sábado, 28 de março de 2020

Vibração do Corona 2020

A ENERGIA da TERRA VAI SEPARAR o JOIO do TRIGO.

INCRÍVEL, EU JÁ SENTIA ISSO...

Como qualquer outro vírus, (COVID-19) possui vibração baixa com uma estrutura de circuito eletromagnético fechado, com uma frequência de ressonância de cerca de 5,5 Hz 14,5 Hz. Nas faixas mais altas, ele não é ativo e, a partir dos intervalos de 25,5 Hz e acima, o vírus morre .... Para uma pessoa que vive em altas vibrações, isto é, na Alma, não é mais perigosa do que infecções respiratórias agudas, porque o corpo de um homem saudável "vibra" nas faixas mais altas. Apenas ocasionalmente, por várias razões, desce em vibrações mais baixas. As razões para isso podem ser vários distúrbios no equilíbrio energético ... (fadiga, exaustão emocional, hipotermia, doenças crônicas, tensão nervosa etc.). O vírus na natureza, ou seja, fora do corpo, não é resistente (não vive muito tempo) ... A ressonância de frequência média total da Terra é agora de 27,4 Hz e, portanto, seria destrutiva para o vírus, mas há lugares em que essa frequência é reduzida, ou seja, zonas geo-páticas criadas naturalmente ou artificialmente ... (hospitais, prisões, Linhas de energia, veículos elétricos subterrâneos e públicos, shopping centers, escritórios, estabelecimentos de bebidas, etc.) onde as vibrações caem para níveis abaixo de 20 Hz ...

PARA  OS "IN-HUMANOS" COM VIBRAÇÕES BAIXAS, ESTE VÍRUS É PERIGOSO 
• A dor produz vibração de 0,1 a 2 Hz;
• MEDO - de 0,2 a 2,2 Hz;
• Ressentimento de 0,6 a 3,3 Hz;
• Irritação de 0,9 a 3,8 Hz;
• Ruído (barulho) de 0,6 a 1,9 Hz;
• Temperamento quente 0,9 Hz;
• Flash de fúria 0,5 Hz;
• Raiva 1,4 Hz;
• Orgulho 0,8 Hz;
• Orgulho (megalomania) 3,1 Hz;
• Abandono 1,5 Hz;
• Superioridade 1,9 Hz;

EM CONTRA-PARTIDA:
• Generosidade - 95 Hz;
• Obrigado (gratidão) 45 Hz;
• Sinceros agradecimentos; a partir de 140 Hz;
• Um senso de unidade com outras pessoas 144 Hz e além;
• Compaixão - a partir de 150 Hz ou mais (mas a pena é de apenas 3 Hz);
• Amor (como diz o ditado), isto é, quando uma pessoa entende que o amor é um sentimento bom, brilhante e com grande força, mas ainda não aprendeu a amar com o coração) vibração - 50 Hz;
• O amor que uma pessoa gera com o coração por todas as pessoas, sem exceção e todos os seres vivos - a partir de 150 Hz;
• O amor incondicional, sacrificial e universal - a partir de 205 Hz.
Por milênios, a frequência do nosso planeta tem sido de 7,6 Hz. 
Os físicos chamam de ressonância Schumann e é devida à batida gerada por um raio na cavidade entre a Terra e a ionosfera, que atua como um guia de ondas e ressoador de Frequências.
Um homem se sentia confortável nessas condições, uma vez que a frequência de vibração de seu campo de energia tinha os mesmos parâmetros - 7,6 - 7,8 Hz. No entanto, a frequência de Schumann começou recentemente a crescer rapidamente.
Seguimos a dinâmica: 
janeiro de 1995 - 7,80 Hz, 
janeiro de 2000 - 9,30 Hz, 
janeiro de 2007 - 9,80 Hz, 
janeiro de 2012 - 11,10 Hz, 
janeiro de 2013 - 13,74 Hz, 
janeiro de 2014 - 14,86 Hz 
fevereiro de 2014 - 14,99 Hz; 
Março de 2014 - 15,07 Hz; 
Abril de 2014 - 15,15 Hz. 

Mesmo se considerarmos a situação do ponto de vista científico, fica claro que uma pessoa que não aumenta suas vibrações logo deixará o plano terreno de uma maneira ou de outra, e nem as posições altas nem o capital acumulado o ajudará ... Portanto, não devemos ter medo!
Podemos aumentar as vibrações trabalhando consigo mesmo e estimulando o comportamento consciente.

P. S. Qualquer emoção negativa fecha o acesso à consciência limpa.
NOTA: Outros planetas mais primitivos do cosmos já passaram por catástrofes que doeram muito mais do que um vírus invisível.
A Terra recebeu esse vírus para ajudar na elevação vibratória do planeta, para forçar as pessoas aprenderem na dor. A guerra nuclear era o destino da raça humana e sua extinção. Mas Jesus interviu e então foi permitido a vinda desse vírus, que não foi tão letal na China, ele sofreu mutação na Europa e se tornou mais letal desde então em outros Países.

quarta-feira, 25 de março de 2020

CORONAVÍRUS E AS MORTES INVISÍVEIS

CORONAVÍRUS E AS MORTES INVISÍVEIS.
UM CHAMADO À SANIDADE DA CLASSE MÉDICA.

O combate à pandemia matará mais do que o coronavírus. 
A diferença é que serão mortes invisíveis.

Os números ainda não estão consolidados, mas essa é uma tese cada vez mais plausível.

Antes de entrar no assunto da pandemia, me permitam fazer duas comparações que tornarão o entendimento do restante do artigo mais simples.


A CURA DO CÂNCER

A o contrário do que as pessoas imaginam, não é muito difícil eliminar um câncer. Qualquer câncer. 
Para destruir todas as células do organismo, basta utilizar doses gigantescas de quimioterapia ou, caso isso não funcione, radioterapia também em altíssimas doses. 
Essa estratégia só não foi adotada ainda por conta de um pequeno empecilho: além da erradicação do câncer, ela resulta na morte do paciente.
Toda a estratégia de combate ao câncer deve, portanto, buscar um equilíbrio: deve ser agressiva o suficiente para eliminar o tumor, mas não ao ponto de matar o paciente.

Na teoria é fácil; na prática, nem tanto.

Nunca é possível prever com certeza qual será o comportamento de um câncer em um paciente específico. 
O médico precisa se embasar em estatísticas existente e na avaliação individual.

Em casos de cânceres mais agressivos, se tolera um risco maior. No caso de tumores menos agressivos, não se arrisca tanto.

O tratamento perfeito é aquele que ataca apenas o câncer, poupando o resto do organismo. 
Infelizmente, para a maioria dos casos, esse tipo de tratamento não existe.


ACIDENTES DE TRÂNSITO

Entre 2008 e 2016, o Brasil teve 368.821 vítimas fatais de acidentes de trânsito, o que resulta em uma média de 40.980/ano.

Somados a estes, temos cerca de 1,6 milhão de feridos, que incluem um grande número de inválidos.

Para piorar a situação, a maioria das vítimas são jovens.

Certamente ninguém negaria que esse é um problema extremamente grave, e que necessita ser combatido.

Esse problema também possui soluções simples:
- redução da velocidade máxima para 30Km/h em todo território nacional;
- proibição das motocicletas e bicicletas (pelo risco de queda mesmo em baixa velocidade); 
- uso obrigatório de capacete e cinto de quatro pontos; 
- fiscalização rigorosa e multas pesadas para os infratores.

Há de se concordar que essas medidas fariam com que as mortes por acidente de trânsito caíssem para números próximos de zero.

O único problema que se colocaria é o custo social e econômico da medida, que são tão óbvios que me desobrigo de descrever.


O PROBLEMA DO CORONAVÍRUS

O coronavírus não é um vírus especialmente mortal. Na verdade, a mortalidade em crianças e jovens imunocompetente é até menor do que a da gripe comum ou do H1N1. O problema, repete-se sempre, seria sua disseminação rápida, o que levaria a um grande número de casos graves em um curto período de tempo, resultando no colapso do sistema de saúde, principalmente no que se refere aos leitos de terapia intensiva.


A POSSÍVEL SOLUÇÃO

A solução mais óbvia nesse caso seria aumentar em caráter emergencial a capacidade de absorção dos serviços de urgência e os leitos de terapia intensiva, como já foi feito em outras epidemias. 
Outro ponto importante, seria acalmar a população, esclarecendo que a enorme maioria dos casos são leves, não havendo necessidade de uma corrida às unidades de urgência e emergência. Por fim, poderia se enfatizar o isolamento, dentro do possível, dos indivíduos em risco.


A CATÁSTROFE

O problema é que começaram a surgir estudos projetando cenários apocalípticos, com a morte de 1% ou mais da população caso nada fosse feito. Nesses cenários, teríamos 2,5 milhões de mortes nos Estados Unidos e 2 milhões no Brasil.
O principal estudo foi elaborado pelo Imperial College e, apesar de sua metodologia já ter sido muito questionada por cientistas importantes, teve um impacto determinante no que se seguiu. 
Não vou aqui esmiuçar os problemas do estudo, mas alguns dados da vida real sugerem que talvez o monstro não seja tão feio assim. Morreram até agora na Itália cerca de 5.000 pessoas. Digamos que chegue a 10.000 pessoas até o final da pandemia. Fazendo uma regra de três e desconsiderando as diferenças epidemiológicas e dos sistema de saúde, teríamos cerca de 50.000 mortes nos Estados Unidos e 40.000 no Brasil. É muito? Depende da interpretação, mas o fato é que estamos falando de escala de valores bem diferentes.


ACHATAR A CURVA???

Uma vez estabelecidas as previsões apocalípticas, com estimativas de óbitos da ordem de milhões, a opção de simplesmente melhorar a capacidade de absorção do sistema de saúde sumiu do cenário. 
A palavra de ordem, repetida mesmo por quem nunca estudou uma linha de epidemiologia, passou a ser “achatar a curva”. 
Na teoria é bastante simples: reduzir a velocidade de propagação do vírus, permitindo que o sistema de saúde absorva aos poucos os casos graves.


ISOLAMENTO SOCIAL – É POSSÍVEL???

Dentre as possíveis estratégias, o governo brasileiro optou pela mais agressiva, a quarentena de toda a população com a consequente paralisia da economia. 
A primeira questão que se coloca é a factibilidade desse isolamento. 
Para uma família de classe média ou alta, não é tão difícil manter um isolamento estrito por meses. Só que o Brasil não é um enorme bairro de classe média. Nas favelas e periferias a situação (física mesmo) é muito mais difícil.

Outro ponto: milhões de brasileiros dependem para comer, não digo do dinheiro do mês, mas da semana! Como essas pessoas sobreviverão a dois meses de quarentena?

Mas digamos que todas as pessoas consigam realizar a quarentena de forma satisfatória e a epidemia tenha sido resolvida. 
Então, a pergunta que terá que ser feita é: valeu a pena?


ECONOMIA É VIDA

O brasileiro tem uma baixa capacidade abstrativa e uma péssima relação com dinheiro. Mistura explosiva.

Quando alguém tenta alertar sobre os impactos financeiros de combate à pandemia é rotulado como insensível (no mínimo).

Como assim você está mais preocupado com dinheiro do que com a vida das pessoas?

As pessoas confundem riqueza como papel pintado que a representa e acham que crise econômica é problema de quem investe na bolsa.
 O fato nu e cru é que recessão econômica resulta em mortes ou alguém acha que o fato de países mais ricos terem maior expectativa de vida é mera coincidência?

Recessão econômica significa menos dinheiro para investir em saneamento básico (mais mortes), em policiamento (mais mortes), em atenção básica à saúde (mais mortes) e até em UTIs (mais mortes).

Recessão econômica e quebradeira de empresas também significa menos pessoas com plano de saúde e mais demanda para o SUS, cujo financiamento diminuirá (mais mortes).

E daí fica a pergunta???: 
Tentar evitar um possível colapso do sistema de saúde causando o colapso de toda a economia é racional?


AS MORTES INVISÍVEIS

Parte das mortes invisíveis serão decorrentes da crise econômica, mas existem outras das quais ainda não ouvi ninguém falar.

Boa parte do sistema de saúde está parado por conta da pandemia. Cirurgias eletivas e consultas não emergenciais foram suspensas, muitos exames não estão sendo realizados, diversos transplantes de medula e de órgãos sólidos foram suspensos. 
Além disso, enfermarias inteiras estão vazias e leitos de UTI estão reservados para o tratamento de pacientes com coronavírus. 
Isso sem falar nas doações de sangue e plaquetas, que caíram drasticamente em muitos hemocentros.
Tudo isso causará mortes:
- o paciente que está esperando um cateterismo pode infartar;
- a demora em consultar com um oncologista pode fazer com que o câncer se torne irressecável;
- o atraso no diagnóstico pode ser fatal para um paciente com leucemia aguda;
- os leitos reservados da UTI podem ser a diferença entre a vida e a morte para um paciente que precise de cuidados intensivos hoje;
- o atraso nos transplantes e o consequente aumento das filas com certeza absoluta ocasionarão mortes;
- a redução do estoque de hemo-componentes pode ter consequências trágicas para os serviços de emergência, pacientes cirúrgicos e hematológicos principalmente.

Poderia passar várias páginas dando mais exemplos, mas acho que a ideia já ficou clara.

SENSO DAS PROPORÇÕES

O senso das proporções, base de toda escolha racional, virou crime de lesa-pátria. 
Cotejar a mortalidade por gripe com os dados de mortes por coronavírus virou prova inconteste de obscurantismo.

Ora, sendo finitos os recursos disponíveis para investimento em saúde, é fundamental buscar conhecer a exata dimensão de cada problema para melhor alocar os recursos.

É preciso, sim, que a comunidade médica se detenha sobre os dados para ter a real dimensão do problema. 
Não é possível trabalhar apenas com números absolutos e muito menos se deixar contaminar pelo clima de pânico disseminado pela mídia e redes sociais.


A MORTE DE IDOSOS

Em uma sociedade impregnada pelo politicamente correto e formada por pessoas hipersensíveis, dizer o óbvio tornou-se muito perigoso. Por exemplo, a constatação de que uma epidemia que acometa mais pessoas muito idosas é menos grave do que uma que vitime predominantemente jovens tornou-se prova suprema de insensibilidade.

Na Itália, a expectativa de vida para homens é de cerca de 80 anos e para mulheres de 85 anos. 
Já a idade média dos óbitos por coronavírus foi respectivamente de 79 anos e 82 anos. 
Além disso, a enorme maioria dos idosos que morreram possuía diversas comorbidades. 
O que quer dizer isso na prática? Isso quer dizer que uma grande parte das vítima, caso não morresse em decorrência do coronavírus, morreria na próxima gripe, na próxima infecção urinária, na próxima pneumonia. 
Pode ser triste, mas é a realidade.  

Aliás, pouca gente tem coragem de colocar isso no papel, mas um idoso de 75 anos com várias comorbidades terá muita dificuldade de conseguir um leito de UTI no SUS, mesmo fora de um período de pandemia. Os motivos para que isso ocorra são dois:

1. O SUS sempre está em crise e o número de leitos de UTI são cronicamente insuficientes. Nesse contexto, os pacientes jovens são priorizados.

2. Em muitos casos, ao levar um paciente muito idoso com várias comorbidades para a UTI, você não estará prolongando a vida dele, mas prolongando a sua morte. Isso possui até um nome: distanásia.
A IMPRENSA MORTAL

Uma vez instalado o pânico, é virtualmente impossível para um gestor público evitar a tomada de medidas extremas.

Mesmo Trump, o homem mais poderoso do mundo, depende do voto popular. 
Agora, pare e pense: que político resistiria a um bombardeio diuturno da mídia, o culpando por cada morte ocorrida durante uma pandemia.
 A mesma lógica vale para governadores, prefeitos, diretores de hospitais, coordenadores de CCIH. Ninguém quer ser taxado como negligente.
Toda a divergência é suprimida. Qualquer um que questione a eficácia ou os custos do isolamento social é visto como um homicida de fato ou ao menos em potencial. Por outro lado, todas as ações com algum potencial de aumentar o distanciamento entre as pessoas passa a ser louvado.
Começa então uma disputa por parte dos agentes públicos para ver quem toma a medida mais extrema. Polícia nas ruas, helicópteros para esvaziar as praias, multas para quem for pego fora de casa. Mais um pouco e o uso de snipers para abater os recalcitrantes será cogitado.


A CLASSE MÉDICA – UM CHAMADO À REFLEXÃO

O que observo entre meus colegas é: muita disposição para ação, muita coragem e pouca reflexão. 

Infelizmente o conhecimento epidemiológico da maioria é muito pequeno e quase todos abraçaram a tese do achatamento da curva a qualquer custo sem muito questionamento.
 É preciso que um número suficiente de médicos se debruce sobre os estudos já realizados (principalmente os que projetaram cenários desastrosos) e sobre os dados clínicos e epidemiológicos da pandemia nos diversos países.

É preciso também que, junto com economista de estatísticos comecem a calcular o impacto de mortalidade da paralização da economia.

O JUÍZO FINAL

Uma hora a pandemia estará acabada e será feita a contagem dos mortos, cujo número ainda é incerto.

Entretanto, tenho certeza que as narrativas já estão prontas:

1. Se a taxa de mortalidade ficar abaixo das dos outros países, se dirá que o isolamento social foi um sucesso.

2. Se as taxas de mortalidade ficar acima dos outros países, se dirá que o isolamento social não foi feito como deveria.


Política VERSUS Corona

Só quem é AUTÔNOMO sabe do desespero das contas, boletos que vão vir ao final do mês! 
Bolsonaro não é irresponsável. 
Idosos aposentados tem que ficar em casa mas trabalhadores entre 18 e 50 anos NÃO ----- (porque não estão em grupos de risco).

A ESQUERDA QUER VER O PAIS QUEBRAR ----- 

Estão batendo firme pra tirar Bolsonaro eleito pelo povo e botar a mesma corja de volta ao poder -------

Convido as pessoas à pensar!

Nos Estados Unidos cada estado é uma federação com suas Leis e mesmo assim obedecem ao presidente, cargo máximo, chefe da nação!

Aqui o Governador do Rio de Janeiro acha que pode passar por cima de Bolsonaro e decretar fechar tudo!

Sem agricultor não tem safra, não tem comida.
Sem moto boy não tem delivery.
Sem trabalho vc não paga suas contas de custos fixos: água, Luz, gas, aluguel, etc ....

IDOSOS é pra ficar em casa sim pois são grupos de risco!
Crianças em casa também.

Mas homens e mulheres entre 18 e 50 anos deveriam estar protegidos com máscaras e de algum modo em trabalho digital (em casa), contadores, advogados, ou em escalonamento os que Lidam com a massa! Médicos, Enfermeiros, Polícia, Bombeiros etc.

A grande meta dos safados no Brasil é quebrar o País e derrubar o Governo Bolsonaro.

Depois disso será fácil tirar Mourão & Môro rasgando a magna carta voltando toda essa esquerda com um País mais falido do que era antes!

Entenda que dominar uma massa de burros, doentes e falidos é mais fácil do que se imagina.
Não vão nem precisar dar nem um tiro. A China já mostrou isso ao mundo!



terça-feira, 24 de março de 2020

Corona Vírus 19-2020

Uma linda mensagem da espiritualidade para todos nós neste momento angular.

Uma pena que não traga a referência de autoria ou origem, certamente não vem de nenhum Político!
Mas ficam as profundas e sábias reflexões.

Está tudo certo.

EM QUINZE DIAS
Queridos irmãos da Terra. 

Que momento extraordinário passa esse planeta.

Em 15 dias todas as nações do mundo se ajoelham perante o invisível.

Nenhum dinheiro do mundo pode aplacar o medo que hoje habita os corações dos seres.

A capital mundial do dinheiro finalmente descobre que não é possível comer e respirar o ouro.

A cidade Luz, mergulhada nas trevas.

A cidade Eterna parece condenada a encontrar seu fim.

Enquanto isso, o Planeta Terra, organismo vivo, aproveita a ausência do homem e se cura.

Rios estão ficando cristalinos. 
O ar está mais puro em todo mundo e as estrelas estão mais visíveis.

Tudo em 15 dias.

Enquanto a solidariedade se destaca em alguns, outros exacerbam seu egoismo, deixando evidente quem serão os futuros moradores da Terra regenerada.

E, que ironia, esse vírus não ataca os animais.

O seu alvo é a espécie humana.

Abençoado sim, pois nos foi ensinado que a dor é grande professora.

E quantas lições podem ser aprendidas com essa situação.

Sabemos que para o espírito na matéria é difícil ver as coisas com os olhos da alma.

Mas creiam! O que acontece nesse momento é uma oportunidade única que outros Orbes não tiveram.

A guerra nuclear era o carma da raça humana. A auto destruição o seu destino.

Mas esse planeta tão amado por Jesus, recebeu a chance maravilhosa de ter um chamado diferente.
Em vez de se autodestruírem para aprenderem a fraternidade, se afastarão, para aprenderem na dor da solidão a importância do coletivo.

Sentirão na falta de contato humano, a importância de um abraço um aperto de mãos, um afago! um beijo!

Os seus contatos virtuais não serão suficientes para aquecer seus corações.

Dor, lágrima, solidão, isolamento e sofrimento ainda serão sentido nos próximos meses.

Mas feliz daquele que entende esse momento sublime.

No mundo espiritual, seres elevadíssimos acompanham o momento com atenção e um amor infinito.

É finalmente chegada a hora.

A Terra amada não será mais a mesma depois disso!
Se pudessem ver o que vemos, veriam o espetáculo que está sendo a mudança vibratória do planeta.

Que força tem a oração! 

Que força tem o pensamento!

Tudo em 15 dias.

O que não será possível enquanto esta vibração for perene?

E como é infinito o amor do Cristo!!! 

Ele está em cada coração. Em cada oração. Em cada pensamento.

Como um pai que não abandona um filho.

Que Ser extraordinário, que com um simples raio de seu olhar magnânimo seria capaz de ofuscar o próprio sol.

E esse Ser gigantesco olha para a Terra com piedade e amor.

Então, que motivo existe para ter medo?

O momento é de esperança!

O momento é de mudança!

Mudança para uma nova Era.

E também é chegada a hora de espalhar esperança.

Aqueles que têm consciência do atual momento, têm a enorme missão de levar esperança aos corações sofredores.

Quando todos estiverem com medo da morte, sejam a luz que mostra a vida eterna.

Lembrem-se dos primeiros cristãos, que aguardando o martírio, cantavam e louvavam o Senhor.

E enquanto os tiramos de Roma os transformavam em tochas humanas, Jesus os transformavam em tochas do espírito, que iluminavam as trevas do medo e da ignorância.

O momento atual é de igual grandeza.

Sejam semeadores da esperança.

Bem aventurados os que entenderem e aproveitarem esse momento, pois quando tudo passar, serão bem vindos a um planeta regenerado.

Independente de religião, vale a reflexão e o acalanto!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

José Mojica morre aos 83 anos

José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morre aos 83 anos.


Cineasta ficou conhecido como o primeiro diretor de terror do Brasil.


O cineasta José Mojica Marins, conhecido como o Zé do Caixão, morreu hoje (19) aos 83 anos de idade, na cidade de São Paulo. A informação foi confirmada por Liz Marins, filha do diretor, à Folha de São Paulo. A causa da morte foi broncopneumonia.
Mojica ficou conhecido como o pai do horror no Brasil, tendo dedicado sua vida ao gênero por trás das câmeras e também atuando como o Zé do Caixão, icônico personagem que lançou em 1964, com o filme A Meia Noite Levarei a Sua Alma. O longa entrou para a lista do Omelete dos 31 Filmes Essênciais de Terror: "O personagem é um vilão sem redenção, e sem desculpas ou justificativas para seus atos monstruosos e agressões. Isso faz com que Meia Noite soe como um filme brutal e implacável mesmo nos dias de hoje, o que é reforçado pela técnica suja, imperfeita e traumatizante de Mojica. Um roteiro cheio de diálogos impactantes e ocasionalmente caricatos, com um gostinho de faroeste pelas experiências passadas do diretor, criam algo único, uma experiência verdadeiramente perversa, profana e fantasmagórica."
Mojica ganhou o devido reconhecimento a partir desse filme, que gerou não só duas continuações (Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver, de 1967, e Encarnação do Demônio, de 2008), como também inúmeros filmes, séries de TV e HQs. No Brasil é referência máxima da produção nacional até os dias de hoje. Já no exterior virou ícone trash, seja ao ser recomendado por cinéfilos exploradores, ou então ter suas obras como alvo de desejo de todo tipo de cineasta, do mestre do filme-b Roger Corman (Stallone: Cobra) ao cult Roman Polanski (O Bebê de Rosemary).Seu último filme como o Zé do Caixão foi em Encarnação do Demônio, filme de 2008 - leia a crítica. Mas Mojica se manteve na ativa até 2015, dirigindo curtas e também segmentos ao lado de outros cineastas, como a coletânea As Fábulas Negras, seu último trabalho.José Mojica Marins deixa esposa e filha.
Encarnação do Demônio - Crítica - Filme tem sangue e nudez, mas extremas mesmo são as idéias de Zé do Caixão.
A tortura para ele não é uma punição, mas uma benção. Sobreviver a ela significa enxergar com dignidade a beleza de estar vivo - afinal, não existe nada depois da morte. Não estamos falando de Jigsaw e Jogos Mortais, como pode parecer, mas de Zé do Caixão e Encarnação do Demônio, o fecho da trilogia do mais conhecido personagem do escasso gênero do terror nacional, iniciada em 1963 com À Meia-noite Levarei sua Alma e emendada em 1966 com Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver. Se Jigsaw é o símbolo do que se convencionou hoje chamar torture porn, Zé do Caixão é seu avô safado.
O roteiro co-escrito por Denisson Ramalho (do curta de horror Amor Só de Mãe, que escandalizou festivais Brasil afora) e dirigido por José Mojica Marins inclui todos os desaforos aos bons costumes que um orçamento de 2 milhões de reais - valor que em meio século de carreira Mojica jamais havia levantado - consegue pagar. Tem cabeça afundada em tonel de baratas, mulher que come carne da própria nádega, outra que sai de dentro de um porco e até ratazana enfiada na vagina. Gastaram com carcaças e animais vivos todo o dinheiro que economizaram nos figurinos. (Ainda assim as poucas pessoas com roupas vestem Herchcovitch.)
A cena de O Albergue 2 em que a mulher nua se banha no sangue da vítima, tão falada ano passado, parece uma provocação pueril se comparada com a liberdade com que Mojica filma sexo e violência. O que Encarnação do Demônio tem de mais extremo, porém, não é nada gráfico, mas sua ideologia: a ridicularização das religiões organizadas (como diz Zé do Caixão, "Deus não foi convidado para a festa", e o padre que critica a tortura mas se auto-flagela só pode ser um hipócrita), da sociedade organizada (Zé do Caixão deixa a prisão depois de 40 anos caçoando do sistema carcerário) e o uso de drogas (o coveiro sempre fuma um cachimbo antes de ter suas alucinações).
A roleta russa antes que se iniciem os "festejos" é emblemática: um jogo de entrega e morte para celebrar a liberdade e a vida. Em sua busca pela mulher perfeita, que lhe dará o filho que ele tanto quer - afinal, "só o sangue é eterno" -, Zé do Caixão é antes de tudo um ateu pragmático. Os filmes de terror que estamos acostumados a ver no circuito trabalham com a aceitação do oculto (leva-se um remake de suspense oriental inteiro para explicar de onde saem as almas penadas), e o oculto é a primeira coisa que Encarnação do Demônio renega.
Só essa questão do pragmatismo já serve para livrar o filme daquelas explicações sem fim que amarram os filmes hollywoodianos. Não há nada para se explicar no filme de Mojica, há apenas a vivência, o momento. Nesse ponto, é injusto dizer que seu filme se filia ao torture porn de um Eli Roth. Todo instante de tortura de Encarnação do Demônio é materialização da ideologia do coveiro. Em um Jogos Mortais, por exemplo, a câmera não mostra Jigsaw assistindo às torturas. Já aqui a câmera o tempo inteiro fecha o close-up nos olhos de Mojica, olhos pesados e brilhantes de quem tem uma única crença, a crença na experiência carnal, individual e desmistificada.
Encarnação do Demônio
ANO: 2008
PAÍS: Brasil
CLASSIFICAÇÃO: 18 anos
DURAÇÃO: 95 min
DIREÇÃO: José Mojica Marins
ROTEIRO: Dennison Ramalho, José Mojica Marins
ELENCO: José Mojica Marins, Jece Valadão, Adriano Stuart, Milhem Cortaz, Rui Rezende, José Celso Martinez Corrêa, Cristina Aché, Helena Ignez, Débora Muniz, Thaís Simi, Cleo de Paris, Nara Sakarê, Giulio Lopes, Eduardo Chagas, Luís Melo

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

5 tipos de estudantes de bateria


5 tipos de estudantes de bateria

Como bateristas, devemos sempre aprender. Saber que tipo de aluno você é ajudará a determinar em quais áreas se concentrar, onde é fraco e onde é forte.

Existem pelo menos cinco tipos de alunos de bateria, e sempre há exceções às regras. Nenhum desses tipos é melhor que os outros; somos todos únicos e temos nossas próprias maneiras de aprender e fazer as coisas. Mas ter consciência de como você aprende melhor e para onde deseja ir com sua bateria pode dar muita clareza no que você escolher como seus próximos passos.


Que tipo de aluno de bateria você é? Você se encaixa em uma categoria ou é uma combinação de algumas delas?

1. O técnico
Pontos fortes: Bom em planejamento, disciplinado, prefere coisas que você pode fazer. 
São professores fortes, bons em tomar o processo de aprender alguma coisa e descobrir os passos para chegar ao resultado final.
Lutas: Improvisação, musicalidade.
O que fazer a seguir: se você é um técnico, tente se concentrar nas técnicas que aprendeu e encontre maneiras de usá-las sem pensar nisso. Muitos técnicos podem tocar um groove, e depois querer usar a técnica dos dedos (que pode ser muito forçada e não parecer musical). Depois de aprender o vocabulário do groove, você poderá tocá-lo na bateria sem pensar nisso. Se você está falando, não está pensando na ortografia ou ordem das palavras, certo? Tente chegar lá na bateria.

2. O talento natural
Pontos fortes: Improvisação, musicalidade, tocando o que você ouve.
Lutas: Teoria, planejamento, e às vezes técnica.
O que fazer a seguir: Como um estudante com talento natural, você provavelmente cresceu com uma educação musical, exposta a música ou bateria em tenra idade. Como um musico criativo, você pode não ter praticado de maneira mensurável como um técnico. 
Muitos professores naturalmente talentosos são ótimos em contar histórias, mas quando ensinam a alguém como desenvolver um rudimento e usá-lo no kit em um ambiente musical, você pode não pensar muito nos passos para chegar lá. 
Adicionar teoria e técnica à sua rotina de prática pode ajudar a refinar ainda mais suas habilidades.

3. O aluno D.I.Y. do-it-yourself. (Faça você mesmo)
Pontos fortes: Experimentação, criatividade, networking.
Lutas: Teoria, técnica, independência.
O que fazer a seguir: você costuma trabalhar sozinho, não necessariamente seguindo um currículo, e está bem com isso. 
Como você tem muita liberdade na maneira como aborda a bateria, também pode gastar mais tempo indo a shows e conhecendo novas pessoas para ver o que acontece. 
Mas, por não ter ninguém revisando o que você está fazendo, pode ser mais difícil para um aprendiz ultrapassar os limites da sua execução quando você os atinge. 
Tente se esforçar (como trabalhar com uma banda) ou peça a alguém que o empurre (contratar um professor de bateria) para que você possa passar para o próximo nível mais rapidamente.

4. O Wannabe Pro (aspirante)
Pontos fortes: Praticar, musicalidade, improvisação, aprender estilos diferentes.
Lutas: ética nos negócios, networking.
O que fazer a seguir: Embora você tenha uma forte ética prática, pode não estar se concentrando o suficiente no que é necessário para ser um baterista profissional, além de apenas ser um bom baterista. 
Como Wannabe Pro, você provavelmente está no caminho de ganhar a vida fazendo o que ama. 
Mas se você quer formar uma profissão com bateria, certifique-se de desenvolver suas habilidades de negócios tanto quanto suas habilidades de tocar.

5. O profissional
Pontos fortes: Ótimas habilidades de negócios, ética no trabalho, teoria, técnica, ensino.
Lutas: adaptação às abordagens modernas e a uma indústria em transformação.
O que fazer a seguir: Os profissionais ainda têm aulas e são estudantes de bateria ao longo da vida. 
Mas muitos podem ficar um pouco cínicos, especialmente quando a indústria da música muda. 
Você pode não gostar da nova maneira de fazer as coisas mas pode estar no seu caminho. Avance, estando aberto a aprender coisas novas, adaptando-se às novas tecnologias e acolhendo novos desafios.