de aço enferrujada que enquanto abria nos pôs de pé, os guardas do Che empurravam um novo prisioneiro para dentro da cela. Era um menino com no máximo uns 12 ou 14 anos. Seu rosto estava manchado de sangue. 'O que você fez?', perguntamos-lhe, horrorizados. 'Tentei defender o meu pai', balbuciou o menino sujo de sangue. 'Mas eles o mandaram para o paredão!'".

Todos se entreolharam como se para encontrar as palavras certas, a fim de consolar o menino, mas não as encontramos. Estávamos saturados dos nossos próprios problemas. Havia dois ou três dias que não executavam ninguém, e tínhamos cada vez mais esperança de que isso chegaria ao fim. As execuções são cruéis, tiram-lhe a vida quando mais você precisa dela para si e para os outros, sem levar em consideração seus protestos ou anseios de vida.

Nossa alegria não durou muito. Quando a porta se abriu, chamaram dez detentos para fora, entre os quais o menino que acabara de entrar. Estávamos errados, pois aqueles que eram chamados nunca mais eram vistos.

Como é possível tirar a vida de uma criança dessa forma? Seria possível estarmos equivocados e fossem nos soltar? Próximo do sangrento pavilhão onde conduziam as execuções, com as mãos na cintura, um homem perambulava de um lado para o outro: o abominável Che Guevara!

O Che deu a ordem para primeiro trazer a criança e cuspiu suas ordens no menino: 'Ajoelhe!'.

Nós todos gritávamos de nossa cela para que ele não cometesse esse crime e nos oferecemos a nós mesmos em seu lugar. O garoto o desobedeceu com uma coragem inexprimível em palavras e lhe respondeu com esta infame afronta: 'Se vocês vão me matar', disse ele, 'vão ter de fazê-lo enquanto ainda estou de pé. Homens morrem de pé!'.

Che posicionou-se atrás do garoto e sussurrou: 'Então você é um rapaz corajoso...'. Vimos Guevara sacar sua pistola. Ele encostou o cano atrás do pescoço do menino e disparou. O tiro quase arrancou sua cabeça.

Nós nos inflamos: 'Assassinos, covardes miseráveis!'. Che finalmente olhou para cima, em nossa direção, apontou-nos o revólver e esvaziou o pente. Não sei quantos de nós foram mortos ou feridos. A partir desse horrível pesadelo, do qual jamais conseguiremos despertar, embora feridos e na clínica universitária do hospital Calixto Garcia, uma coisa ficou clara: a única regra do jogo era escapar, a única esperança de sobrevivência.


Notas

O artigo acima do ex-prisioneiro Pierre San Martín pode ser encontrado na Revista Autogestión, n° 61, 28/12/2005.

O relato traduzido aqui também pode ser lido no excelente livro de Humberto Fontova, O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram, É Realizações Editora, São Paulo, 2009, páginas 125-6.

Disponível em: http://www.trenblindado.com/Sanmartin.html (Inglês)
Disponível em: http://www.cubaeuropa.com/historia/Che/Che6.htm (Espanhol)
Citações
BRAVO, Marcos. La Otra Cara Del Che. 1. ed. Bogota: Editorial Solar, 2004. 558 p.
ORTEGA, Luis. Yo Soy El Che!. Mexico: Ediciones 
Monroy-Padilla, 1970.